Ocorreu-me uma questão muito importante. Poder-me-ia ter ocorrido uma qualquer outra coisa, mas foi uma questão que se levantou. Reparei num pormenor de um reclame de ambientadores, onde se ouve a frase “elimina as moléculas dos maus odores”… ok, já chegaram lá? …eu espero… “moléculas dos maus odores”??? Como é que o cheiro de um assado que comemos com todo o prazer ou de um bouquet de flores se torna em mau odor? Até percebo que o que digerimos se transforme em merda, e então cheire mesmo mal, agora como é que uma coisa que tem umas determinadas moléculas, portadoras de um cheiro agradável, se transforma em mau cheiro sem ser ingerido por alguém? São as moléculas que se alteram, liquefazem-se, apodrecem? Que raio acontece às moléculas do cheiro, visto que não passam pelo estômago de ninguém? Como é que as moléculas dos cheiros apodrecem no ar? E como é que tudo isto me pode levar a mudar os meus cortinados e a colcha da cama? E já agora o que significa a expressão latina fodicare?
O blog que vai bem com meia dose de migas de espargos, uma caneca de Mokambo e um rebuçadinho de mentol.
quarta-feira, 15 de março de 2006
terça-feira, 14 de março de 2006
Lista de filmes para ver quando tiver Alzheimer
De certo já aconteceu a toda a gente, ter um amigo que revela o final de um filme que queríamos ver, provavelmente levado pelo entusiasmo e tentando convencer-nos a ir vê-lo, ou ouvir uma conversa de terceiros num elevador ou no café, que nos alerta para um pormenor importante do plot da história. É das situações mais chatas pela qual podemos passar, mas o pior é não conseguirmos evitar. Aqui há dias, numa conversa com um amigo, foi-me revelado parte importante da história do filme Matchpoint do Woody Allen, o qual eu quero muito ver, mas pelo que um outro amigo meu disse, já não vai ter grande piada depois do que me foi contado. Sendo assim, e porque esta ideia nasceu naquela conversa, proponho que pensem numa possível lista de filmes para verem quando tiverem Alzheimer. Eu tenho mais sorte, porque me esqueço dos plots da maioria dos filmes e consigo revê-los quase com a mesma intensidade como da primeira vez. Não é um defeito, acreditem, é uma grande vantagem. Tudo bem que não me consigo esquecer dos finais, mas mesmo em filmes como Usual Suspects, American Beauty, ou Vanilla Sky, me esqueço de montes de pormenores e sempre que os volto a ver retiro o mesmo gozo da primeira vez.
domingo, 12 de março de 2006
Linhas eróticas
sábado, 11 de março de 2006
Insultos e impropérios, part deux
Lembrei-me de um insulto que uso muitas vezes, e muito embora não tenha espaço naquele extraordinário Top3, merece o devido destaque. Aqui fica então a frase mítica: “Só não és mais parvo por falta de espaço!” Ah, e a beleza desta injúria é a de poder ser utilizada nas mais variadas e diversificadas situações, bastando para isso trocar a palavra “parvo” por outra qualquer que se adeqúe às circunstâncias:
Exemplo 1: só não és mais cromo por falta de espaço!
Exemplo 2: só não és mais fútil por falta de espaço!
etc.
sexta-feira, 10 de março de 2006
The Dark Side of The Force
quarta-feira, 8 de março de 2006
Vida Diet
A gente se acostuma com tudo
A tudo a gente se habitua
E até não ter um lugar
Dormir na rua
A tudo a gente se habitua
Me habituei ao pão light
À vida sem gás
O meu café tomo sem açúcar
E até ficar sem comer
Sem te ver
A gente custa mas se habitua
Sem giz, sem água
Sem paz, sem nada
Não vai ser diferente
Se eu me for de repente
Se o céu cai sobre o mundo
E o mar se abrir
Em um inferno profundo
Se acostumou sem querer
Ao salto alto
Salário baixo, à vida dura
E até ficar sem tv
É bom pra você
Televisão ninguém mais atura
Expressões alentejanas
A cultura alentejana é rica e farta em expressões originais e singulares, entre elas estão duas que eu aprecio imenso (“…afalfá-las!” lol) mas nem sempre as uso: “homessa!?” e “vá a ver!”. A primeira é uma expressão típica e muito utilizada pelo meu avô; a segunda é comummente utilizada por quase todos os alentejanos. O meu avô diz homessa a por tudo e por nada, qualquer coisa serve para ele se espantar. O vá a ver já é uma expressão mais generalizada, até os bimbos têm o “à’lá’ber!”, mas eles utilizam-na no início de uma frase e nós no fim, para arrematar, de forma inteligente, uma intenção ou vontade de fazer algo, por exemplo: “Oh Zéi! Tou chei'da fome. Vamo’z’ali até à tasca do Ti’Maneli comer uns torresmos e beber umas minis… vá ver!” c.q.d.
terça-feira, 7 de março de 2006
Insultos e impropérios
segunda-feira, 6 de março de 2006
Bendito roupão!
domingo, 5 de março de 2006
Oscars, apresentadores e ventos de mudança
sexta-feira, 3 de março de 2006
A Guerra não é justa!
quinta-feira, 2 de março de 2006
Dica culinária: batatas e maçãs
terça-feira, 28 de fevereiro de 2006
Carnaval dos pobres
- “pobre gosta mesmo é de luxo, quem gosta de pobreza é intelectual”
- “os brasileiros esquecem a pobreza com a riqueza dos fatos e o calor do samba”
Faz-me impressão o tempo e o dinheiro que se gasta na preparação do típico Carnaval Carioca, tido como o maior e melhor do mundo. Chega a ser quase um ano de organização para ser tudo consumido numa única noite. A esta atitude, chamam os antropólogos e etnólogos de Potlatch (palavra de origem índia que significa “dom”; comportamento de busca de poder que consiste, muitas vezes, na destruição espectacular de enormes riquezas e recursos). Sem querer entrar muito por definições e significados, gostava apenas de mostrar o meu ponto de vista e opinião sobre o Carnaval em duma forma geral. Acho inconcebível que, com a finalidade última da festa e da diversão, se empreenda tanto esforço humano, tempo de trabalho e recursos financeiros na produção de um espectáculo que apenas serve como droga colectiva, tipo pão e circo, com o efeito de provocar o esquecimento da situação real de pobreza, miséria e dificuldades em que se vive num país como o Brasil… ou Portugal! É uma montra de idiotice e falta de inteligência. Ok, há muita corrupção e miséria, o que só provoca abstinência, abstenção e inaptidão, mas quem faz um trabalho de mérito a produzir uma festa destas, também conseguiria empreender esforços em quaisquer outras tarefas que fizessem aquele país andar para a frente. Se há quem mate pela droga, porque tem fome ou inveja, que se organizem e se façam ouvir numa revolução… matem pela terra, pelo orgulho cultural e pela subsistência como povo. Assim não vão a lado nenhum! É pelo simples facto dos pobres ansiarem pelo luxo, e não pelo desejo de uma vida melhor, justamente, que as coisas estão como se mostram: um fosso cada vez maior entre pobres e ricos, e pouca capacidade de produzir pontes para o atravessar ou de ganhar fôlego para o conseguir cruzar a nado. Mantermo-nos à tona não é viver! Os brasileiros não são assim tão diferentes dos portugueses e nós até podíamos aprender com o que vemos neles, se assim o quisermos ver, claro! Se o Natal é quando um homem quiser, também o Carnaval o é. Não podemos andar cinzentos e taciturnos um ano inteiro, enchendo-nos de vontade e motivação só para gastarmos tudo em duas ou três ocasiões por ano. Temos de andar de olhos bem abertos sempre e não deixar que nos comam por parvos. Sejamos audazes e atrevidos. Tenhamos a coragem de nos dedicarmos a ser felizes. Desliguemos as televisões, não compremos mais revistas, e sobretudo não invistamos no apelo à ignorância, à pacatez e à mediocridade. Já basta de sermos um povo de brandos costumes. Deixemos a Amália e a Irmã Lúcia morrer, e assassinemos o Fado e a Saudade!! A estupidez é de facto feliz, mas só é verdadeiramente néscio quem faz por isso ou se deixa andar nesse caminho pouco sinuoso e fácil. Basta um suspiro e a percepção da realidade para tudo passar a ser diferente… WHAT IS THE FUCKING MATRIX!!!
domingo, 26 de fevereiro de 2006
A Preguiça…
“tasse?” em vez de “está tudo bem contigo?”
“Porta-te” em vez de “porta-te bem!”
“Fica” em vez de “fica bem”
“vá” em vez de “vou andando que está a ficar tarde”
“hasta” em vez de “adeus e até qualquer dia”
Nos sms e chats, por exemplo, escrevemos com siglas e abreviaturas, cada vez lemos menos e vemos mais televisão, menos cinema e mais dvd’s, menos álbuns e mais mp3. É impressionante no que nos estamos a tornar, a continuar neste caminho. Só a merda das telenovelas é que continuam a proliferar! Como é possível se são tão chatas e compridas!? Não percebo! Vá, tasse!? Fiquem…
sábado, 25 de fevereiro de 2006
Avô Cantigas!?
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2006
Chinesices
Estou a desenvolver uma irritação especial pelos chineses. São de facto um povo com uma cultura milenar e com características muito interessantes, mas ao mesmo tempo mostram ser um gigante imperialista, prepotente e abusador dos direitos do Homem. Não me esqueço do que aconteceu no Tibete! Por outro lado, e face à invasão dos produtos chineses no nosso mercado português, há a noção de que eles fazem tão bem e mais barato… é uma ideia profundamente errada e acarreta consequências enormes: os chineses têm por hábito o roubo de ideias e patentes aos investigadores internacionais (sabemos que há muitos investigadores e inventores que vendem as suas ideias ou acabam por ir trabalhar para empresas e governos de outros países que não o seu de origem, mas o que se passa na China não é nada disso, é roubo mesmo!); os chineses ignoram por completo as regras de higiene e segurança no local de trabalho, forçam crianças a trabalhar nas piores situações e ambientes, e escravizam os trabalhadores forçando-os a trabalhar durante muito mais do que as 8 horas diárias; elaboram e constroem os seus produtos, muitos deles literalmente copiados como já referi, usando materiais de baixa qualidade (mas com grande engenho, sem dúvida); mostram um total desrespeito pela espiritualidade e sentimento religioso das “N” sub-culturas que os caracterizam como povo; quando no estrangeiro, os chineses mantêm-se afastados da população geral mais por sua vontade do que por “imposição natural”; os restaurantes e as lojas chinesas costumam ser antros de máfias bem organizadas e muitas vezes não vendem o que anunciam… em suma, os chineses são um povo estranho, de hábitos e costumes invulgares extremamente enraizadas. Não estou aqui a tentar passar a mensagem de que serão piores do que outros, não o são!, mas numa época em que os americanos são tão criticados por serem imperialistas, arrogantes e obtusos, não nos podemos esquecer que há outros. Além disso a comida deles enche durante meia hora e depois ficamos outra vez com fome, mas então com bónus: cólicas ou diarreia! …eles andem’naí!
terça-feira, 21 de fevereiro de 2006
Dica culinária: yogurte e muesli
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2006
Hapiness is a warm gun
frase: Verde
música: Beatles (excerto da música)
…eheheh, tão a propósito! E com duplo significado (esta é só para quem conhece o Verde pessoalmente)
domingo, 19 de fevereiro de 2006
Mira Técnica Rules!!
Parabéns ao Blog!
sábado, 18 de fevereiro de 2006
Cartoons do demo! Uhuhuh…
Em relação à questão dos cartoons nos jornais, tidos como blasfémia pela comunidade muçulmana, só me apraz dizer uma ou outra coisa. Só merece respeito quem respeita e se faz respeitar. Há muito muçulmano arrogante e obtuso por aí... é o que dá ser-se religioso, fanático e extremista! Até entendo quando se é "terrorista" pela terra, pela pátria, pela cultura, por uma ideia... mas não admito o exagero e a barbárie como meio de provar que deveriamos ser todos iguais. Já houve outros a cair pelo mesmo e até por muito menos. O humor pode e deve ser usado para criticar e expor a ironia e o ridículo, para nos fazer reflectir sobre as coisas mundanas e aparentemente "normais".
Há uma frase que eu acho fantástica e que se aplica a muitas situações que nós, apercebendo-nos apenas da realidade já mastigada e meio deglutida pelos directores de informação de televisões, rádios e jornais, não ligamos e não damos a devida importância: "one man's terrorist is a nother man's freedom fighter". Não nos podemos esquecer nunca que a verdade que encaramos, de forma racional ou passional, como real e absoluta é sempre e só um dos vários e possíveis pontos de vista. Seja como for, matar em nome de algo ou alguém é sempre errado, quer seja à bomba, a tiro ou por meio de uma cadeira eléctrica ou injecção letal. Não sou religioso, apenas me considero como sendo espiritual, mas há coisas boas a retirar da Bíblia, do Alcorão ou da Tora, e "não matarás" parece-me bem. Viva a liberdade de expressão!! Viva o Blog da Courela do Tanganho! Viva as postas de pescada e os arrotos!
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2006
Dica culinária: pão do Rosalino
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2006
Ser rico, dinheiro e vidas chatas
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2006
Frase do dia
terça-feira, 14 de fevereiro de 2006
Gente rija!
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2006
Plim… e não tinha de me esforçar muito!
Se eu fosse ilusionista não faria aparecer pombas das mangas do meu casaco ou um coelho duma cartola, não faria desaparecer edifícios completos ou aviões em pleno voo, tudo isso me parece ridículo e falível. Se eu tivesse o dom da magia faria desaparecer o pó da casa, desentupia fossas sem ter de mexer na morraça, cortava a relva toda e podava as árvores do quintal, faria aparecer pequenos almoços na cama e cortava as unhas só com o poder da mente. Como é que os ilusionistas não pensam nisso!? São todos filhos de gente rica?? São é uma beca totós!
sábado, 11 de fevereiro de 2006
Batido de atum para toda a gente!
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2006
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2006
Maravilhas da Natureza… ou não!
terça-feira, 7 de fevereiro de 2006
Ramela D o m i n a t r i x
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2006
Revolução, tempos antigos e fascizóides
Esta gentalha fascizóide está mesmo com vontade de amochar e levar nos costados outra vez.
O que eu acho mais estranho é que quem é responsável pelo estado de sítio em que nos encontramos não é uma geração alheia ao fenómeno da privação de liberdade, do partido único, da censura, etc., não é a minha geração que está no poder (quem nasceu no final da década de 70), são ainda os que cresceram e se desenvolveram durante o tempo do estado novo (nem destaco com letra grande, porra!).
O povo português tem memória curta, mas pelos “pecados” de alguns não deviam sofrer todos!!
Uma atitude positiva é o que nos pode salvar, e se voltarmos ao totalitarismo, e não será com uma monarquia da tanga, de certeza, uma coisa boa teremos mais tarde… outro feriado nacional!
Fixe era se os totós dos militares tomassem conta disto já em meados de Fevereiro, e depois os Espanhóis nos libertassem lá para dia 26 de Abril. Um duplo feriado!? Sempre é mais fácil de se verificar do que aparecer outro Messias… coitado! E se a coisa corresse mal com os Espanhóis, sempre podíamos esperar por 2 de Maio e fazíamos a revolução.
Tulha daqui para fora! Viva la revolucion Mexicana!!
sábado, 4 de fevereiro de 2006
Who is Tyler Durden?
Como começam os boatos…
E por falar em António Sala… o tipo não estava também implicado no processo da Casa Pia?? Aquele tom de voz e o seu famigerado vasculho nunca me enganaram!
lol
Do Sala não reza a história!
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2006
Um pouco de história e trivialidades
Jim Morrison, 8/12/1943, faria 63 anos
John Lennon, 9/10/1940, faria 66 anos
Paul McCartney, 18/6/1942, faz 64 anos
Janis Joplin, 19/1/1943, faria 63 anos
Jimi Hendrix, 27/11/1942, faria 64 anos
Roger Waters, 6/9/1943, faz 63 anos
David Gilmour, 6/3/1946, faz 60 anos
Mick Jagger, 7/6/1943, faz 63 anos
Keith Richards, 18/12/1943, faz 63 anos (e se não fossem as transfusões de sangue, já tinha lerpado 27 vezes)
James Brown, 3/5/1933, faz 73 anos
Tina Turner, 26/11/1938, faz 68 anos
Caetano Veloso, 7/8/1942, faz 64 anos
Chico Buarque de Hollanda, 19/6/1944, faz 62 anos
Ellis Regina, 17/3/1945, faria 61 anos
Tom Jobim, 25/1/1927, faria 79 anos
Bolacha-Bife
terça-feira, 31 de janeiro de 2006
As Misses e as Bolachas
segunda-feira, 30 de janeiro de 2006
Desvio
Tenho um desvio no ventríloquo esquerdo, o meu coração fala por mim mesmo quando eu não digo nada…
domingo, 29 de janeiro de 2006
Cai neve na Courela
sexta-feira, 27 de janeiro de 2006
Jamba
quinta-feira, 26 de janeiro de 2006
terça-feira, 24 de janeiro de 2006
You got mail!
segunda-feira, 23 de janeiro de 2006
Fresca e fofa!
I certainly haven't been shopping for any new shoes
And I certainly haven't been spreading myself around
I still only travel by foot and by foot, it's a slow climb,
But I'm good at being uncomfortable, so
I can't stop changing all the time
I notice that my opponent is always on the go
And won't go slow, so's not to focus, and I notice
He'll hitch a ride with any guide, as long as
They go fast from whence he came
But he's no good at being uncomfortable, so
He can't stop staying exactly the same
If there was a better way to go then it would find me
I can't help it, the road just rolls out behind me
Be kind to me, or treat me mean
I'll make the most of it, I'm an extraordinary machine
I seem to you to seek a new disaster every day
You deem me due to clean my view and be at piece and lay
I mean to prove I mean to move in my own way, and say,
I've been getting along for long before you came into the play
I am the baby of the family, it happens, so
Everybody cares and wears the sheeps' clothes while they chaperone
Curious, you looking down your nose at me, while you appease
Courteous, to try and help - but let me set your mind at ease
If there was a better way to go then it would find me
I can't help it, the road just rolls out behind me
Be kind to me, or treat me mean
I'll make the most of it, I'm an extraordinary machine
Do I so worry you, you need to hurry to my side? It's very kind
But it's to no avail; I don't want the bail
I promise you, everything will be just fine
If there was a better way to go then it would find me
I can't help it, the road just rolls out behind me
Be kind to me, or treat me mean
I'll make the most of it, I'm an extraordinary machine
domingo, 22 de janeiro de 2006
Cidadãos, Zé Povinho e República do Kunami
Quem sabe se daqui a uns 10 anitos não é o Sócrates a ser eleito presidente. DASS!? :((
Está tudo podre e fede como se houvesse merda das sarjetas espalhada pelas ruas. Dou os meus parabéns a quem ganhou, claro, embora não com tanta veemência quanto a quem lutou fervorosamente e com determinação por princípios que parecem adormecidos, esses sim, merecem o meu respeito e orgulho: Alegre, Louçã, Jerónimo… ah valentes!, não desistam nunca, nós estamos aqui!!
Os cidadãos deste país têm tido e terão o que merecem, sempre foi assim e sempre há-de ser, no entanto não consigo deixar de ficar triste e pensar que, a andar para trás não chegamos a lado nenhum, e agora os espanhóis já não vão querer pegar nisto, que eles são tudo menos parvos, e era por isso que eu esperava… em suma, e mesmo sem isto ser o Brasil, Angola ou os EUA, sejam bem-vindos à República do Kunami.
sexta-feira, 20 de janeiro de 2006
Charuto encabaçado
quinta-feira, 19 de janeiro de 2006
Sprite ou 7up?
quarta-feira, 18 de janeiro de 2006
Pão com manteiga
segunda-feira, 16 de janeiro de 2006
Maldito roupão
domingo, 15 de janeiro de 2006
Película de plástico
sábado, 14 de janeiro de 2006
Uma lição de vida
Don’t stop trying, there’s always reason to go on living
As long as you can breath
Stay clear of extremes
Just say what you mean
But try not to be mean
You should say thank you often
Like your hair
Wave to strangers everywhere
Do what you’re supposed to do
Don’t look at what the others do
Think before you buy a car
Don’t marry someone you met at a bar
There’s no such thing as going too far
Love who you are
Don’t be scared of what’s ahead
But wear a helmet to protect your head
Be aware, say you care, don’t say fair
Stay close to the hands that raised you
Watch for signs
Never waste expensive wine
Spoil your body, spoil yourself
Never cheat and share your wealth
Sing when you’re glad
Close the door if you sound bad
Don’t believe a man who knows he’s right
Don’t skip ahead, enjoy your flight
Be nice to your dog
Drive slow in the fog
Convince yourself to write a song
Change clothes every day
Call ahead when you’re late
Be safe when you’re planning to get laid
Read what you like
Be on your brother’s side
It’s okay to wonder why
But don’t expect to understand your life
Don’t expect to understand your life...
Tempo perdido, parte II
Tempo perdido…
Certo!? eheh… este postulado não carece de confirmação, eu penso assim e pronto! Como dizia um amigo meu: “a perfeição é” (sem reticências, ponto de exclamação, final ou de interrogação… apenas é)
Equilíbrio: estado em que se acham os corpos solicitados por forças iguais e contrárias; justa medida; proporção devida; igualdade de forças.
sexta-feira, 13 de janeiro de 2006
Jogar Futebol vs Jogar à Bola
quinta-feira, 12 de janeiro de 2006
Dúvida existencial
Se há coisas que sempre mexeram comigo, como que aquelas comichões a que não conseguimos chegar para coçar, por muito que nos estiquemos, é tentar perceber como é que põem os guindastes de pé. Já vivi ao lado de construções em que havia guindastes, e até me mantive atento para assistir ao processo, mas eles conseguiram pô-lo de pé no espaço de uma manhã enquanto eu estava a trabalhar. Qual o meu espanto e tristeza quando chego a casa à hora do almoço e deparo com aquilo tudo já montado e a funcionar. Como é que põem aquela bisarma de pé, com outro a elevar as últimas peças a montar no topo? E guindastes a montar outros guindastes!? Isso é perverso!!
…mas como é que aquilo se monta, porra!?!?
quarta-feira, 11 de janeiro de 2006
What do you mean!?
Fastball, Out Of My Head, All The Pain Money Can Buy
terça-feira, 10 de janeiro de 2006
A mística da pastilha elástica
segunda-feira, 9 de janeiro de 2006
Tem dias…
Por vezes penso que gostava de ser bem alto, para que ninguém reparasse que estou a perder cabelo. Outras vezes… não!
domingo, 8 de janeiro de 2006
Banzai!!!
sábado, 7 de janeiro de 2006
Notas Soltas I
sexta-feira, 6 de janeiro de 2006
Os pacotes medem-se aos palmos!
Os pacotes de leite ou de sumo pequeninos não têm líquido suficiente para me satisfazer, nunca chegam até ao fim da sandocha ou da tosta mística. Lá estou eu a comer qualquer coisa, todo contente, quando oiço aquele temido som do ar a esgueirar-se pela palhinha, significando que o fim do líquido está apenas a uns dois goles de distância, ou menos, e isso irrita-me!! Um pacote de litro de leite com chocolate seria um disparate qualquer, ou uma litrada de 7up poderia ser encarada como uma quase tentativa de suicídio, mas 25cl também não deixam ninguém saciado, porra!!, é manifestamente pouco. Uns míseros 25cl não chegam para satisfazer e sim, os pacotes podem medir-se aos palmos… as latas, essas, já são “outros quinhentos”.
quarta-feira, 4 de janeiro de 2006
Mulheres bonitas...
Um amigo meu perguntava-me numa resposta a um mail meu: “Diz-me lá uma coisa. Estas mulheres são tão belas e já te passaram tantas pelos olhos (a mim tb mas de certeza em menor escala :) ) como é que vives com o real? Um dia destes, se pudermos, haveremos de discutir este assunto. Acho que estas fotos, como tantas outras, de mulheres fotograficamente belas, acabam por ser fonte de frustração”… ele há-de me perdoar a citação e a consequente exposição, mas talvez tenha vontade de responder em forma de comentário. Eis a minha resposta:
“Vivo bem com as mulheres bonitas e fantásticas que vejo nas fotos porque tenho a noção de que não existem. É tudo uma construção com base nas fantasias de alguém. Gosto de mulheres reais, do dia-a-dia, e prefiro-as sem perfume, sem maquilhagem, e com pouca roupa! Adoro ter acesso à verdadeira e real mulher, de pijama, a fazer o pequeno almoço antes de sair, ter acesso ao seu cheiro, à sua essência, saber o que adora e o que odeia, os seus medos e receios, o que a torna um ser humano mais forte. Adoro saber que posso fazer parte da vida dela ao ponto de me dizer que existe para me amar e é quem é porque eu faço parte da sua vida, que tudo o que está para trás do momento em que me conheceu já não faz muito sentido agora, que adora ser como é... e porque eu também sou o mesmo e sinto da mesma forma! Não há NADA que bata isto! Não há mulher bonita, momento sensual ou prazer carnal que transcenda o gozo/prazer/fruição/gosto de amar alguém. Depois disso, e usando uma metáfora de jogos de cartas, o resto é palha. Há mulheres, prazeres e momentos do "2" ao "10", mas será sempre e só... palha!”
Continuando a alegoria das cartas, uma trunfo assim permite-nos aceder a todas as outras que dão pontos. Só conseguimos ser realmente felizes quando nos sentimos bem connosco, mostrando-nos como realmente somos, e com alguém que também se sente bem consigo, ao nosso lado. E é tão mais fácil de se atingir isto quanto mais as pessoas se abrirem e se deixarem de merdas e atrofios, fechados e cada um no seu "caminho" não vamos a lado nenhum, é como andar a correr numa máquina de ginásio... conseguem-se grandes records, de sprints ou endurances, mas não há paisagem!
Agora que reli o mail, acho que ele não estava à espera duma resposta destas… ou estavas!? ;)
terça-feira, 3 de janeiro de 2006
Dakar em África
segunda-feira, 2 de janeiro de 2006
Ilha da Fantasia
domingo, 1 de janeiro de 2006
Moda do Pé de Gesso
sábado, 31 de dezembro de 2005
Bom Ano de 2006!
Sejam egoístas, porque se o forem verdadeiramente, farão o melhor por vocês e isso inclui todos de quem gostam, pois ninguém é feliz sozinho.
sexta-feira, 30 de dezembro de 2005
Pratos e talheres
- o ruído dos talheres e pratos.
Quando estamos a pôr a mesa ou no final da refeição, a raspar pratos, por exemplo, por vezes é uma chinfrineira que chega a magoar… it’s no good!
Se trabalhasse num restaurante, acho que me passava do juízo em pouco tempo.
Depois de trabalhar nos correios, e não me refiro andar de mota a distribuir cartas, acho que lava-pratos num restaurante movimentado ficará num pouco distante segundo lugar dos trabalhos mais manhosos que há.
quinta-feira, 29 de dezembro de 2005
Fardas femininas, aglomerados de homens e saldos
- uma companhia aérea em que as assistentes de bordo - elas não gostam que se lhes chame de hospedeiras - andariam “vestidas” com fardas desenhadas pela Fátima Lopes…
Já estão a imaginar o filme?, não era brutal!?
E quem diz uma companhia aérea, diz os seguranças femininos de museus e lojas de roupa. Aliás, só assim é que deixariam de existir aqueles aglomerados de amigos, namorados e maridos que se dão à porta das lojas de roupa e lingerie. Assim já haveria um sólido motivo para se permanecer dentro da loja.
Mas sinceramente, nunca fiquei à porta de lojas de roupa e lingerie feminina. Acompanho o mulherio até à sala de provas e fico sempre à coca de qualquer situação que se me apresente, uma vez que estou por ali à espera que a amiga/namorada apareça no corredor para mostrar a blusa ou o casaco que está a experimentar, há sempre uma rapariga que aparece cá fora meio despida, uma cortina mal fechada ou um espelho teimosamente bem colocado e em ângulo ideal.
Só não entro em lojas de acessórios ou que estejam em saldos, aí é a morte do artista!
quarta-feira, 28 de dezembro de 2005
segunda-feira, 26 de dezembro de 2005
Lotaria, nomes e um trabalho estúpido
Não há função mais estranha e idiota do que cantar números frente às câmaras, jornalistas e demais mirones. Roça mesmo o cúmulo do ridículo!
Agora imaginem a vida que levam estas pessoas, alvos e vítimas de chacotas sucessivas, se já tivessem sido gozadas em crianças. Bastava chamarem-se Edalberto, Ricardina, Emanuel, Henriqueta, ou algo do género.
O que eu me pergunto é o seguinte: será que os pais destas crianças é tudo gente estúpida que não consegue antecipar o futuro? ou não gostam mesmo das crianças e marcam-nas logo à nascença?
Era escusado…
sábado, 24 de dezembro de 2005
Quem é afinal o Pai Natal?
“No Natal…
Depois de ter lido a “Carta ao Pai Natal” do Boss AC reparei num pormenor que toda a gente conhece mas que não oiço à maioria a referir-se em conversas ou discussões: os meninos mal comportados são os que ganham as melhores prendas… ok, talvez não as melhores, mas as mais caras. Eu cá estou bem assim, nunca tive a menor pretensão de ser rico e também não o desejo a ninguém. Os ricos não têm amigos verdadeiros, não conquistam confiança através do carácter e das suas atitudes… “compram-no” sem esforço! Não desejo isso a ninguém, desejo antes, neste Natal e para o próximo ano, que haja sentido de humor, pois que como as coisas estão, como o país vai andando, com os governantes e políticos que temos, com a parca vontade e baixa motivação, bem como com toda a idiotice que nos caracteriza enquanto portugueses, só com bom humor e atitude combativa é que iremos sobreviver… e vamos sobreviver!
quinta-feira, 22 de dezembro de 2005
Portas, Doors e concertos
Fez este passado dia 6 de Dezembro, dois anos que vi The Doors ao vivo e o Jim estava por lá… que pena o Densmore não fazer parte do projecto.
Foi um concerto memorável!
quarta-feira, 21 de dezembro de 2005
Super Gorila
domingo, 18 de dezembro de 2005
Não conseguir espirrar
sábado, 17 de dezembro de 2005
O drama do tampo frio
sexta-feira, 16 de dezembro de 2005
ZMB, lavar as mãos e gente estúpida
Zé Mário Branco, és um senhor!!
quinta-feira, 15 de dezembro de 2005
Green Day, american idiot e guerra no Iraque
Basicamente, aquilo que o fez precipitar um conflito que desencadeou uma Guerra, que, de forma atempada e oportuna, supostamente impediria que essa mesma Guerra viesse a ocorrer, não tinha qualquer razão de o ser… não existiam armas de destruição maciça, não existia motivo humanitário para o que se passou, não havia fundamento político para o que se deu, apenas e só existia interesse e especulação oportunistas… algumas mentiras, muito negócio e 30.000 mortos civis mais tarde, este senhor vem a público, sem se arrepender, mostrar que de facto se enganou.
Ao pé deste tipo de gente, Hitler era um menino!!
Fumem Marlboro, comam no McDonalds e encharquem-se em Coca-Cola… eu cá oiço boa música!
Green Day RULES!!!
quarta-feira, 14 de dezembro de 2005
A Mansão
Aqui há tempos, em Lisboa, vi 4 tipos num Golf tuning, azul, cheio de plásticos e música pão com grão em altos berros, a fazerem valentes acelerações, mas parados!, completamente a seco. Tiveram naquele disparate, com muita a gente a assistir, durante uns bons 15 minutos. É óbvio que o carrito não aguentou e o motor cedeu… entrei numa loja, e 20 minutos mais tarde ainda tive o estranho mas delicioso prazer de os ver a entrar na carrinha do reboque e num táxi. Pode parecer um comportamento funesto e repreensível da minha parte, mas para quem já foi a muitas concentrações motard e de automóveis como eu, e viu a quantidade de energúmenos, que não têm outro nome, a destruir material (motas e carros) e a esbanjar dinheiro, é perfeitamente compreensível. Não merecem! Isto até me faz lembrar de uma outra teoria sobre a atribuição de licenças de condução e automóveis/motas consoante a habilidade técnica e capacidades psicológicas de cada um, mas isso fica para outro post.
segunda-feira, 12 de dezembro de 2005
Pasteis de nata, padres e a carneirada
- "o que eu peço aos jovens é que sejam a consciência crítica da igreja, para que deixe de ser uma igreja de rebanho e passe a ser uma igreja de pessoas".
Pareceu-me uma afirmação corajosa e digna, que eu aplicaria a toda a gente, num sentido mais abrangente e não só religioso.
domingo, 11 de dezembro de 2005
Nazis, cabrões e cabros grandes
Se há seres humanos de segunda categoria, serão os que acreditam que tal coisa existe.
Racistas, brancos ou pretos, deveriam ser todos presos juntos até se conseguirem aceitar como iguais... ou até não restar um vivo!
sexta-feira, 9 de dezembro de 2005
Sá Carneiro, nome de aeroporto e estranheza
O aeroporto da cidade do Porto tem o nome de uma pessoa que morreu num desastre de avião.
Estranho, não!?
quinta-feira, 8 de dezembro de 2005
quarta-feira, 7 de dezembro de 2005
I Robot
domingo, 4 de dezembro de 2005
Política, fellatio e assuntos sérios
Íamos a caminho do norte para uma reunião de trabalho e aproveitámos o tempo de viagem para conversar sobre as diferenças e semelhanças entre portugueses e franceses.
Entre outras coisas, e tocando ao de leve no assunto da 'política', ele saiu-se com esta pérola: “a economia e as finanças são assuntos sérios demais para serem tratados pelos políticos” (J.Pallota).
Já tinha essa sensação e agora que reflecti exaustivamente sobre a frase em causa e em tudo o que ela implica, cheguei à conclusão que não há político que se safe neste Portugal que é profundo e está sempre no seu melhor.
O Manuel João Vieira será, quiçá, o candidato mais apurado e ao nível da bandalheira descuidada em que se encontra o nosso país, quase em estado de sítio, e ideal para chegar a Presidente da República. Tal como ele diz, numa das suas frases de campanha, “um banana para uma república das bananas”, além disso ele promete fellatios gratuitos para toda a gente, tal como há 5 anos tinha prometido uma ginasta russa e um dançarino cubano para todos os portugueses e portuguesas, respectivamente. Se não for o Manuel João, e tendo em conta o caminho que isto está a tomar, acho que até o advogado do Bibi serve melhor do que o Cavaco ou o Soares.
Parafraseando um actual colega meu que não tem problemas em usar palavrões nas situações mais pertinentes, inclusivamente em ambiente de trabalho, digo e sublinho com veemência: "puta que os pariu!"
sexta-feira, 2 de dezembro de 2005
Situações, sentimentos e interjeições de rock
Cada vez que alguém de quem não gostamos se dirigisse a nós, ou uma rapariga jeitosa se apresentasse perante a nossa visão periférica, fossemos promovidos, ganhássemos um passatempo na rádio, nos caísse um vaso no pé, ou uma qualquer outra situação pontual de entre um sem número de situações surpreendentes, bastava que nos dessemos a entender por meio de interjeições de rock!
Numa situação agradável bastava um “Oh yeah!”; depois de nos acontecer uma coisa má, usava-se uma “fuck you mamma!”; se fosse uma coisa normal usar-se-ia uma “Get Up-a!”; e assim sucessivamente.
Não ficaria nada por dizer, pois cada pessoa manifestaria todo o seu sentimento.
Por outro lado, não se gastaria tempo com explicações e justificações. Tudo dito de forma evidente, inequívoca e em poucos segundos.
Simples, eficaz e prático.
domingo, 27 de novembro de 2005
Cacho, banana e o nexus do universo
A explicação cósmica e holística da criação de tudo está contida no cacho de onde hoje retirei, hoje, uma banana para degustar e ingerir.
Pois que era uma banana com aspecto de estar madura e quase fora do período ideal para ser comida, já com manchas pretas, mas que depois de descascada ainda se apresentava rija, com sabor e textura típicos de uma banana ainda verde.
Dei uma dentada e formulei o seguinte pensamento:
- “Estarei eu no nexus do universo, onde tudo começa e acaba, presenciando a espacio-temporalidade que se me apresenta de forma pouco respeitadora de quaisquer leis e regras até hoje vigentes, sem que disso alguém se dê conta, excepto a minha singela e humilde individualidade!? …ahh... eis-me na presença de algo transcendente, fantástico e cósmico que tanto carece de explicação, mas para o qual jamais encontrarei lógica que o determine e lhe dê razão para existir. É melhor comer a porra da banana até ao fim antes que mude de cor, se liquefaça ou mude de dimensão!”
sábado, 26 de novembro de 2005
Carros, chapeleiras e naprons
Neste momento, sou o feliz possuidor da informação que desvenda o mistério dos naprons em forma de chapéu, devidamente depositados na chapeleira de certos automóveis, mais comummente Toyotas Corolla e Datsuns 1200, clássicos.
Esses "chapéus" existem nesse digno local para albergar um rolo de papel higiénico que possa ser útil numa situação pontual de aperto.
Lá está o sentido prático do tuga, sempre em evidência.
sexta-feira, 25 de novembro de 2005
Carros, coletes e fatos-de-treino
Não percebo, juro que não percebo!
Já dei voltas e voltas aos meus pensamentos e não encontro pedaço de lógica que se lhe aplique.
E já que falo nisto, porque não explicarem-me a função dos CD’s pendurados no espelho reflector, dos naprons bordados na chapeleira e da placa de metal identificativa no tablier com o nome e morada, não vá o bólide ser encontrado perdido no mato e precisar de alguém que o conduza de volta ao dono, porque caso o condutor se embebede ou algo assim, é mesmo o carro que se vai perder, pois!
quinta-feira, 24 de novembro de 2005
Os cabrões dos máximos
quarta-feira, 23 de novembro de 2005
Mijar sentado não lembra a ninguém!
segunda-feira, 21 de novembro de 2005
O drama da cortina
domingo, 20 de novembro de 2005
Bichas vs Futebol de Salão
sexta-feira, 18 de novembro de 2005
Passarolas Voadoras
"As Passarolas Voadoras são seres críticos e sensíveis que observam a realidade social e sobre ela fazem as suas dissertações em forma de música e poema. Vivem longe de tudo e todos, fazendo passagens muito pontuais e breves pelo nosso planeta. Relatam o que vêm de uma forma satírica e humorística para que seja perceptível por todos sem excepção. No final do bom ano de 2002 d.c. surgiu a tão suscitada obra prima, real cagada passarolal, o bestialmente aclamado álbum de estreia das Passarolas Voadoras. Estamos, portanto, em pleno momento estasiático de inspiração e introspecção para que se dê mais uma vinda e consequente descida das Passarolas à Terra. Eles andem n'aí, e muito d'em'breve se mostrarão ao mundo qual D. Sebastião na neblina vespertina... aguardai!"
quinta-feira, 17 de novembro de 2005
Valdez e as Piranhas Douradas
"Valdez e as Piranhas Douradas é uma banda de seis/sete músicos, formada no início dos anos noventa. A sua estética xunga/rock/comercial caracteriza-se pela criação de ambientes de loucura dançante e baladas bimbo/românticas, através da aglutinação de múltiplas sonoridades desde o tango ao pop/rock, fazendo dos “Valdez e as Piranhas Douradas” uma persistente lufada de ar fresco no definido mundo musical."
Valdez e as Piranhas Douradas são: Pedro Wilson (voz), Odete (vozes de fundo e balarina), , Magui (vozes de fundo e balarina), Rui de Sá (acordeão, xilofone, harmónica, coros), João Baião (guitarra ritmo e solo), Abílio (baixo), Sérgio Bolota (bateria, percussão). Eu já vi ao vivo e o meu comentário é "loucura total!!!"
terça-feira, 15 de novembro de 2005
A long, long time ago...
Courela do Tanganho
A wish was made,
expectations were high
But finally...
...the circle is now complete!
segunda-feira, 14 de novembro de 2005
Guerra dos sexos, trânsito e maquilhagem
Quando alguém faz algum tipo de disparate no trânsito, se for mulher e der conta do que fez, coisa que nem sempre acontece, nem tenta reparar em quem está a buzinar ou a mandar vir. Segue em frente, nunca olhando para o lado ou pelo espelho retrovisor
Se for homem, claro que dá conta do que fez, começa logo armado em galarote a cacarejar de volta e a fazer manguitos ou coisa pior.
Este é mais um exemplo das diferenças entre os sexos. Neste caso, no que diz respeito à forma de guiar e de encarar o trânsito.
Mas antes que me apelidem de sexista, coisa que me acontece não tão raras vezes, devo referir que as estatísticas mostram que as mulheres são os condutores menos propensos a ter acidentes e as companhias de seguros sabem disso. Tanto que elas pagam menos pelo seguro automóvel.
Afinal a história dos saltos-altos e da maquilhagem enquanto conduzem não passa de mera especulação insidiosa.
domingo, 13 de novembro de 2005
Necessidades, campismo e o cocó
segunda-feira, 7 de novembro de 2005
Me Gandim, You Tarzan
domingo, 6 de novembro de 2005
Mitos desvendados, parte II
O Sport Billy tinha tudo dentro da sua malinha de mão (ou mariconete, como preferirem chamar), o Jerry sacava tudo do seu casacão, e por último, o McGyver conseguia fazer milagres com as coisas mais simples de que dispunha. Estes são os verdadeiros heróis, os outros, como por exemplo o Batman, são uma cambada de filhos de gente rica sem mais nada de interessante para fazer do que combater o crime quais vigilantes na noite, armados em pseudo-heróis… ou isso ou nasceram com a vocação, mas na família errada. E nada me afasta da ideia de que todos esses super-heróis andaram nos escuteiros quando eram putos, o que só os pode ter corrompido e levado a uma estado tal que os deixou incapazes de conter o impulso de andar constantemente mascarados (isto vem da grande máxima – escuteiros: bando de meninos vestidos de parvo, liderados por um parvo vestido de menino).
Os Self Made Men não precisam de máscaras, os verdadeiros heróis não carecem de levar uma vida dupla e inconstante que só lhes estraga ainda mais o sossego, psicológico e mental entenda-se, e a capacidade de funcionar em sociedade, e é desta gente que o mundo está a precisar, são precisas mais almas caridosas, generosas e solidárias.
O nosso futuro depende de pessoas altruístas e orientadas para os outros, não de Valentim’s Loureiro’s, Fátima’s Felgueira’s e afins… esses!?, puta que os pariu!!