Adoro séries! Principalmente séries dramáticas tipo House e The Newsroom.
Recentemente apanhei um episódio marado da série Ray Donovan na televisão, enquanto investia 3 ou 4 minutos num zapping que se revelou altamente produtivo e fiquei siderado com o que vi. Ri-me com um capanga gordo a roubar um frango num supermercado e a fugir do segurança e logo a seguir levei um soco no estômago com o emaranhado de situações em que o gordo estava enfiado. Decidi ver tudo desde o início.
A série está muito bem realizada, tem excelentes actores, uma história interessante e situações que ainda não tinha visto na tv e se tentasse, não conseguiria imaginá-las...
Diria que tem um bom bocado de Shameless, um pedacinho de House of Cards e uma migalha da patine típica que Tarantino e Guy Ritchie emprestam às suas histórias.
Surpreendente, dinâmica, emocionante e prende do início ao fim de cada episódio. Bela série!
...e o 7º episódio da segunda temporada é uma pérola. Belíssimo!!
Outra que me deixou completamente à nora, de tão fantástica que se revelou, é a série Billions... Paul Giamatti e Damian Lewis!?!? ...nem é preciso dizer mais nada!
O blog que vai bem com meia dose de migas de espargos, uma caneca de Mokambo e um rebuçadinho de mentol.
sábado, 17 de dezembro de 2016
Ray Donovan, Billions e séries boas
segunda-feira, 12 de dezembro de 2016
Sexo, educação e inadaptação
Numa altura em que certos conceitos, tidos como garantidos durante tanto tempo e tantas gerações, como casamento, família, sexualidade ou género, são postos em causa, discutidos e até pervertidos, chego à conclusão que a Educação, sendo normalmente super-hiper-mega importante, passa agora e nestas áreas a ser fundamental.
Que a ignorância gera receios e medos, todos sabemos. Que a falta de informação possa mexer tanto com a nossa paz de espírito, felicidade e adequação ao mundo e contexto individual e social em que nos inseridos, talvez seja uma noção recente.
Especialmente em questões de sexualidade, sexo, relações e intimidade, a Educação tem um papel fulcral no desenvolvimento de cada pessoa, como indivíduo e como parte de um grupo, de uma família e de uma comunidade.
Achei esta Ted Talk por acaso no YouTube e achei genial, lúcida, positiva, altamente transparente e por demais pertinente nos dias de hoje...
Deixo também outras coisas interessantes que vi:
Romantic Competence | Joanna Davila
The New Rules of Marriage | Jessica O'Reilly
Dating & Relationships | Dan Ariely
Já dizia William Shakespeare: "Expectations are the root of all heartache"
Que a ignorância gera receios e medos, todos sabemos. Que a falta de informação possa mexer tanto com a nossa paz de espírito, felicidade e adequação ao mundo e contexto individual e social em que nos inseridos, talvez seja uma noção recente.
Especialmente em questões de sexualidade, sexo, relações e intimidade, a Educação tem um papel fulcral no desenvolvimento de cada pessoa, como indivíduo e como parte de um grupo, de uma família e de uma comunidade.
Achei esta Ted Talk por acaso no YouTube e achei genial, lúcida, positiva, altamente transparente e por demais pertinente nos dias de hoje...
Deixo também outras coisas interessantes que vi:
Romantic Competence | Joanna Davila
The New Rules of Marriage | Jessica O'Reilly
Dating & Relationships | Dan Ariely
Já dizia William Shakespeare: "Expectations are the root of all heartache"
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domingo, 4 de dezembro de 2016
Poder, potência e power to the people
Julgando pelas séries e filmes americanos que tenho visto, como Aquarius, House of Cards e The People vs. OJ Simpson, em que faz impressão e mete nojo a lógica insidiosa, mesquinha e oportunista por trás da política, da advocacia e da imprensa naquele país... juntando ao que se passou nas eleições de Novembro e o que se tem visto depois...
...that country is not a super power... it's a fuckin' powder-keg!!
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terça-feira, 29 de novembro de 2016
Música, temas e recordações
Que a música tem magia, ninguém duvida. Agora, que a música de alguns artistas é transcendental e nos transporta instantaneamente para o rebuliço ou a calma das nossas memórias mais vívidas, isso já é relativamente subjectivo.
Quando ouço temas de certos artistas, como Norah Jones, Alanis Morisette, James Taylor, Paul Simon, Bob Dylan, mas também The Beach Boys, The Doors ou K's Choice, entro num frenesim de emoções que só mesmo sonhando lá chegaria. É imediato e é uma viagem absolutamente fantástica!!
Os primeiros acordes do piano de Norah Jones, as harmonias vocais de Simon & Garfunkle, a sensibilidade de James Taylor ou Martin Sexton, os arranjos dos temas de K's Choice ou Dave Matthews Band, os solos de órgão de John Lord no Made in Japan dos Deep Purlpe de Manzarek no In Concert dos The Doors, o riff do Creep ou Paranoid Android dos Radiohead, a frescura de qualquer tema de Alanis no álbum Jagged Little Pill, as vozes inconfundíveis de Phill Collins ou Dave Matthews, a rouquidão de Bob Dylan ou Bryan Adams, o baixo de John Deacon no Millionaire Waltz em simultâneo com o piano de Freddie Mercury e os estrondosos coros nos temas de Queen, o Dark Side of The Moon dos Pink Floyd, o som da Guitarra semi-acústica tocada pelo Clapton no Unplugged ou a banda que acompanha o Rod Stewart no concerto ao vivo da mesma série da MTV na década de '90, o vozeirão de Janis com os Kosmic, Big Brother ou Full Tilt, a envolvência do Gravity de John Mayer ao vivo ou em estúdio, a brutalidade do Don't Let The Sun Go Down On Me de Elton John, a leveza de Ben Harper com a sua voz e a lap steel guitar... tanta coisa boa que me vem à cabeça e aflora na pele quando oiço estas (e tantas outras) músicas...
A Música é fantástica!!
quinta-feira, 10 de novembro de 2016
House of Cards, Veep e a puta da loucura
Gostava de saber até que ponto a série House of Cards e forma como descreve com algum detalhe a maneira como os clãs e as famílias políticas funcionam em Washington trouxe à memória as famílias Clinton, Bush, Kennedy e outras... redundando numa expressiva votação em Trump, que, embora não o seja - longe disso, até - se afirma como um outsider anti-establishment...!?
Por outro lado, passamos da seriedade acutilante de House of Cards para a puta da loucura de Veep!
Por outro lado, passamos da seriedade acutilante de House of Cards para a puta da loucura de Veep!
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quarta-feira, 9 de novembro de 2016
Selfies, egocentrismo e lições morais
Já há muito que venho dizendo que o culto da mediocridade que se faz com as redes sociais, a reality tv, a música a metro, o entretenimento fácil, as séries pejadas de violência gratuita, os filmes manhosos de domingo à tarde (Adam Sandler e companhia), os smartphones, as selfies, os 5m de fama no YouTube e a main stream media vinha minando e embrutecendo a cabeça de muita gente.
É nas eleições americanas, no resultado do referendo do Brexit no Reino Unido, mas também no golpe de estado no Brasil, nas sucessivas eleições em França, Áustria, Hungria, Países Baixos e outros, com a direita a ganhar terreno, que se prova isto mesmo. A ignorância fortalece o medo, em certa medida dando a ideia de o vencer, mas que acima de tudo o medo fomenta a ignorância que se alastra a passos largos, quase exponencialmente.
Como refere o MEC na sua brilhante crónica de hoje no Público, a Democracia está a ganhar em todas as frentes. Sejam outsiders, anti-estabelecimento, anti-sistema, hacktivistas ou o que for. Não são só os republicanos nos EUA mas também os Anounymous um pouco por todo o lado. Esta vontade de afirmação, de luta, de impor uma nova ordem não vem só de cima, dos senhores do mundo, vem de todo o lado, da maioria dos habitantes deste planeta.
Já ninguém se contenta com pouco. Pouca gente se conforma com a sua vidinha mediana. A Maioria das pessoas quer mais e melhor... e já!
O peso da individualidade que recai sobre as pessoas que se afirmam nas redes sociais, vestindo a pele de comentador e 'treinador de bancada', consumindo informação de páginas, blogs e sites e do eventual programa de televisão, rotunda num estrondoso egocentrismo que se revela uma verdadeira arrogância e prepotência que toma conta de assalto da opinião de muitos. E toda a gente tem a sua, claro! Anda tudo a vomitar as suas postas de pescada e a julgar que se é mais e melhor por isso.
Seja como for, vivemos tempos estranhos mas interessantes.
Há uma lição a retirar disto tudo and we must deal with it!!
É nas eleições americanas, no resultado do referendo do Brexit no Reino Unido, mas também no golpe de estado no Brasil, nas sucessivas eleições em França, Áustria, Hungria, Países Baixos e outros, com a direita a ganhar terreno, que se prova isto mesmo. A ignorância fortalece o medo, em certa medida dando a ideia de o vencer, mas que acima de tudo o medo fomenta a ignorância que se alastra a passos largos, quase exponencialmente.
Como refere o MEC na sua brilhante crónica de hoje no Público, a Democracia está a ganhar em todas as frentes. Sejam outsiders, anti-estabelecimento, anti-sistema, hacktivistas ou o que for. Não são só os republicanos nos EUA mas também os Anounymous um pouco por todo o lado. Esta vontade de afirmação, de luta, de impor uma nova ordem não vem só de cima, dos senhores do mundo, vem de todo o lado, da maioria dos habitantes deste planeta.
Já ninguém se contenta com pouco. Pouca gente se conforma com a sua vidinha mediana. A Maioria das pessoas quer mais e melhor... e já!
O peso da individualidade que recai sobre as pessoas que se afirmam nas redes sociais, vestindo a pele de comentador e 'treinador de bancada', consumindo informação de páginas, blogs e sites e do eventual programa de televisão, rotunda num estrondoso egocentrismo que se revela uma verdadeira arrogância e prepotência que toma conta de assalto da opinião de muitos. E toda a gente tem a sua, claro! Anda tudo a vomitar as suas postas de pescada e a julgar que se é mais e melhor por isso.
Seja como for, vivemos tempos estranhos mas interessantes.
Há uma lição a retirar disto tudo and we must deal with it!!
Trump, brexit e medo
Ora bem... numa arriscada tentativa de tentar compreender o que raio se passou com as eleições americanas, só posso chegar a esta inusitada conclusão:
Quem realmente vence nesta noite, como aconteceu no Reino Unido com a vitória do Brexit, mas também um pouco por toda a Europa e com alguma relevância em países como na França e a família LePenn, mas também na Hungria, Países Baixos, Áustria e outros, é o medo! Quem sai destacadamente à frente, ainda que estatisticamente por uma margem relativamente pouco confortável, é a vontade de mudar 'só porque sim' e o receio da continuidade 'só porque já chega'.
A Hillary Clinton representa, aos olhos da maioria dos americanos, a imagem gasta e amarrotada do estabelecimento. Só assim se explica que tantos, que inicialmente votaram no Bernie Sanders, candidato também anti-estabelecimento, agora se tenham voltado para Donald Trump. Mas acontece que Trump não é só um outsider que tomou de assalto o Partido Republicano, um anti-estabelecimento. Trump é, principalmente, um anti-sistema! Senão, basta ver a sua postura ao avisar antecipadamente que não aceitaria os resultados caso perdesse as eleições, a sua briga constante contra as empresas de sondagem (nesta, se calhar até tinha razão, porque todas falharam!) e toda a sua forma de estar, de falar e de destilar veneno.
Donald Trump é o cúmulo do egoísmo, do egocentrismo, da má-educação, do desrespeito pelas regras, de uma total inadaptação a uma posição de base ou mediana numa qualquer hierarquia, da incapacidade de se retractar pelos abusos, disparates e mentiras que profere na sua verborreia habitual, enfim, a prova viva de que qualquer idiota pode chegar a Presidente dos EUA.
Mete medo!? Ah, pois mete! Porque este menino não venceu só as eleições, o Senado e a Casa dos Representantes, bem como o Supremo Tribunal, estarão sob o controlo de um Partido Republicano completamente esfrangalhado com o decorrer da campanha, desde as primárias até à noite das eleições. E o Tea Party, Ted Cruz e companhia ganham força com isto e alto lá, que esses, então, não são para brincadeiras e têm uma agenda muito bem definida. O Trump é um menino de coro ao pé de Ted Cruz.
No referendo do Brexit e nestas eleições americanas vence o medo, a ignorância, a mesquinhez, a xenofobia, o racismo e o chico-espertismo. Vencem aqueles que têm medo de perder o seu empregozito em vez de ficar do lado do que está certo e é justo. Ganha a vontade de mudar, mas mudar para pior, pois é mais que certo, porque estas pessoas não percebem um caralho de economia, de mercados, de princípios éticos e morais e do sentido da vida.
Que miséria franciscana!!
Haja coragem para viver num mundo que sucumbe ao peso das redes sociais, da desinformação geral, do entretenimento puro, dos 15m de fama, do culto da mediocridade e daquilo que já se sabe onde vai dar... os alemães e o 3º Reich deixaram bem patentes na História onde isto pode muito bem ir desembocar e é triste que não se tenha aprendido com o passado, triste.
Medo...
Quem realmente vence nesta noite, como aconteceu no Reino Unido com a vitória do Brexit, mas também um pouco por toda a Europa e com alguma relevância em países como na França e a família LePenn, mas também na Hungria, Países Baixos, Áustria e outros, é o medo! Quem sai destacadamente à frente, ainda que estatisticamente por uma margem relativamente pouco confortável, é a vontade de mudar 'só porque sim' e o receio da continuidade 'só porque já chega'.
A Hillary Clinton representa, aos olhos da maioria dos americanos, a imagem gasta e amarrotada do estabelecimento. Só assim se explica que tantos, que inicialmente votaram no Bernie Sanders, candidato também anti-estabelecimento, agora se tenham voltado para Donald Trump. Mas acontece que Trump não é só um outsider que tomou de assalto o Partido Republicano, um anti-estabelecimento. Trump é, principalmente, um anti-sistema! Senão, basta ver a sua postura ao avisar antecipadamente que não aceitaria os resultados caso perdesse as eleições, a sua briga constante contra as empresas de sondagem (nesta, se calhar até tinha razão, porque todas falharam!) e toda a sua forma de estar, de falar e de destilar veneno.
Donald Trump é o cúmulo do egoísmo, do egocentrismo, da má-educação, do desrespeito pelas regras, de uma total inadaptação a uma posição de base ou mediana numa qualquer hierarquia, da incapacidade de se retractar pelos abusos, disparates e mentiras que profere na sua verborreia habitual, enfim, a prova viva de que qualquer idiota pode chegar a Presidente dos EUA.
Mete medo!? Ah, pois mete! Porque este menino não venceu só as eleições, o Senado e a Casa dos Representantes, bem como o Supremo Tribunal, estarão sob o controlo de um Partido Republicano completamente esfrangalhado com o decorrer da campanha, desde as primárias até à noite das eleições. E o Tea Party, Ted Cruz e companhia ganham força com isto e alto lá, que esses, então, não são para brincadeiras e têm uma agenda muito bem definida. O Trump é um menino de coro ao pé de Ted Cruz.
No referendo do Brexit e nestas eleições americanas vence o medo, a ignorância, a mesquinhez, a xenofobia, o racismo e o chico-espertismo. Vencem aqueles que têm medo de perder o seu empregozito em vez de ficar do lado do que está certo e é justo. Ganha a vontade de mudar, mas mudar para pior, pois é mais que certo, porque estas pessoas não percebem um caralho de economia, de mercados, de princípios éticos e morais e do sentido da vida.
Que miséria franciscana!!
Haja coragem para viver num mundo que sucumbe ao peso das redes sociais, da desinformação geral, do entretenimento puro, dos 15m de fama, do culto da mediocridade e daquilo que já se sabe onde vai dar... os alemães e o 3º Reich deixaram bem patentes na História onde isto pode muito bem ir desembocar e é triste que não se tenha aprendido com o passado, triste.
Medo...
terça-feira, 8 de novembro de 2016
Lembranças, enredos e traições
"Remember, remember
The EIGHTth of November
The gunpowder treason and plot
I know of no reason
Why the gunpowder treason
Should ever be forgot!"
"So this is how liberty dies... with a thunderous applause"
The EIGHTth of November
The gunpowder treason and plot
I know of no reason
Why the gunpowder treason
Should ever be forgot!"
"So this is how liberty dies... with a thunderous applause"
quinta-feira, 27 de outubro de 2016
Sporting, lençóis e idiotas
Na linha de "you can take the girl out of the trailer-park but you can't take the trailer-park out of the girl"...
«Alan Ruiz proibido de estacionar Ferrari (vermelho) junto dos colegas em Alcochete (...) vermelho é cor proibida em Alvalade por determinação presidencial (...) todos os resquícios de encarnado estão a tentar ser eliminados dos locais afetos ao clube (...) "a questão dos extintores ainda está em análise" (...) Alan Ruiz desloca-se no Ferrari para a Academia, em Alcochete, mas não o estaciona no parque reservado à ala profissional (...) o argentino parqueia o carro do lado do setor do futebol de formação e onde os visitantes do centro de futebol leonino também podem estacionar os seus veículos (...) o jogador já foi aconselhado a mudar a cor do carro.»
- A Bola
Estou farto dos disparates de Bruno de Carvalho e a sua corja de mentecaptos e idiotas. Isto envergonha-me! Santa paciência, é demais!!
Desisto de apoiar o clube até que mudem os lençóis (ou as fraldas).
Por mim, o Benfica pode ganhar o tetra, o Porto voltar a ser campeão, o Braga ou o Guimarães...
Não há condições para que o Sporting seja um justo vencedor, mesmo que a equipa volte aos níveis do ano passado, jogue um futebol bonito e agradável e faça no campo por o merecer.
Que fartura desta gente!!
«Alan Ruiz proibido de estacionar Ferrari (vermelho) junto dos colegas em Alcochete (...) vermelho é cor proibida em Alvalade por determinação presidencial (...) todos os resquícios de encarnado estão a tentar ser eliminados dos locais afetos ao clube (...) "a questão dos extintores ainda está em análise" (...) Alan Ruiz desloca-se no Ferrari para a Academia, em Alcochete, mas não o estaciona no parque reservado à ala profissional (...) o argentino parqueia o carro do lado do setor do futebol de formação e onde os visitantes do centro de futebol leonino também podem estacionar os seus veículos (...) o jogador já foi aconselhado a mudar a cor do carro.»
- A Bola
Estou farto dos disparates de Bruno de Carvalho e a sua corja de mentecaptos e idiotas. Isto envergonha-me! Santa paciência, é demais!!
Desisto de apoiar o clube até que mudem os lençóis (ou as fraldas).
Por mim, o Benfica pode ganhar o tetra, o Porto voltar a ser campeão, o Braga ou o Guimarães...
Não há condições para que o Sporting seja um justo vencedor, mesmo que a equipa volte aos níveis do ano passado, jogue um futebol bonito e agradável e faça no campo por o merecer.
Que fartura desta gente!!
segunda-feira, 24 de outubro de 2016
Séries, zombies e sadismo na tv
Não sei quem é que gosta da série Walking Dead e tem seguido as várias temporadas. Tão pouco irei revelar spoilers, porque isso não se faz, mas assistir a mais episódios para além deste ponto é perverso.
Ok, trata-se de uma série que reflecte sobre as questões que assolam a sociedade ao quebrar-se completamente num cenário pós-apocalíptico. Há interesse nessa perspectiva e, para além de bons actores e personagens com interligações interessantes, embora com algumas reticências, tenho assistido até agora... epá, mas não pode valer tudo para alimentar suspence, expectativas e o interesse mórbido das audiências!!
Entendo ser importante não esquecer nunca que a humanidade é (também) capaz das maiores atrocidades sobre ela própria, animais e Natureza, mas isto é um absurdo! Não se pode chamar a isto de entretenimento ou arte e culturalmente tenho a certeza que nos empobrece, entorpece e nos torna mais estúpidos, ansiosos e frustrados.
Não encontro justificação artística, estética ou técnica para este nível de violência em televisão para além de um documentário sobre cenas reais de guerra, campos de concentração ou algo do género.
Cada um gosta do que gosta, pois claro... e não quero impôr a minha perspectiva a ninguém, mas fiquei mesmo mal disposto com os 15m que vi do novo episódio e sinceramente assusta-me este nível de sadismo .
A série Fear The Walking Dead vai pelo mesmo caminho... não consigo ver mais.
Ok, trata-se de uma série que reflecte sobre as questões que assolam a sociedade ao quebrar-se completamente num cenário pós-apocalíptico. Há interesse nessa perspectiva e, para além de bons actores e personagens com interligações interessantes, embora com algumas reticências, tenho assistido até agora... epá, mas não pode valer tudo para alimentar suspence, expectativas e o interesse mórbido das audiências!!
Entendo ser importante não esquecer nunca que a humanidade é (também) capaz das maiores atrocidades sobre ela própria, animais e Natureza, mas isto é um absurdo! Não se pode chamar a isto de entretenimento ou arte e culturalmente tenho a certeza que nos empobrece, entorpece e nos torna mais estúpidos, ansiosos e frustrados.
Não encontro justificação artística, estética ou técnica para este nível de violência em televisão para além de um documentário sobre cenas reais de guerra, campos de concentração ou algo do género.
Cada um gosta do que gosta, pois claro... e não quero impôr a minha perspectiva a ninguém, mas fiquei mesmo mal disposto com os 15m que vi do novo episódio e sinceramente assusta-me este nível de sadismo .
A série Fear The Walking Dead vai pelo mesmo caminho... não consigo ver mais.
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domingo, 23 de outubro de 2016
Casais, individualidades e partilha
"Por trás de um grande homem está sempre uma grande mulher"... claro e o contrário é igualmente válido... e nem é só entre casais!
No que diz respeito ao reconhecimento, notoriedade, sucesso e até ao estatuto de celebridade, pouco importa quem é que aparece mais vezes, mais tempo, à frente, atrás, ao lado ou até na sombra de alguém que se notabiliza e se afirma pelo seu valor. Cada pessoa tem o seu timing, o seu equilíbrio interior e o seu valor intrínseco, mas mesmo individualmente seremos sempre o resultado do investimento que as mais variadas pessoas - especiais, importantes e relevantes - fazem em nós.
O nível de cada pessoa é garantido por si e pelas suas características pessoais, de carácter e personalidade, sim, mas muito também pelo apoio e dedicação dos que cuidam de si... e "quando a gente gosta, a gente cuida", claro!
Pela minha parte, tenho muito a agradecer a quem vai tendo paciência, resiliência e capacidade para aturar e se moldar às minhas idiossincrasias e, apesar do meu reiterado mau-feitio e notória volatilidade, continua estoicamente a meu lado. É de valor!!
E já agora... a história de vida dos Robinsons é memorável e a cena com os Obama neste vídeo é deliciosa.
No que diz respeito ao reconhecimento, notoriedade, sucesso e até ao estatuto de celebridade, pouco importa quem é que aparece mais vezes, mais tempo, à frente, atrás, ao lado ou até na sombra de alguém que se notabiliza e se afirma pelo seu valor. Cada pessoa tem o seu timing, o seu equilíbrio interior e o seu valor intrínseco, mas mesmo individualmente seremos sempre o resultado do investimento que as mais variadas pessoas - especiais, importantes e relevantes - fazem em nós.
O nível de cada pessoa é garantido por si e pelas suas características pessoais, de carácter e personalidade, sim, mas muito também pelo apoio e dedicação dos que cuidam de si... e "quando a gente gosta, a gente cuida", claro!
Pela minha parte, tenho muito a agradecer a quem vai tendo paciência, resiliência e capacidade para aturar e se moldar às minhas idiossincrasias e, apesar do meu reiterado mau-feitio e notória volatilidade, continua estoicamente a meu lado. É de valor!!
E já agora... a história de vida dos Robinsons é memorável e a cena com os Obama neste vídeo é deliciosa.
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sábado, 22 de outubro de 2016
Doutores, engenheiros e suv's ecológicos
Os doutores e engenheiros de amanhã...
Enquanto andarem a empurrar-se em carrinhos de compras e não de Qasqais, X3, GLA's e V60's tá-se bem e o planeta agradece!!
Mas agora a sério. Sendo que a maioria deles irão acabar a trabalhar em supermercados ou call centers, isto já pode ser considerado uma espécia de estágio...
in Público 17.10.2016
Enquanto andarem a empurrar-se em carrinhos de compras e não de Qasqais, X3, GLA's e V60's tá-se bem e o planeta agradece!!
Mas agora a sério. Sendo que a maioria deles irão acabar a trabalhar em supermercados ou call centers, isto já pode ser considerado uma espécia de estágio...
in Público 17.10.2016
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segunda-feira, 17 de outubro de 2016
Stand-up comedy, ted talks e o poder do ser
Apanhei esta Ted Talk numa partilha no Facebook por uma amiga e em vez ver o vídeo imediatamente, decidi guardar para ver mais tarde (pois, que vindo de quem vinha só podia ser bom). Hoje, entre vídeos de excertos de stand-up comedy do Louis CK e episódios de várias séries que estou a seguir, decidi então ver a Ted Talk de Roger Breisch...
Entre outras coisas, que só depois de toda a gente ver é que me atreveria a comentar, fui surpreendido com uma das curiosidades que referiu: as palavras 'coragem' e 'coração' têm a mesma etimologia. Fiquei pasmado... era tão básico e tão óbvio que me deixara aturdido! E claro, faz sentido. Aquilo a que vulgar e comummente apelidamos de 'coragem', é de facto, na maioria dos casos, inconsciência e pura estupidez. Porque a verdadeira coragem tem de vir de dentro, é sentida e deve deixar-se que nos transforme e tome conta das nossas decisões e acções. Faz todo o sentido!
«Trata-se de uma ligação directa. O substantivo coragem, registado em português desde meados do século XVI, foi importado do francês 'courage', vocábulo cinco séculos mais antigo (herdeiro do latim 'cor', 'cordis' - “coração”) que começou a sua carreira justamente como sinónimo de "coração". Não do coração físico, designado em francês pela palavra 'coeur', mas do coração como “morada dos sentimentos”. Poucas décadas depois a palavra tinha passado por uma expansão semântica para nomear “estado de espírito” e “desejo" ou "ardor”. Coragem era força interior, um sinónimo de ânimo. Coragem compreende em português uma série de acepções positivas – e apenas uma negativa, de 'desfaçatez'. As principais delas são:
1. moral forte perante o perigo, riscos; bravura, intrepidez;
2. firmeza de espírito para enfrentar situação emocionalmente ou moralmente difícil;
3. qualidade de quem tem grandeza de alma, nobreza de carácter, hombridade.»
E como diz Roger Breisch na sua dissertação, haja coragem para conhecer e descobrir-nos a nós próprios, não como pensamos ou nos lembramos ser, mas como somos realmente... "poderosos além de qualquer medida".
Entre outras coisas, que só depois de toda a gente ver é que me atreveria a comentar, fui surpreendido com uma das curiosidades que referiu: as palavras 'coragem' e 'coração' têm a mesma etimologia. Fiquei pasmado... era tão básico e tão óbvio que me deixara aturdido! E claro, faz sentido. Aquilo a que vulgar e comummente apelidamos de 'coragem', é de facto, na maioria dos casos, inconsciência e pura estupidez. Porque a verdadeira coragem tem de vir de dentro, é sentida e deve deixar-se que nos transforme e tome conta das nossas decisões e acções. Faz todo o sentido!
«Trata-se de uma ligação directa. O substantivo coragem, registado em português desde meados do século XVI, foi importado do francês 'courage', vocábulo cinco séculos mais antigo (herdeiro do latim 'cor', 'cordis' - “coração”) que começou a sua carreira justamente como sinónimo de "coração". Não do coração físico, designado em francês pela palavra 'coeur', mas do coração como “morada dos sentimentos”. Poucas décadas depois a palavra tinha passado por uma expansão semântica para nomear “estado de espírito” e “desejo" ou "ardor”. Coragem era força interior, um sinónimo de ânimo. Coragem compreende em português uma série de acepções positivas – e apenas uma negativa, de 'desfaçatez'. As principais delas são:
1. moral forte perante o perigo, riscos; bravura, intrepidez;
2. firmeza de espírito para enfrentar situação emocionalmente ou moralmente difícil;
3. qualidade de quem tem grandeza de alma, nobreza de carácter, hombridade.»
E como diz Roger Breisch na sua dissertação, haja coragem para conhecer e descobrir-nos a nós próprios, não como pensamos ou nos lembramos ser, mas como somos realmente... "poderosos além de qualquer medida".
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quinta-feira, 13 de outubro de 2016
Bob Dylan, Nobel e converseta
" 'Cause the times they are a-changing..."
Bob Dylan, o primeiro músico a vencer um Nobel da Literatura, e é incrível a quantidade de conversa parva que se gerou à volta deste prémio... os cronistas, os bloggers e os tudólogos andam a fervilhar!
Não sei se é merecido ou não, pois o prémio Nobel em si não me diz muito, já a música e literatura de Dylan me dizem bastante.
Tanto o homem (Robert Allen Zimmerman) como o artista (Bob Dylan) terão os seus defeitos, mas a sua obra é de valor inquestionável, indelével e eterna.
...só espero que o Paul Simon um dia vença um destes também!
Bob Dylan, o primeiro músico a vencer um Nobel da Literatura, e é incrível a quantidade de conversa parva que se gerou à volta deste prémio... os cronistas, os bloggers e os tudólogos andam a fervilhar!
Não sei se é merecido ou não, pois o prémio Nobel em si não me diz muito, já a música e literatura de Dylan me dizem bastante.
Tanto o homem (Robert Allen Zimmerman) como o artista (Bob Dylan) terão os seus defeitos, mas a sua obra é de valor inquestionável, indelével e eterna.
...só espero que o Paul Simon um dia vença um destes também!
quinta-feira, 6 de outubro de 2016
What, The e Fuck
WTF!?
O que é que se passa com este mundo, quando um idiota ganancioso, mal educado, sexista, racista, troglodita, sem escrúpulos e incapaz de fazer outra coisa que não falar de si próprio, ver-se ao espelho ou num monitor através de uma câmara, que ganhou protagonismo a enganar meio mundo e como estrela de um programa de reality tv (The Apprentice) em que mostrava precisamente tudo aquilo que acabei de referir dele e mais... o que é que se passa quando um escroque deste calibre, que baseia a sua candidatura no 'agora é que importa, pouco interessa o que disse ontem' e vai mudando o discurso consoante o vento... o que é que se passa quando esta besta, péssima amostra de ser humano chega, muito provavelmente, a presidente dos EUA!?
Isto faz-me sentir duas coisas, a necessidade de reflectir sobre o que se passa à minha volta... e medo do que está para vir.
É daquelas coisas que me faz pensar sobre a televisão e o mundo do entretenimento, as redes sociais, os mídia, o cinema, a música, o que comemos e o que nos dão por intra-venosa, os telemóveis, os computadores, a internet...
Não mudando de assunto e falando de uma excelente série de comédia - Veep - aproveitando para tirar o chapéu à actriz Julia Louis-Dreyfus pelo seu brihante discurso de aceitação ao vencer o Emmy para Melhor Actriz em Comédia, deixo esta pérola que, tristemente, me deu tudo isto para pensar, hoje...
O que é que se passa com este mundo, quando um idiota ganancioso, mal educado, sexista, racista, troglodita, sem escrúpulos e incapaz de fazer outra coisa que não falar de si próprio, ver-se ao espelho ou num monitor através de uma câmara, que ganhou protagonismo a enganar meio mundo e como estrela de um programa de reality tv (The Apprentice) em que mostrava precisamente tudo aquilo que acabei de referir dele e mais... o que é que se passa quando um escroque deste calibre, que baseia a sua candidatura no 'agora é que importa, pouco interessa o que disse ontem' e vai mudando o discurso consoante o vento... o que é que se passa quando esta besta, péssima amostra de ser humano chega, muito provavelmente, a presidente dos EUA!?
Isto faz-me sentir duas coisas, a necessidade de reflectir sobre o que se passa à minha volta... e medo do que está para vir.
É daquelas coisas que me faz pensar sobre a televisão e o mundo do entretenimento, as redes sociais, os mídia, o cinema, a música, o que comemos e o que nos dão por intra-venosa, os telemóveis, os computadores, a internet...
Não mudando de assunto e falando de uma excelente série de comédia - Veep - aproveitando para tirar o chapéu à actriz Julia Louis-Dreyfus pelo seu brihante discurso de aceitação ao vencer o Emmy para Melhor Actriz em Comédia, deixo esta pérola que, tristemente, me deu tudo isto para pensar, hoje...
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terça-feira, 27 de setembro de 2016
Conversas, mulheres e multitasking
As conversas Seinfeldianas nem toda a gente as consegue ter, é preciso haver ambiente e pode requerer alguma capacidade a priori e preparação q.b.
É engraçado, que as mulheres normalmente gabam-se de uma característica tão sua, que é o multitasking - a capacidade de fazer várias tarefas em simultâneo e de dar atenção a várias coisas ao mesmo tempo - mas ficam meio à nora durante uma conversa que aborda vários assuntos que se entrecruzam, por vezes até de forma aparentemente displicente ou atabalhoada. Mas os homens, que por princípio são mais perfeccionistas e tendem a focar-se mais numa tarefa e assunto à vez, orientam-se muito bem misturando tópicos diferentes, até paradoxalmente opostos, como política, carros desportivos e cinema, desporto, culinária e mulheres com mamas grandes ou até sexo, bicicletas de montanha e móveis do IKEA.
Na série Seinfeld, que se baseava num grupo de quatro amigos solteiros que não faziam nada de especial e ao mesmo tempo tinham aventuras inacreditáveis que roçavam um pouco de tudo (e todos), usualmente passavam tempo a conversar num dinner ou no apartamento do Jerry... a confusão instalava-se e era conducente à maluqueira. Não havia fio condutor a não ser o que valesse apena ser abordado... tudo e sem tabus!
Costumo ter conversas Seinfeldianas com amigos homens, ao vivo, num chat ou por mensagem e nunca ninguém se queixa nem há quem se perca. Já as mulheres - namorada, mãe, amigas - vêm-se aflitas para acompanhar e amiúde lá vem o habitual "hã!? mas agora estás a falar de quê!?".
Ahahah, não é nada machista esta premissa ou observação, é apenas uma constatação de facto!
terça-feira, 13 de setembro de 2016
Séries, roadies e música
Comecei a ver uma nova série, Roadies. Não sendo brilhante, tem pormenores de argumento muito interessantes e é uma espécie de tributo à música, aos concertos e ao que se passa por trás dos bastidores de um palco e de uma tourné.
Cameron Crowe criou esta série na linha do seu filme Almost Famous.
Já descobri coisas interessantes sobre concertos e tournés que marcaram a história da música e que não fazia ideia, ouvi músicas que ainda não tinha ouvido e a série é bom entertenimento.
Já valeu a pena por este tema dos The Who a que nunca tinha dado a devida atenção, aqui em versão acústica...
Cameron Crowe criou esta série na linha do seu filme Almost Famous.
Já descobri coisas interessantes sobre concertos e tournés que marcaram a história da música e que não fazia ideia, ouvi músicas que ainda não tinha ouvido e a série é bom entertenimento.
Já valeu a pena por este tema dos The Who a que nunca tinha dado a devida atenção, aqui em versão acústica...
segunda-feira, 29 de agosto de 2016
Vida, filosofia e xadrez
A série Mr Robot continua a surpreender-me! A segunda temporada está absolutamente fantástica, muito melhor que a primeira.
Mistura-se um bom bocado de Fight Club com um pedacinho de Zeitgeist e um argumento pelos Anonymous; uma realização à David Fincher e uma edição à Quentin Tarantino, et voit la... 'Mr Robot' no seu melhor!
Ao 4º episódio da segunda temporada surge um interessante e enigmático jogo de xadrez jogado por apenas um jogador, contra si mesmo, como forma de se melhorar a si próprio.
«Leon: You know, back in the days of enlightment (Iluminismo), motherfuckers used chess as a means of self-improvement.
So what you're playng for, then? If there's no who, then what's the 'what'!? What's it for?
Elliot: Existence...
Leon: Dope! That's some high stakes right there.
Do you dream, Elliot!? Do you want to be here right now!?
(...) I mean here in a cosmic sense, bro.
Like... existence could be beautiful or it could be ugly... that's on you!!
Elliot: How do I know wich one is for me?
Leon: ...dream! You gotta find out the future you're fighting for!
If you like it, then it's beautifull... but if you don't, than you might as well fade right now!»
«Elliot: If I do close my eyes, what is it that I picture years from now?
Ray: Doesn't everyone need to understand that before they're ready to fight for their existence?
Elliot: The world I've always wanted... and you know what!? ...I would like very much to fight for it!»
Mistura-se um bom bocado de Fight Club com um pedacinho de Zeitgeist e um argumento pelos Anonymous; uma realização à David Fincher e uma edição à Quentin Tarantino, et voit la... 'Mr Robot' no seu melhor!
Ao 4º episódio da segunda temporada surge um interessante e enigmático jogo de xadrez jogado por apenas um jogador, contra si mesmo, como forma de se melhorar a si próprio.
«Leon: You know, back in the days of enlightment (Iluminismo), motherfuckers used chess as a means of self-improvement.
So what you're playng for, then? If there's no who, then what's the 'what'!? What's it for?
Elliot: Existence...
Leon: Dope! That's some high stakes right there.
Do you dream, Elliot!? Do you want to be here right now!?
(...) I mean here in a cosmic sense, bro.
Like... existence could be beautiful or it could be ugly... that's on you!!
Elliot: How do I know wich one is for me?
Leon: ...dream! You gotta find out the future you're fighting for!
If you like it, then it's beautifull... but if you don't, than you might as well fade right now!»
«Elliot: If I do close my eyes, what is it that I picture years from now?
Ray: Doesn't everyone need to understand that before they're ready to fight for their existence?
Elliot: The world I've always wanted... and you know what!? ...I would like very much to fight for it!»
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quinta-feira, 25 de agosto de 2016
Liberdade, igualdade e fraternidade
Em relação à cena que aconteceu numa praia francesa com uma senhora vestida de burka e três polícias facínoras, só tenho isto a dizer...
Acho que a única coisa que alguém pode ser obrigado a despir é um colete de barras de dinamite e a única coisa que alguém devia ser obrigado a vestir seria fatos-de-macaco com os labels das empresas e lobbies que representam, para todos os políticos e governantes. De resto, penso que cada um deve andar como quer e bem lhe apetece!!
Vivam os Estados laicos! Oui, oui!
quinta-feira, 18 de agosto de 2016
Filmes, toques e telemóvel
A série Aquarius está muito bem esgalhada. Bem escrita, com bons actores e muito bem realizada. Os cenários e ambiente dos 60's está fantástico. Só tem um problema... passo o tempo todo de cada episódio de 45m a julgar que o meu telemóvel está a tocar!
Ontem vi o filme The Nice Guys, passado na década de '70, e no que diz respeito à realização... absolutamente soberba! A história convence, os actores estão excelentes e é uma macacada constante. Fartei-me de rir!! ...e de vez em quando lá julgava que o meu telemóvel estava a tocar!
Outro filme que me deixa ansioso com a porcaria do toque to telemóvel é o Matrix (todos os três).
Ontem vi o filme The Nice Guys, passado na década de '70, e no que diz respeito à realização... absolutamente soberba! A história convence, os actores estão excelentes e é uma macacada constante. Fartei-me de rir!! ...e de vez em quando lá julgava que o meu telemóvel estava a tocar!
Outro filme que me deixa ansioso com a porcaria do toque to telemóvel é o Matrix (todos os três).
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