A Fifa anunciou hoje que tinha pedido a todas as estações televisivas para deixarem de filmar raparigas e mulheres bonitas nas bancadas durante as emissões dos jogos de futebol, por ser considerado sexista.
Para já acho mal, porque não filmam só raparigas e mulheres como também rapazes e homens, e depois acho ridículo porque é muito mais sexista terem raparigas a entrar em campo com os jogadores no início dos jogos, as cheerleaders que aparecem na relva durante os intervalos, as miúdas giras e decotadas nos sorteios dos campeonatos, ligas e taças... já para não falar noutras modalidades, com as raparigas a dar beijinhos aos ciclistas, ou a segurar guarda-sois na fórmula 1 e eventos de motociclismo, ou a erguer placas a indicar o número do round no boxe... enfim!
Esta nova moda do politicamente correcto está a dar cabo da sociedade, e como lógica e forma de estar, é só estúpido!!
O blog que vai bem com meia dose de migas de espargos, uma caneca de Mokambo e um rebuçadinho de mentol.
quinta-feira, 12 de julho de 2018
quarta-feira, 11 de julho de 2018
Amor, música e alta fidelidade
É certo e sabido que tenho uma espécie ódio visceral a musicais e espectáculos de revista, mas há um que me incomoda ainda mais do que os restantes, assim mesmo a sério... mas já lá vamos...
Adoro cinema, gosto de teatro e já vi óperas verdadeiramente fantásticas! Adoro a experiência de me sentar numa sala para ver um bom espectáculo, seja ele com gente no palco ou num ecrã. Gosto muito de ver concertos ao vivo, filmes, peças e, embora já tenha visto óperas dramáticas muito boas, comoventes, arrepiantes e até larger than life, prefiro as comédias mais conhecidas por ópera buffa. E até aqui tudo bem! O que me faz espécie (não gosto muito daquela frase típica alentejana que até se aplicaria aqui na perfeição - "carga de fezes") é quando juntam ao teatro e ao cinema algo que na ópera faz todo o sentido, e é arte levada ao expoente máximo da excelência, que é musicar a acção e pôr os actores a cantar o que deviam estar a proferir ou narrar. Ora mas para que raio servirá isto!?!? Como é que alguém no seu perfeito juízo e na posse das suas plenas faculdades, assiste a isto, sem se rir à gargalhada ou virar o estômago do avesso, e chama de arte!? Sinceramente, ou bem que actuam ou bem que cantam ou bem que se dedicam à ópera, porque misturar tudo é que não!! É como beber um batido com todas as frutas, até as suas cascas, sementes e tal, tudo misturado! Fruta é boa, algumas misturas sim, funcionam na perfeição, mas tudo no mesmo copo, não... por favor!!!
E pior do que um musical é um musical de época, com temas e versões 'estranhas' metidas à paposseco no meio da narrativa... ichhhhh!
Quando me envolvo com alguém e entro num novo relacionamento romântico não consigo evitar e ficar imediatamente na expectativa, aguardando o fatídico momento em que irei ouvir a frase: "já viste o Moulin Rouge!?" É 'daqueles' testes à relação, sem dúvida!
Eu não obrigo ninguém a ver o Fight Club ou o V For Vendetta!! Menciono, solto a ocasional referência, trago-os para as conversas sobre filmes e cinema, alegando até, serem 'filmes obrigatórios', verdadeiros must see, filmes que edificam o carácter e mais tarde nos relembram do que é tão ou mais importante nas nossas vidas. E até tento não ficar chateado com quem evita ou até se prontifica a justificar que jamais irá ver tais filmes, mas é inevitável!
Como diz a personagem de John Cusack no filme High Fidelity - "I agreed that what really matters is what you like, not what you are like... books, records, films - these things matter! Call me shallow but it's the fucking truth."
E a dupla Tê/Veloso também o disseram e da forma mais simples possível: "não se ama alguém que não ouve a mesma canção"
O amor é fodido e, por vezes, as relações são o caos... it's the fucking truth!
Adoro cinema, gosto de teatro e já vi óperas verdadeiramente fantásticas! Adoro a experiência de me sentar numa sala para ver um bom espectáculo, seja ele com gente no palco ou num ecrã. Gosto muito de ver concertos ao vivo, filmes, peças e, embora já tenha visto óperas dramáticas muito boas, comoventes, arrepiantes e até larger than life, prefiro as comédias mais conhecidas por ópera buffa. E até aqui tudo bem! O que me faz espécie (não gosto muito daquela frase típica alentejana que até se aplicaria aqui na perfeição - "carga de fezes") é quando juntam ao teatro e ao cinema algo que na ópera faz todo o sentido, e é arte levada ao expoente máximo da excelência, que é musicar a acção e pôr os actores a cantar o que deviam estar a proferir ou narrar. Ora mas para que raio servirá isto!?!? Como é que alguém no seu perfeito juízo e na posse das suas plenas faculdades, assiste a isto, sem se rir à gargalhada ou virar o estômago do avesso, e chama de arte!? Sinceramente, ou bem que actuam ou bem que cantam ou bem que se dedicam à ópera, porque misturar tudo é que não!! É como beber um batido com todas as frutas, até as suas cascas, sementes e tal, tudo misturado! Fruta é boa, algumas misturas sim, funcionam na perfeição, mas tudo no mesmo copo, não... por favor!!!
E pior do que um musical é um musical de época, com temas e versões 'estranhas' metidas à paposseco no meio da narrativa... ichhhhh!
Quando me envolvo com alguém e entro num novo relacionamento romântico não consigo evitar e ficar imediatamente na expectativa, aguardando o fatídico momento em que irei ouvir a frase: "já viste o Moulin Rouge!?" É 'daqueles' testes à relação, sem dúvida!
Eu não obrigo ninguém a ver o Fight Club ou o V For Vendetta!! Menciono, solto a ocasional referência, trago-os para as conversas sobre filmes e cinema, alegando até, serem 'filmes obrigatórios', verdadeiros must see, filmes que edificam o carácter e mais tarde nos relembram do que é tão ou mais importante nas nossas vidas. E até tento não ficar chateado com quem evita ou até se prontifica a justificar que jamais irá ver tais filmes, mas é inevitável!
Como diz a personagem de John Cusack no filme High Fidelity - "I agreed that what really matters is what you like, not what you are like... books, records, films - these things matter! Call me shallow but it's the fucking truth."
E a dupla Tê/Veloso também o disseram e da forma mais simples possível: "não se ama alguém que não ouve a mesma canção"
O amor é fodido e, por vezes, as relações são o caos... it's the fucking truth!
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segunda-feira, 25 de junho de 2018
Televisão, circo e Sporting
Infelizmente tenho de voltar a um assunto que já me incomoda há algum tempo e por variadíssimas razões.
Olhando para a grelha televisiva, para a quantidade de tempo dedicado e à tipologia dos programas que ocupam a antena dos canais de televisão portugueses, tenho de admitir que já se passaram alguns limites que pensei nunca assistir em televisão, não em canais informativos e noticiosos.
Entendo que seja pertinente e actual abordar e debater fenómenos populistas, falar de psicopatas nas administrações de empresas, sociopatas na política e até dirigentes desportivos, até para aprendermos a evitar personagens como Bruno de Carvalho e Donald Trump, só para nomear alguns, mas isto já é ridículo e nefasto. É um chafurdar na lama e um "pão e circo" que só estraga e não traz nada de útil!
O desgaste abrasivo provocado pela abordagem que os canais de televisão têm dado ao tema Sporting já roça o insuportável e incluo todos, desde a SICN à CMTV, passando pela RTP3 (que é o canal do Estado). Inclusivamente nota que há jornalistas que foram vencidos pelo cansaço e funcionam apenas como moderadores de debate, deixando que o assunto seja revisitado na mesma abordagem, com as mesmas referências e questões até à enésima, e outros que, eventualmente forçados, fazem perguntas estúpidas, atrás de perguntas descabidas, seguidas de perguntas impertinentes, apenas em função de manter o assunto em aberto nesta guerra de audiências que atingiu níveis sem precedentes.
Isto já não é notícia, não é informação das pessoas, nem é serviço público... isto é reality tv no seu pior!
Não chega ao nível de um episódio de Black Mirror, mas não anda muito longe!
Haja paciência até que o público se farte... porque isto não vai durar para sempre, não! Mas entretanto... bah!!!
Olhando para a grelha televisiva, para a quantidade de tempo dedicado e à tipologia dos programas que ocupam a antena dos canais de televisão portugueses, tenho de admitir que já se passaram alguns limites que pensei nunca assistir em televisão, não em canais informativos e noticiosos.
Entendo que seja pertinente e actual abordar e debater fenómenos populistas, falar de psicopatas nas administrações de empresas, sociopatas na política e até dirigentes desportivos, até para aprendermos a evitar personagens como Bruno de Carvalho e Donald Trump, só para nomear alguns, mas isto já é ridículo e nefasto. É um chafurdar na lama e um "pão e circo" que só estraga e não traz nada de útil!
O desgaste abrasivo provocado pela abordagem que os canais de televisão têm dado ao tema Sporting já roça o insuportável e incluo todos, desde a SICN à CMTV, passando pela RTP3 (que é o canal do Estado). Inclusivamente nota que há jornalistas que foram vencidos pelo cansaço e funcionam apenas como moderadores de debate, deixando que o assunto seja revisitado na mesma abordagem, com as mesmas referências e questões até à enésima, e outros que, eventualmente forçados, fazem perguntas estúpidas, atrás de perguntas descabidas, seguidas de perguntas impertinentes, apenas em função de manter o assunto em aberto nesta guerra de audiências que atingiu níveis sem precedentes.
Isto já não é notícia, não é informação das pessoas, nem é serviço público... isto é reality tv no seu pior!
Não chega ao nível de um episódio de Black Mirror, mas não anda muito longe!
Haja paciência até que o público se farte... porque isto não vai durar para sempre, não! Mas entretanto... bah!!!
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sábado, 16 de junho de 2018
Amor, romantismo e costas quentes
Tenho andado a reflectir muito sobre relacionamentos, paixão, amor, disponibilidade emocional, entrega, vontade de dar e capacidade de receber e lembro-me muita vez do discurso do John Mayer durante o tema "Bold as Love" (cover de Jimmi Hendrix), ao vivo em Los Angeles.
ele começa a falar aos 3:25
E recentemente vi o episódio 4 da segunda temporada de Legion, onde aparece um diálogo fantástico baseado numa frase igualmente fantástica de Hemingway: "The world breaks everyone and afterwards some are strong at the broken places."
"It’s not about being alone or about being in love. It’s about the things we survive.
As it is written, the world breaks everyone and afterwards some are strong at the broken places.
It’s not about erasing all the damage, it’s about the damage itself and how it makes us strong, not weak.
Love is a hot bath, and what happens to things when you leave them in a bath for too long? They get soft and fall apart.
Junkies and masochists and hookers and those who have squandered everything are the ring of brightest angels on heaven.
It’s a war, this life… the things we endure. It’s an apocalypse and who survives that, the lovers or the fighters?
They sell us this lie that love is gonna save us, and all it does it’s make us stupid and weak.
Love isn’t gonna save us, love is what we have to save, and pain makes us strong enough to do it.
All our scars, our anger, our despair… it’s armor!
God loves the sinners best ‘cause our fire burns bright, red bright… burn with me!!"
Por esta altura já me fartei completamente daquele amor romântico, cor-de-rosa e tontinho, já não me diz nada. Enquanto que este tipo de amor, o "I got your back love" e o "burn with me", é provavelmente aquilo que mais sinto falta e parece-me fazer todo o sentido, principalmente quando já conto com alguma experiência de vida, traquejo, jogo de cintura, bagagem e a dita "armadura".
ele começa a falar aos 3:25
E recentemente vi o episódio 4 da segunda temporada de Legion, onde aparece um diálogo fantástico baseado numa frase igualmente fantástica de Hemingway: "The world breaks everyone and afterwards some are strong at the broken places."
"It’s not about being alone or about being in love. It’s about the things we survive.
As it is written, the world breaks everyone and afterwards some are strong at the broken places.
It’s not about erasing all the damage, it’s about the damage itself and how it makes us strong, not weak.
Love is a hot bath, and what happens to things when you leave them in a bath for too long? They get soft and fall apart.
Junkies and masochists and hookers and those who have squandered everything are the ring of brightest angels on heaven.
It’s a war, this life… the things we endure. It’s an apocalypse and who survives that, the lovers or the fighters?
They sell us this lie that love is gonna save us, and all it does it’s make us stupid and weak.
Love isn’t gonna save us, love is what we have to save, and pain makes us strong enough to do it.
All our scars, our anger, our despair… it’s armor!
God loves the sinners best ‘cause our fire burns bright, red bright… burn with me!!"
Por esta altura já me fartei completamente daquele amor romântico, cor-de-rosa e tontinho, já não me diz nada. Enquanto que este tipo de amor, o "I got your back love" e o "burn with me", é provavelmente aquilo que mais sinto falta e parece-me fazer todo o sentido, principalmente quando já conto com alguma experiência de vida, traquejo, jogo de cintura, bagagem e a dita "armadura".
domingo, 10 de junho de 2018
Amor, duches quentes e sobrevivência
Adoro a perspectiva sobre o Amor das personagens Syd e David na série Legion - s02e04
"It’s not about being alone or about being in love. It’s about the things we survive.
As it is written, the world breaks everyone and afterwards some are strong at the broken places.
It’s not about erasing all the damage, it’s about the damage itself and how it makes us strong, not weak.
Love is a hot bath, and what happens to things when you leave them in a bath for too long? They get soft and fall apart.
Junkies and masochists and hookers and those who have squandered everything are the ring of brightest angels on heaven.
It’s a war, this life… the things we endure. It’s an apocalypse and who survives that, the lovers or the fighters?
They sell us this lie that love is gonna save us, and all it does it’s make us stupid and weak.
Love isn’t gonna save us, love is what we have to save, and pain makes us strong enough to do it.
All our scars, our anger, our despair… it’s armor!
God loves the sinners best ‘cause our fire burns bright, red bright.
…burn with me!"
"It’s not about being alone or about being in love. It’s about the things we survive.
As it is written, the world breaks everyone and afterwards some are strong at the broken places.
It’s not about erasing all the damage, it’s about the damage itself and how it makes us strong, not weak.
Love is a hot bath, and what happens to things when you leave them in a bath for too long? They get soft and fall apart.
Junkies and masochists and hookers and those who have squandered everything are the ring of brightest angels on heaven.
It’s a war, this life… the things we endure. It’s an apocalypse and who survives that, the lovers or the fighters?
They sell us this lie that love is gonna save us, and all it does it’s make us stupid and weak.
Love isn’t gonna save us, love is what we have to save, and pain makes us strong enough to do it.
All our scars, our anger, our despair… it’s armor!
God loves the sinners best ‘cause our fire burns bright, red bright.
…burn with me!"
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sexta-feira, 8 de junho de 2018
Legion, séries e vícios
Juntam-se umas pitadas de Twin Peaks, Stranger Things, A Clockwork Orange com X-Men e dá uma série do outro mundo!!
Vou no 5º episódio da primeira temporada e estou siderado... e viciado!
Legion
Vou no 5º episódio da primeira temporada e estou siderado... e viciado!
Legion
sexta-feira, 25 de maio de 2018
Solo, Rogue One e Star Wars
Hoje fui ver o "Solo, a Star Wars Story" ao cinema e fiquei surpreendido com a crítica...
Não consigo perceber porque cascam tanto no filme e dizem tão mal: que foi um filme que ninguém pediu, que todos os actores menos o principal roubam o filme, que é um filme manhoso, etc. e tal!
Ao contrário da maioria dos totós que por aí andam, que se arrogam donos e senhores da verdade só porque vivem e respiram Star Wars, eu aceito o que me dão e ou gosto ou não gosto, mas não mando abaixo só porque não é o que eu faria se fosse eu a fazer - passo a redundância.
Sinceramente, adorei o filme!! A história está francamente boa, o casting está fantástico, os actores estão todos muito bem e o actor que faz de Han faz lembrar o Harrison Ford. Visualmente soberbo, realização muito competente (Ron Howard em grande nível) e como standalone, é de facto um filme que funciona por si, mesmo para quem não conhece ou não aprecia o universo Star Wars. Mas o filmes está repleto de explicações, contextualizações, referências e verdadeiras pérolas.
Ia com expectativas baixinhas e, não só fiquei deveras surpreendido pela positiva como saí de lá deslumbrado.
Na linha de Rogue One, Solo é um belíssimo filme e bem melhor do que os novos episódios.
Parece que os episódios são para crianças e os filmes que os entremeiam são bem mais maduros, para adultos.
Por mim continuem, venham mais!
...e definitivamente, a mother of dragons fica muito melhor morena!!
Não consigo perceber porque cascam tanto no filme e dizem tão mal: que foi um filme que ninguém pediu, que todos os actores menos o principal roubam o filme, que é um filme manhoso, etc. e tal!
Ao contrário da maioria dos totós que por aí andam, que se arrogam donos e senhores da verdade só porque vivem e respiram Star Wars, eu aceito o que me dão e ou gosto ou não gosto, mas não mando abaixo só porque não é o que eu faria se fosse eu a fazer - passo a redundância.
Sinceramente, adorei o filme!! A história está francamente boa, o casting está fantástico, os actores estão todos muito bem e o actor que faz de Han faz lembrar o Harrison Ford. Visualmente soberbo, realização muito competente (Ron Howard em grande nível) e como standalone, é de facto um filme que funciona por si, mesmo para quem não conhece ou não aprecia o universo Star Wars. Mas o filmes está repleto de explicações, contextualizações, referências e verdadeiras pérolas.
Ia com expectativas baixinhas e, não só fiquei deveras surpreendido pela positiva como saí de lá deslumbrado.
Na linha de Rogue One, Solo é um belíssimo filme e bem melhor do que os novos episódios.
Parece que os episódios são para crianças e os filmes que os entremeiam são bem mais maduros, para adultos.
Por mim continuem, venham mais!
...e definitivamente, a mother of dragons fica muito melhor morena!!
terça-feira, 15 de maio de 2018
Desporto, futebol e o carroceiro do BdC
Hoje e publicamente, desvinculo-me completamente do Sporting!
...porquê!?
O meu avô era do Benfica e o meu tio-avô foi guarda-redes na equipa principal do SLB, mas era o clube da maioria e sentia que não era para mim.
Escolhi ser do Sporting em 2000 porque a festa foi espectacular e achei que fazia sentido torcer por um clube português (antes disso só seguia o trio de portugueses no Barcelona).
Ser de um clube que ganha poucas vezes mas que pontualmente faz jogos verdadeiramente notáveis fez-me ter orgulho e aprender a ver o futebol como algo positivo e memorável, com momentos unicamente deliciosos. Tinha orgulho em ser do Sporting!
Fui desportista federado durante bastantes anos e penso que o Desporto deva ser um misto equilibrado de arte, engenho, entretenimento e indústria, completamente voltado para as pessoas - os adeptos e simpatizantes, as famílias e principalmente as crianças e os jovens - fomentando bons princípios e valores éticos, capaz de mexer positivamente com as nossas emoções e ajudando a edificar o nosso carácter, personalidade e saber estar em sociedade.
Sobre o Futebol em concreto, havia muito para dizer sobre as televisões, os horários dos jogos, os interesses instalados, os jogos de bastidores, as dinâmicas de poder... mas sinceramente, agora só quero relembrar que na altura da situação que envolveu o Marco Silva, disse que este carroceiro do BdC ia fazer muito mal ao futebol... e está à vista! O clube está a saque e o futebol está completamente contaminado e desvirtuado.
Não sou sócio do Sporting, não sigo outras modalidades para além do futebol masculino de 11 e como adepto e simpatizante perdi completamente o interesse e até ganhei asco!
Há mais vida para além disto.
...porquê!?
O meu avô era do Benfica e o meu tio-avô foi guarda-redes na equipa principal do SLB, mas era o clube da maioria e sentia que não era para mim.
Escolhi ser do Sporting em 2000 porque a festa foi espectacular e achei que fazia sentido torcer por um clube português (antes disso só seguia o trio de portugueses no Barcelona).
Ser de um clube que ganha poucas vezes mas que pontualmente faz jogos verdadeiramente notáveis fez-me ter orgulho e aprender a ver o futebol como algo positivo e memorável, com momentos unicamente deliciosos. Tinha orgulho em ser do Sporting!
Fui desportista federado durante bastantes anos e penso que o Desporto deva ser um misto equilibrado de arte, engenho, entretenimento e indústria, completamente voltado para as pessoas - os adeptos e simpatizantes, as famílias e principalmente as crianças e os jovens - fomentando bons princípios e valores éticos, capaz de mexer positivamente com as nossas emoções e ajudando a edificar o nosso carácter, personalidade e saber estar em sociedade.
Sobre o Futebol em concreto, havia muito para dizer sobre as televisões, os horários dos jogos, os interesses instalados, os jogos de bastidores, as dinâmicas de poder... mas sinceramente, agora só quero relembrar que na altura da situação que envolveu o Marco Silva, disse que este carroceiro do BdC ia fazer muito mal ao futebol... e está à vista! O clube está a saque e o futebol está completamente contaminado e desvirtuado.
Não sou sócio do Sporting, não sigo outras modalidades para além do futebol masculino de 11 e como adepto e simpatizante perdi completamente o interesse e até ganhei asco!
Há mais vida para além disto.
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quinta-feira, 19 de abril de 2018
Música, não música e WTF!?
De forma inusitada e completamente sem querer - mesmo! - ao fazer zapping dei com o Blitzmag na SIC Radical e estou estupefacto...
Não me lixem, mas nada do que lá passou e se falou é música... pode ser som, pode ter o seu interesse (!?), mas nada daquilo é música!!
Porra, o que é que se passa com esta gente!?
Youtubers, rappers e dj's!?
O mundo tudo perdido... mesmo a tempo dos americanos, russos e chineses darem cabo disto.
Não me lixem, mas nada do que lá passou e se falou é música... pode ser som, pode ter o seu interesse (!?), mas nada daquilo é música!!
Porra, o que é que se passa com esta gente!?
Youtubers, rappers e dj's!?
O mundo tudo perdido... mesmo a tempo dos americanos, russos e chineses darem cabo disto.
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sexta-feira, 13 de abril de 2018
Futebol, classe e emoção
Numa altura em que se fala muito (demais) do Sporting, Benfica e Porto. Do título, dos esquemas, das jogadas de bastidores, das parvoeiras dos presidentes... gosto de me lembrar que o futebol é Arte, Técnica mas principalmente Emoção... dentro e fora das 4 linhas:
Ronaldo x Buffon
Buffon x Ronaldo
...e já agora, Rúben Neves, também com um golo do outro mundo
Ronaldo x Buffon
Buffon x Ronaldo
...e já agora, Rúben Neves, também com um golo do outro mundo
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quinta-feira, 12 de abril de 2018
Filmes, internet e robots
Quando ando a navegar na internet e me deparo com um questionário ou formulário em que aparecem aqueles pedidos de confirmação se sou ou não um robot... há sempre um momento em que os filmes de ficção científica que vi ao longo destes anos vêm à tona e, numa fracção de segundo, hesito e dou por mim a pensar: "como é que posso ter a certeza que não sou um robot!? ...ou um clone?"
Claro que é estúpido, e só dura um milésimo de segundo... mas inevitavelmente penso nisso.
São muitos filmes...
Claro que é estúpido, e só dura um milésimo de segundo... mas inevitavelmente penso nisso.
São muitos filmes...
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quarta-feira, 11 de abril de 2018
Trump, BdC e Pandora
Para quem assiste incrédulo a tudo o que se passa com o Bruno de Carvalho e afins no futebol, o Trump e afins na política e a "N" situações no nosso dia-a-dia com gente mal educada que grita para se fazer ouvir e faz birras quando não tem o que quer, seja no trânsito, numa fila de supermercado ou atrás de um balcão numa loja ou nos correios, só tenho isto a dizer:
- quando deixam gente estúpida e mal educada ter tempo de antena em programas de reality tv;
- quando deixam que as redes sociais ditem o ritmo da vida real;
- quando dão espaço a 'ervas daninhas' para crescer, no que a política e populismo diz respeito;
- quando dão importância a notícias falsas e não procuram contextualizar o que leem;
...pois!!
Nos EUA, os Kardashian e os Trump nasceram com a criação dos canais noticiosos 24/7, com o aparecimento da reality tv e com a forma como o fenómeno O.J. Simpson foi tratado.
(recomendo a mini-série 'The People vs O.J. Simpson, an American Crime Story')
Cá as coisas têm, de facto, outra dimensão e contornos... mas vai dar tudo ao mesmo!
Abriram a Caixa de Pandora e está tudo a comer pipocas enquanto assiste na tv, no pc e no smartphone!!
- quando deixam gente estúpida e mal educada ter tempo de antena em programas de reality tv;
- quando deixam que as redes sociais ditem o ritmo da vida real;
- quando dão espaço a 'ervas daninhas' para crescer, no que a política e populismo diz respeito;
- quando dão importância a notícias falsas e não procuram contextualizar o que leem;
...pois!!
Nos EUA, os Kardashian e os Trump nasceram com a criação dos canais noticiosos 24/7, com o aparecimento da reality tv e com a forma como o fenómeno O.J. Simpson foi tratado.
(recomendo a mini-série 'The People vs O.J. Simpson, an American Crime Story')
Cá as coisas têm, de facto, outra dimensão e contornos... mas vai dar tudo ao mesmo!
Abriram a Caixa de Pandora e está tudo a comer pipocas enquanto assiste na tv, no pc e no smartphone!!
domingo, 8 de abril de 2018
Sporting, novela e o palhaço
...a assistir à conferência de imprensa do BdC em directo...
jornalista: com a reacção dos jogadores e adeptos, acha que tem condições para ser presidente?
BdC: e você com perguntas dessas acha que tem condições para ser jornalista da RTP?
O homem ataca jogadores, comentadores, presidentes de outros clubes (inclusivamente com nomes feios, coisa que diz não aceitar que lhe chamem a ele!), políticos... sempre a descer de nível, caramba!!
Eu ria-me com vontade se isto não fosse a triste realidade.
Alguém que o interne, com colete de forças e mordaça!!
jornalista: com a reacção dos jogadores e adeptos, acha que tem condições para ser presidente?
BdC: e você com perguntas dessas acha que tem condições para ser jornalista da RTP?
O homem ataca jogadores, comentadores, presidentes de outros clubes (inclusivamente com nomes feios, coisa que diz não aceitar que lhe chamem a ele!), políticos... sempre a descer de nível, caramba!!
Eu ria-me com vontade se isto não fosse a triste realidade.
Alguém que o interne, com colete de forças e mordaça!!
sábado, 7 de abril de 2018
Sporting, novela e o tirano
Estou (quase) sem palavras...
Coentrão devolvido, jogadores suspensos com notas de culpa e impedidos de entrar nas instalações, outros despenalizados porque apagaram posts...
Mas que antro de ratos é aquele!? Premeia-se a pulhice e castiga-se a rectidão, a frontalidade e o apelo ao bem maior!?
Onde estão os 6000 da AG e os 86% das últimas eleições? É isto que querem para o clube!?
Isto é um verdadeiro hino à tirania, é o que é... um apanágio à filha-de-putice e a morte súbita do espírito desportivo e democrático.
As decisões de hoje não são de um presidente-adepto birrento e com mau perder. São de um louco perigoso que precisa urgentemente de ser internado!!
Alguém que ponha fim a isto, senão o clube morre!!!
Coentrão devolvido, jogadores suspensos com notas de culpa e impedidos de entrar nas instalações, outros despenalizados porque apagaram posts...
Mas que antro de ratos é aquele!? Premeia-se a pulhice e castiga-se a rectidão, a frontalidade e o apelo ao bem maior!?
Onde estão os 6000 da AG e os 86% das últimas eleições? É isto que querem para o clube!?
Isto é um verdadeiro hino à tirania, é o que é... um apanágio à filha-de-putice e a morte súbita do espírito desportivo e democrático.
As decisões de hoje não são de um presidente-adepto birrento e com mau perder. São de um louco perigoso que precisa urgentemente de ser internado!!
Alguém que ponha fim a isto, senão o clube morre!!!
sexta-feira, 6 de abril de 2018
Sporting, novela e o diabo
Face à estupefacção que trago comigo perante os últimos acontecimentos no Sporting, sendo eu adepto da equipa de futebol, o meu único comentário é este:
O BdC parece um diabo da Tasmânia, birrento, com mau-feitio e um péssimo mau perder, em espiral completamente descontrolada, a precisar desesperada e urgentemente de um high-five...
na cara...
com uma cadeira!!
O BdC parece um diabo da Tasmânia, birrento, com mau-feitio e um péssimo mau perder, em espiral completamente descontrolada, a precisar desesperada e urgentemente de um high-five...
na cara...
com uma cadeira!!
sábado, 24 de março de 2018
Dylan, millennials e semanas
Antes de abordar a questão que me levou a escrever este post, queria só referir que foi com muita pena que decidi não assistir ao concerto de anteontem de Bob Dylan no Pavilhão Atlântico.
Desde 2000 vi Joe Cocker, Eric Clapton, Supertramp, o concerto de 25 anos de carreira de Rui Veloso, Doors of The 21st Century, Roger Waters, Dave Matthews Band e depois de muita frustração após repetidas tentativas a achar "ok, há uns concertos com melhor som que outros e até pode ser dos sítios de onde tenho escolhido assistir" e de ter visto de vários ângulos e em vários níveis, decidi irrevogavelmente deixar de ir ver concertos naquele sítio manhoso!
Em 2011 engoli o que tinha dito porque era outro concerto de Roger Waters, celebrando um aniversário redondinho do The Wall, e por a logística que o acompanha ser, de facto, diferente. A equipa técnica do Waters posta na colocação de colunas de som no tecto e num sistema de surround que consegue minimizar o efeito que aquelas traves de madeira no tecto, as paredes e toda a estrutura elíptica do edifício que provoca aquele 'efeito tipo bola'. Mas desde 2011 que não ponho lá os pés!
Ontem li uma fantástica crónica do concerto por um amigo músico que assistiu ao vivo...
"Bob Dylan é quase uma distopia dele próprio e dos mitos à sua volta. Se quisessem ouvir as versões dos discos, bastava ficarem à porta a ouvir os imitadores, que soam mais como o senhor que ele próprio. Lá dentro, a conversa é outra. As músicas mais conhecidas transformam-se nas mais irreconhecíveis, sinal de arrogância para alguns, liberdade criativa para outros. Para quem gosta de grandes canções e conhece bem o trabalho do artista, tanto faz. Ele que faça o que quer, ainda mais numa altura em que são os artistas a correr atrás de um público maioritariamente prepotente, que acha que liga para o 760-não-sei-o-quê e escolhe o alinhamento dos concertos. "People are crazy and times are strange".
Foi um concerto excelente, cravado de liberdade, de honestidade. Há quem se queixe que ele não dirige a palavra ao público. A sério? Letras de 4 páginas A4, galardoadas com um Nobel da Literatura não chegam? Ouves os versos de Ballad of a Thin Man e queres um Olá Lisboa?
O único factor negativo foi, como sempre e com todos os artistas, o som péssimo do espaço - o Pavilhão Gimnodesportivo de Lisboa/Altice Arena/Meo Arena/Pavilhão Atlântico muda de nome mas ninguém lá faz obras e o som é o mesmo de sempre - uma merda.
Destaco ainda os inícios dos temas numa espécie de cacofonia ao jeito de ensaio, em que um dos músicos começa eventualmente a tocar parte do tema que vai ser interpretado, mas no meio do caos, o público não consegue distinguir qual deles. Só a banda sabe. Dylan sempre foi mestre no culto da omissão.
Obrigado Sr. Dylan por continuares mais fresco e relevante que bandas de putos de 20 anos."
Claro que há vários tipos de público e num evento desta natureza, numa arena que leva tanta gente, haverá muitas pessoas com expectativas tão díspares quanto as suas personalidades e cultura musical, mas acho que há um problema grave de formação de públicos um pouco por todo o mundo.
Por mim, quando vou ver um concerto mas também quando oiço um novo álbum de um artista, mais do que decidir - e não imediatamente - se gosto ou não, tento apreciar a evolução da sua obra, contextualizar o que oiço com esse facto e principalmente aposto em interiorizar o que o artista tem para dar no momento, seja pela forma ou pelo conteúdo, desde as letras ao tipo de produção e sonoridade que apresenta. Mais técnica, menos técnica, mais alto menos alto, mais diferente ou mais comum face ao seu percurso... é uma questão de respeito!
Pode parecer 'off topic' mas gosto muito de Standup Comedy e há quem trabalhe nessa área, principalmente nos EUA (Bill Burr, Jim Jefferies...), que se queixa muito do público ao vivo e principalmente dos cromos dos blogs/tweets/etc. Esta malta mais nova (os millennials) está tão formatada e é tão conservadora que qualquer coisa ao vivo uns furos abaixo de um espectáculo tipo Beyoncé ou Timberlake ou que não tenha milhares de leds coloridos, vídeos arrojados, roupas provocantes, pirâmides de luz e o camandro, é alvo das mais selvagens críticas...
Epá, haja paciência para os haters ou alguém que os abrace com força e determinação, porque nitidamente estão com déficit de atenção e carinho! Bem, pode ser falta de mimo ou então de não terem levado umas semantas quando faziam birras em mais novos!
Desde 2000 vi Joe Cocker, Eric Clapton, Supertramp, o concerto de 25 anos de carreira de Rui Veloso, Doors of The 21st Century, Roger Waters, Dave Matthews Band e depois de muita frustração após repetidas tentativas a achar "ok, há uns concertos com melhor som que outros e até pode ser dos sítios de onde tenho escolhido assistir" e de ter visto de vários ângulos e em vários níveis, decidi irrevogavelmente deixar de ir ver concertos naquele sítio manhoso!
Em 2011 engoli o que tinha dito porque era outro concerto de Roger Waters, celebrando um aniversário redondinho do The Wall, e por a logística que o acompanha ser, de facto, diferente. A equipa técnica do Waters posta na colocação de colunas de som no tecto e num sistema de surround que consegue minimizar o efeito que aquelas traves de madeira no tecto, as paredes e toda a estrutura elíptica do edifício que provoca aquele 'efeito tipo bola'. Mas desde 2011 que não ponho lá os pés!
Ontem li uma fantástica crónica do concerto por um amigo músico que assistiu ao vivo...
"Bob Dylan é quase uma distopia dele próprio e dos mitos à sua volta. Se quisessem ouvir as versões dos discos, bastava ficarem à porta a ouvir os imitadores, que soam mais como o senhor que ele próprio. Lá dentro, a conversa é outra. As músicas mais conhecidas transformam-se nas mais irreconhecíveis, sinal de arrogância para alguns, liberdade criativa para outros. Para quem gosta de grandes canções e conhece bem o trabalho do artista, tanto faz. Ele que faça o que quer, ainda mais numa altura em que são os artistas a correr atrás de um público maioritariamente prepotente, que acha que liga para o 760-não-sei-o-quê e escolhe o alinhamento dos concertos. "People are crazy and times are strange".
Foi um concerto excelente, cravado de liberdade, de honestidade. Há quem se queixe que ele não dirige a palavra ao público. A sério? Letras de 4 páginas A4, galardoadas com um Nobel da Literatura não chegam? Ouves os versos de Ballad of a Thin Man e queres um Olá Lisboa?
O único factor negativo foi, como sempre e com todos os artistas, o som péssimo do espaço - o Pavilhão Gimnodesportivo de Lisboa/Altice Arena/Meo Arena/Pavilhão Atlântico muda de nome mas ninguém lá faz obras e o som é o mesmo de sempre - uma merda.
Destaco ainda os inícios dos temas numa espécie de cacofonia ao jeito de ensaio, em que um dos músicos começa eventualmente a tocar parte do tema que vai ser interpretado, mas no meio do caos, o público não consegue distinguir qual deles. Só a banda sabe. Dylan sempre foi mestre no culto da omissão.
Obrigado Sr. Dylan por continuares mais fresco e relevante que bandas de putos de 20 anos."
Claro que há vários tipos de público e num evento desta natureza, numa arena que leva tanta gente, haverá muitas pessoas com expectativas tão díspares quanto as suas personalidades e cultura musical, mas acho que há um problema grave de formação de públicos um pouco por todo o mundo.
Por mim, quando vou ver um concerto mas também quando oiço um novo álbum de um artista, mais do que decidir - e não imediatamente - se gosto ou não, tento apreciar a evolução da sua obra, contextualizar o que oiço com esse facto e principalmente aposto em interiorizar o que o artista tem para dar no momento, seja pela forma ou pelo conteúdo, desde as letras ao tipo de produção e sonoridade que apresenta. Mais técnica, menos técnica, mais alto menos alto, mais diferente ou mais comum face ao seu percurso... é uma questão de respeito!
Pode parecer 'off topic' mas gosto muito de Standup Comedy e há quem trabalhe nessa área, principalmente nos EUA (Bill Burr, Jim Jefferies...), que se queixa muito do público ao vivo e principalmente dos cromos dos blogs/tweets/etc. Esta malta mais nova (os millennials) está tão formatada e é tão conservadora que qualquer coisa ao vivo uns furos abaixo de um espectáculo tipo Beyoncé ou Timberlake ou que não tenha milhares de leds coloridos, vídeos arrojados, roupas provocantes, pirâmides de luz e o camandro, é alvo das mais selvagens críticas...
Epá, haja paciência para os haters ou alguém que os abrace com força e determinação, porque nitidamente estão com déficit de atenção e carinho! Bem, pode ser falta de mimo ou então de não terem levado umas semantas quando faziam birras em mais novos!
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sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018
Metallica, Xutos e Zé Pedro
O que acontece quando num concerto de Metallica alguém grita "TOCA XUTOS!!!"
quinta-feira, 18 de janeiro de 2018
Um sério update, um update sério ou um update em série
Já há algum tempo que não fazia um post de Top's no blog, então aqui vai...
Top 10 - Séries
1. The Newsroom
2. House M.D.
3. Game of Thrones
4. Californication
5. Billions
6. Northern Exposure
7. Mr. Robot
10. Banshee
Top 10 - Sitcoms
1. How I Met Your Mother
2. Coupling
3. Seinfeld
4. Master of None
5. Modern Family
6. Boston Legal
7. That 70's Show
8. Veep
9. Scrubs
10. Frasier
1. The Newsroom
2. House M.D.
3. Game of Thrones
4. Californication
5. Billions
6. Northern Exposure
7. Mr. Robot
8. Men in Trees
9. Life10. Banshee
Top 10 - Sitcoms
1. How I Met Your Mother
2. Coupling
3. Seinfeld
4. Master of None
5. Modern Family
6. Boston Legal
7. That 70's Show
8. Veep
9. Scrubs
10. Frasier
terça-feira, 16 de janeiro de 2018
Chunga, kitsch e guilty pleasures
Numa conversa nas redes sociais surgiu uma boquinha sobre os Cranberries serem um guilty pleasure. Tudo bem que cada um com a sua e com os seus gostos, mas The Cranberreries? ...guilty pleasure!? ...really!?!?
Para mim, um guilty pleasure é quando alguém afirma categoricamente que não suporta Pimba e curte entrar nos comboios nos casamentos; dizer "epá, bem regado até dou uma perninha ao som de Quim Barreiros"; ou "se ela se mexer bem no varão, até engulo a banda sonora da Ana Malhoa"
Vejo este tipo de atitudes constantemente nos outros, mas eu não sou cá de pimbas, cenas kitches, chungas ou fatelas... ts...... mas o "Despacito" soa-me bem, pá! Que caraças!!
Para mim, um guilty pleasure é quando alguém afirma categoricamente que não suporta Pimba e curte entrar nos comboios nos casamentos; dizer "epá, bem regado até dou uma perninha ao som de Quim Barreiros"; ou "se ela se mexer bem no varão, até engulo a banda sonora da Ana Malhoa"
Vejo este tipo de atitudes constantemente nos outros, mas eu não sou cá de pimbas, cenas kitches, chungas ou fatelas... ts...... mas o "Despacito" soa-me bem, pá! Que caraças!!
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sábado, 23 de dezembro de 2017
Natal, hipocrisia e semvergonhíces
Hipocrisias e cinismos à parte...
...mais importante que tudo, especialmente neste contexto e independentemente daquilo em que se acredita, é bom lembrar que o Natal começou com uma família de refugiados e que o que nos move nesta altura do ano é a vontade de sermos pessoas melhores (e de nos sentirmos bem com isso... no shame in that!!)
Dito isto, um grande bem-haja e muitas e boas festas... distribuídas como e por onde melhor vos aprouver. Ora bem!
...mais importante que tudo, especialmente neste contexto e independentemente daquilo em que se acredita, é bom lembrar que o Natal começou com uma família de refugiados e que o que nos move nesta altura do ano é a vontade de sermos pessoas melhores (e de nos sentirmos bem com isso... no shame in that!!)
Dito isto, um grande bem-haja e muitas e boas festas... distribuídas como e por onde melhor vos aprouver. Ora bem!
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sábado, 9 de dezembro de 2017
Mel, mãos e besunto
É impossível mexer num frasco de mel e não ficar com as mãos todas besuntadas... bah!!
segunda-feira, 27 de novembro de 2017
Humanos, bichos e extra-terrestres
Depois de assistir a imagens e vídeos de todo um circo execrável e desumano das compras na Black Friday, um pouco por todo o mundo, em que as pessoas se acotovelaram, brigaram e injuriaram, isto depois de muitas horas em filas e até a 'acampar' no exterior das lojas, esperando que elas abrissem, acho que o Roger Waters tem toda a razão quando diz que num futuro próximo, seres extra-terrestres virão à terra para encontrar este mundo dizimado pela ganância e egoísmo e relatarão "this species has amused itself to death".
Saldos, baixas de preços e compras oportunas são interessantes para qualquer um, mas um ser humano virar bicho só porque quer chegar aquela tv primeiro ou porque não consegue aquele telemóvel que tinha visto no folheto e aquela pessoa que tem à frente ficou com o último, é estúpido e desumano... aliás, virar bicho não, virar besta!
Saldos, baixas de preços e compras oportunas são interessantes para qualquer um, mas um ser humano virar bicho só porque quer chegar aquela tv primeiro ou porque não consegue aquele telemóvel que tinha visto no folheto e aquela pessoa que tem à frente ficou com o último, é estúpido e desumano... aliás, virar bicho não, virar besta!
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domingo, 5 de novembro de 2017
Novembro, lembrança e pólvora
"Remember, remember, the 5th of November
The gunpowder, treason and plot.
I know of no reason, why the gunpowder treason
Should ever be forgot."
The gunpowder, treason and plot.
I know of no reason, why the gunpowder treason
Should ever be forgot."
quinta-feira, 2 de novembro de 2017
Muro, loira e banda sonora manhosa
Estou a ver o filme Atomic Blonde e esta banda sonora é manhosa a olho... a roçar o insuportável!
Bem, se isto é cíclico, estou em pulgas para que chegue a vez dos anos '60, pois já não suporto esta onda de '80 que para aí anda nos últimos tempos. E até tive obrigatoriamente de passar por eles uma vez, que já era sofrimento suficiente para o tempo de uma vida!
Juro que não percebo esta onda de revivalismo com uma das épocas mais nefastas para a humanidade. Só comparável com a Idade Média e o Santo Ofício.
Chiça!!
Juro que não percebo esta onda de revivalismo com uma das épocas mais nefastas para a humanidade. Só comparável com a Idade Média e o Santo Ofício.
Chiça!!
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quinta-feira, 26 de outubro de 2017
Bananas, toalhas turcas e o sentido da vida
Apercebi-me que as toalhas turcas e as bananas têm muito em comum...
As bananas têm um prazo de validade muito curto. Normalmente escolhem-se verdes, na altura do empregado da caixa as passar no leitor de código de barras já estão quase maduras e quando as colocamos na fruteira já começam a aparecer algumas manchas, mas nessa altura não apetece comê-las, muito menos as cinco que trouxemos para casa. Quando queremos uma para cortar às fatias para o iogurte do pequeno-almoço da manhã seguinte já ficam 4 com um ar manhoso e dois dias depois, já quase só se aproveitam três para batidos! E as toalhas turcas são mais ou menos a mesma moenga! Têm um período de vida óptimo muito curto, porque novas espalham mais água do que a limpam, o que no verão até nem custa muito mas no inverno é assim a atirar para o execrável, e quando estão quase a ficar no ponto e já foram lavadas sei lá quantas centenas de vezes, começam a ficar russas e a aparecerem buracos!
Algo me diz que o sentido da vida passará pelo momento certo de comer uma bela banana e o enxugamento oportuno, após um duche, com uma belíssima toalha turca.
As bananas têm um prazo de validade muito curto. Normalmente escolhem-se verdes, na altura do empregado da caixa as passar no leitor de código de barras já estão quase maduras e quando as colocamos na fruteira já começam a aparecer algumas manchas, mas nessa altura não apetece comê-las, muito menos as cinco que trouxemos para casa. Quando queremos uma para cortar às fatias para o iogurte do pequeno-almoço da manhã seguinte já ficam 4 com um ar manhoso e dois dias depois, já quase só se aproveitam três para batidos! E as toalhas turcas são mais ou menos a mesma moenga! Têm um período de vida óptimo muito curto, porque novas espalham mais água do que a limpam, o que no verão até nem custa muito mas no inverno é assim a atirar para o execrável, e quando estão quase a ficar no ponto e já foram lavadas sei lá quantas centenas de vezes, começam a ficar russas e a aparecerem buracos!
Algo me diz que o sentido da vida passará pelo momento certo de comer uma bela banana e o enxugamento oportuno, após um duche, com uma belíssima toalha turca.
quarta-feira, 25 de outubro de 2017
Publicidade, rádio e foleirada
Pensei afincadamente durante mais de 10m e não consigo conceber um reclame de rádio mais foleiro que o da Matrizauto de Viseu.
Epá, mas quem foi o totó que concebeu aquilo!? E terá sido ideia de uns cromos da publicidade, de alguma rádio local ou imposição de um idiota da própria empresa de automóveis, achando que aquilo é que é "A cena!"?
Oh cum'caraças!!
Epá, mas quem foi o totó que concebeu aquilo!? E terá sido ideia de uns cromos da publicidade, de alguma rádio local ou imposição de um idiota da própria empresa de automóveis, achando que aquilo é que é "A cena!"?
Oh cum'caraças!!
terça-feira, 24 de outubro de 2017
Cavaco, templo e marquise
..tu queres ver que o genro do Cavaco comprou o Templo Romano em Évora e vão montar uma marquise!?!?
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quarta-feira, 6 de setembro de 2017
Tiros e bombas e socos nas trombas
The Hitman's Bodyguard
Para quem gosta de um bom filme de acção, com uma história credível, cenas de perseguição, tiros e pancadaria excepcionalmente bem conseguidas - ao nível de um Bond com o Daniel Craig, Taken, Bourne ou John Wick - com uma belíssima banda sonora e actores escolhidos a dedo, este é um must see:
O humor é fantástico - a começar logo no trailer que parodia o filme The Bodyguard com o Kevin Costner e a Whitney Houston da década de '90 - os diálogos interessantes, os actores estão muito bem nos papéis e com grande química entre eles - excepto o Joaquim de Almeida, que volta a fazer dele próprio a fazer de polícia - e o filme resulta muito bem. Fartei-me de rir e fiquei muito bem impressionado com as cenas de acção!!
Dentro deste género, estreou em Agosto outro filme que também promete: Baby Driver
Para quem gosta de um bom filme de acção, com uma história credível, cenas de perseguição, tiros e pancadaria excepcionalmente bem conseguidas - ao nível de um Bond com o Daniel Craig, Taken, Bourne ou John Wick - com uma belíssima banda sonora e actores escolhidos a dedo, este é um must see:
O humor é fantástico - a começar logo no trailer que parodia o filme The Bodyguard com o Kevin Costner e a Whitney Houston da década de '90 - os diálogos interessantes, os actores estão muito bem nos papéis e com grande química entre eles - excepto o Joaquim de Almeida, que volta a fazer dele próprio a fazer de polícia - e o filme resulta muito bem. Fartei-me de rir e fiquei muito bem impressionado com as cenas de acção!!
Dentro deste género, estreou em Agosto outro filme que também promete: Baby Driver
sexta-feira, 18 de agosto de 2017
Road songs, arrepios e três marias
É difícil descrever o que sinto a ouvir esta música. As memórias e as vontades futuras...
Típica Road Song americana que tem muito de Eagles, Skynyrd e até Dire Straits. É daquelas músicas que dão alcance à vista e uma súbita latitude à alma. Uma espécie de abraço instantâneo e surpreendente, que nos remete para coisas boas que arrepiam e nos levam para "sítios" bons. Como se estivessemos a rolar pela Route 66 ou parqueados frente à vastidão do Grand Canyon... mas também podia ser a estrada entre Beja e Ourique ou com o chaço parado frente aos Alteirinhos ou às Três 'Marias'.
A música... algumas músicas... arrepiam-nos de dentro para fora e preenchem-nos os espaços que guardamos para as memórias e os desejos.
Típica Road Song americana que tem muito de Eagles, Skynyrd e até Dire Straits. É daquelas músicas que dão alcance à vista e uma súbita latitude à alma. Uma espécie de abraço instantâneo e surpreendente, que nos remete para coisas boas que arrepiam e nos levam para "sítios" bons. Como se estivessemos a rolar pela Route 66 ou parqueados frente à vastidão do Grand Canyon... mas também podia ser a estrada entre Beja e Ourique ou com o chaço parado frente aos Alteirinhos ou às Três 'Marias'.
A música... algumas músicas... arrepiam-nos de dentro para fora e preenchem-nos os espaços que guardamos para as memórias e os desejos.
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domingo, 16 de julho de 2017
Senhor de Nada, uma série sobre tudo e boas surpresas
Adoro séries e sitcoms. Ando numa busca constante por novas séries, principalmente as que me conseguem ainda surpreender.
No cinema é bem mais difícil hoje em dia, mas o mundo da televisão está ao rubro, a fervilhar de criatividade e repleta de excelentes actores, realizadores e argumentistas. Muita gente prefere trabalhar no pequeno ecrã e isso nota-se.
As últimas séries que me surpreenderam, deixaram-me mesmo ko de um dia para o outro, sendo que por vezes vejo 3 ou 4 episódios de seguida; como Banshee e Master of None, mas é sobre esta última que me apraz falar e publicitar, pois vale bem a pena conhecer...
Master of None é uma série tipo Seinfeld (como acho que até o próprio nome indica) em esteróides, com umas pitadas de Woody Allen e Steven Sodderbergh. Aziz Ansari escreve o argumento (juntamente com Alan Yang), entra como protagonista, produz e ainda realiza alguns episódios.
A série é excelente, visualmente brilhante, com um argumento inteligente e cheio de assuntos pertinentes. E ainda que passe por algo meio descomprometido e arejado, entretém e cada episódio deixa-me a reflectir sobre uma série de questões interessantes.
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sexta-feira, 7 de julho de 2017
Religião, ficção e livrarias
Para mim, a questão da religião resume-se a um ponto apenas:
- quando se faz qualquer coisa por receio ou por incentivos (morais), não se vive a plenitude do que mais nos caracteriza como seres humanos: o livre arbítrio!
É preciso ter nobreza de carácter, edificação Ética, elevação de espírito e determinação humana para se procurar viver bem e fazer o bem apenas e só porque se quer ser um ser humano decente. Sim, há muito de egoísta nesta postura porque há uma boa dose de gozo (fruição) em ter paz de espírito e ser-se feliz, certo!? Então qual é o problema de ser-se egoísta de forma saudável, sem atropelar a liberdade dos outros? ...até dos outros que são idiotas, cobardes ou genuinamente bem intencionados, embora mal orientados, que têm fé e acreditam em personagens de ficção.
Quando encaixei completamente esta esta ideia, traduziu-se numa postura de deixar de gozar com as religiões; e com quem acredita, os mais desenvoltos e desempoeirados - coisa rara - apenas gosto de investir em conversas construtivas e interessantes... mas não na internet! (Oops!!)
- quando se faz qualquer coisa por receio ou por incentivos (morais), não se vive a plenitude do que mais nos caracteriza como seres humanos: o livre arbítrio!
É preciso ter nobreza de carácter, edificação Ética, elevação de espírito e determinação humana para se procurar viver bem e fazer o bem apenas e só porque se quer ser um ser humano decente. Sim, há muito de egoísta nesta postura porque há uma boa dose de gozo (fruição) em ter paz de espírito e ser-se feliz, certo!? Então qual é o problema de ser-se egoísta de forma saudável, sem atropelar a liberdade dos outros? ...até dos outros que são idiotas, cobardes ou genuinamente bem intencionados, embora mal orientados, que têm fé e acreditam em personagens de ficção.
Quando encaixei completamente esta esta ideia, traduziu-se numa postura de deixar de gozar com as religiões; e com quem acredita, os mais desenvoltos e desempoeirados - coisa rara - apenas gosto de investir em conversas construtivas e interessantes... mas não na internet! (Oops!!)
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quarta-feira, 28 de junho de 2017
Fogos, matas e festança rija
Festarolas, cantoria, juntar comida, água e dinheiro para ajudar as vítimas é óptimo, mas ninguém se levanta do sofá senão para ir curtir ao Pavilhão do Cavaco. Já ir para as matas limpar o lixo ou plantar árvores nas áreas afectadas, tá quieto!
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sexta-feira, 2 de junho de 2017
Trump, scooter e pornografia
Andava eu à procura de torrents do House of Cards (se bem que neste contexto político, séries como House of Cards e Veep perderam a piada, porque a realidade é bem mais cómica e interessante de seguir), quando me deparo com um filme pornográfico (aqui nem precisava justificar, porque confesso apreciar pornografia de qualidade!) que tem Jazz como banda sonora, bom som ambiente, iluminação interior, enquadramentos, qualidade de imagem em alta definição, boas interpretações dos actores (!!), história e maquilhagem decente... é que até o genérico está artístico e bem feito, espera lá!!
O rapaz teve um pequeno acidente de scooter, deixou cair as compras e até perdeu o capacete; chega a casa com a motoreta pela mão, calças coçadas, t-shirt rasgada e algumas escoriações e a rapariga, delicada que é, decide tratar dos ferimentos com um unguento especial e, claro está, sexo oral à maneira! Opá, está muito bem esgalhado, pois está!
Agora que isto estava a ficar interessante, o sacana do Trump decide mandar tudo abaixo e dar cabo do planeta!!
link: https://rarbg.bypassed.gold/torrent/9ur7lc5
O rapaz teve um pequeno acidente de scooter, deixou cair as compras e até perdeu o capacete; chega a casa com a motoreta pela mão, calças coçadas, t-shirt rasgada e algumas escoriações e a rapariga, delicada que é, decide tratar dos ferimentos com um unguento especial e, claro está, sexo oral à maneira! Opá, está muito bem esgalhado, pois está!
Agora que isto estava a ficar interessante, o sacana do Trump decide mandar tudo abaixo e dar cabo do planeta!!
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domingo, 14 de maio de 2017
Eurovisão, Salvador e música a sério
Como músico e compositor fico extremamente contente com a vitória dos manos Sobral no Festival Eurovisão da Canção.
Sou pouco dado a música a metro e a pimbalhada, embora não me ofenda com isso, porque há espaço para todos, mas é tão reconfortante saber que um tema tão rico, tão bem escrito, composto e arranjado e tão fantasticamente interpretado - num embalo quente, com momentos de voz meiga e sussurrada, contrastando com a força bruta e o volume exagerado da 'pastilha semsaborona' que são os temas Pop-plástico típicos da música 'fast food' - consegue reunir consenso e mobilizar tanta gente.
Em cima disto tudo, está a imagem de um miúdo preocupado com questões humanas e cívicas, que se interessa pelos seus pares e por promover mudanças que vêm para melhorar o que está gasto ou estragado... é um absoluto regalo. O Salvador é um curtido!
Não sei o que vem depois disto nem o que trará de bom para a Europa e Portugal, mas hoje o sentimento é óptimo e recomenda-se.
Parabéns Salvador!!
sexta-feira, 12 de maio de 2017
Pormenores, fechos e botões
Há um pequeno pormenor a meu respeito que me irrita e ao mesmo tempo me deixa absoluta e incomparavelmente intrigado. É uma das idiossincrasias que, não me definindo como pessoa ou ser humano, caracterizam e marcam alguns momentos, normal e oportunamente em contextos que me deixam meio aturdido e sem jeito, ainda que e apesar de tudo, pouco ou nada surpreendido.
Vá-se lá saber porquê - e já reflecti sobre esta questão inúmeras vezes e ao longo de incansáveis horas - mas sempre que uso calças de fecho é comum e normal sair de casa de braguilha aberta. Mas o mesmo já não acontece com calças de botões! Porquê!? Não faço a mais pequena ideia, mas é assim e é coisa que acontece já há bastante tempo.
segunda-feira, 8 de maio de 2017
Cinema, thrillers e boas surpresas
Há filmes que são só filmes, outros que são bons filmes, alguns deles puras entretengas e até há mau cinema... mas depois há filmes que são verdadeiras experiências cinematográficas!
Ultimamente tenho sido positivamente surpreendido com belíssimos filmes e o que vi hoje fez mossa. e vai deixar marcas. Tanto que tive de ver uma comédia logo a seguir, para acalmar.
Split é um fantástico thriller, muito bem escrito, magistralmente bem realizado e excepcionalmente bem interpretado por James McAvoy, que oscila incessantemente entre várias das 24 personalidades que habitam uma mesma pessoa... muito, muito bem conduzido pelo actor e pelo realizador M. Knight Shyamalan. Fantástico!!
Deixo outros filmes que são verdadeiras referências como thrillers das últimas décadas: Predestination, Memento, The Revenant, Birdman, Drive, Gravity, Shutter Island, The Ring, The Sixth Sense, Seven, The Usual Suspects.
Split é um fantástico thriller, muito bem escrito, magistralmente bem realizado e excepcionalmente bem interpretado por James McAvoy, que oscila incessantemente entre várias das 24 personalidades que habitam uma mesma pessoa... muito, muito bem conduzido pelo actor e pelo realizador M. Knight Shyamalan. Fantástico!!
Deixo outros filmes que são verdadeiras referências como thrillers das últimas décadas: Predestination, Memento, The Revenant, Birdman, Drive, Gravity, Shutter Island, The Ring, The Sixth Sense, Seven, The Usual Suspects.
terça-feira, 25 de abril de 2017
Liberdade, cravos e chuva
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017
Trump, Brexit e Rússia
Esta confusão toda à volta da questão "Trump" tem-me deixado perplexo. Tenho andado à nora, mas depois de ter lido algumas coisas e trocado impressões com algumas pessoas interessadas na questão da economia global, acho que começo a entender o porquê disto tudo...
É só uma teoria, mas lá que faz sentido, isso faz!
Têm noção que a bolsa americana (Wall Street) tem batido records positivos desde que o Circo Trump chegou à cidade? E em que noticiários ou jornais é que isso aparece? Porque é que não é analisado a par das questões climáticas, dos refugiados e do Obamacare!?
E os nomeados pela administração Trump para as várias pastas, que não têm experiência nem conhecimento nas áreas para as quais foram escolhidos serem todos milionários, com ligações a Wall Street e alguns até à Rússia e a Putin pessoalmente? (quando a bandeira de campanha era "limpar Washington" da corrupção e do lodo que Wall Street trazia para a Main Street)
E a força da FOX News nos últimos anos e esta postura do "fake news" face aos media dos outros grupos?
E porque é que muito disto tem ligações ao caso OJ Simpson e ao nascimento da FOX News, da reality tv e deste circo mediático que são os EUA?
E como é que a Rússia e a Inglaterra pós-Brexit se encaixam nisto?
E o porquê da zanga dos chineses face à nova postura americana?
E lembrar o que aconteceu na Grécia quando tentaram sair da UE à má-fila, quando geograficamente são fundamentais na lógica do petróleo e do gás por causa dos problemas com o Irão no estreito de Ormuz?
Cá para mim, pode muito bem ser uma manipulação dos Rotschilds, Rockefellers e afins, que são "a mão que embala o berço" da economia americana há muitos anos!! Faz todo o sentido metermos a Rússia ao barulho (por causa dos oleodutos e gasodutos na zona da Siria e Ucrânia), o UK pós-Brexit que mantém a economia a funcionar mesmo fora da UE, e tudo isto, especialmente numa altura em que se começa a falar de taxas de juro na Zona Euro, ao mesmo tempo que nos apercebemos do boom económico americano devido a uma postura nacionalista e proteccionista do Nacional-Trumpismo, com uma clara aposta nas energias clássicas (petróleo, gás e carvão), nos investimentos em obras públicas, em detrimento da indústria do armamento, e do rasgar de inúmeros acordos para trazer aos EUA os postos de trabalho que saíram...
...ahhh, assim já começo a entender a mudança de paradigma e as forças que estiveram por trás da campanha e eleições americanas e que continuam a mexer os cordelinhos nesta nova fase, pois!
Sinceramente, não me parece que Trump e a sua corja sejam uns meninos de coro que se estejam oportunamente a aproveitar de uma situação inédita. Acho mesmo que isto é um esquema muito bem montado.
Numa altura em que há visíveis mudanças de paradigmas a nível da economia, seja pela informação a que temos acesso e pela mudança de atitude de muitos face à saúde, alimentação, energias renováveis, etc., seja pela questão de oportunismo e/ou chico-espertismo se tivermos em conta fenómenos como o AirBnB, Uber e outros que fortalecem a economia paralela... uma coisa é certa, os senhores do dinheiro, os tais 1%, vão fazer de tudo para manter o poder e o controlo. Por isso acho mesmo que isto é propositado e controlado ao milímetro.
É só uma teoria, mas lá que faz sentido, isso faz!
Têm noção que a bolsa americana (Wall Street) tem batido records positivos desde que o Circo Trump chegou à cidade? E em que noticiários ou jornais é que isso aparece? Porque é que não é analisado a par das questões climáticas, dos refugiados e do Obamacare!?
E os nomeados pela administração Trump para as várias pastas, que não têm experiência nem conhecimento nas áreas para as quais foram escolhidos serem todos milionários, com ligações a Wall Street e alguns até à Rússia e a Putin pessoalmente? (quando a bandeira de campanha era "limpar Washington" da corrupção e do lodo que Wall Street trazia para a Main Street)
E a força da FOX News nos últimos anos e esta postura do "fake news" face aos media dos outros grupos?
E porque é que muito disto tem ligações ao caso OJ Simpson e ao nascimento da FOX News, da reality tv e deste circo mediático que são os EUA?
E como é que a Rússia e a Inglaterra pós-Brexit se encaixam nisto?
E o porquê da zanga dos chineses face à nova postura americana?
E lembrar o que aconteceu na Grécia quando tentaram sair da UE à má-fila, quando geograficamente são fundamentais na lógica do petróleo e do gás por causa dos problemas com o Irão no estreito de Ormuz?
Cá para mim, pode muito bem ser uma manipulação dos Rotschilds, Rockefellers e afins, que são "a mão que embala o berço" da economia americana há muitos anos!! Faz todo o sentido metermos a Rússia ao barulho (por causa dos oleodutos e gasodutos na zona da Siria e Ucrânia), o UK pós-Brexit que mantém a economia a funcionar mesmo fora da UE, e tudo isto, especialmente numa altura em que se começa a falar de taxas de juro na Zona Euro, ao mesmo tempo que nos apercebemos do boom económico americano devido a uma postura nacionalista e proteccionista do Nacional-Trumpismo, com uma clara aposta nas energias clássicas (petróleo, gás e carvão), nos investimentos em obras públicas, em detrimento da indústria do armamento, e do rasgar de inúmeros acordos para trazer aos EUA os postos de trabalho que saíram...
...ahhh, assim já começo a entender a mudança de paradigma e as forças que estiveram por trás da campanha e eleições americanas e que continuam a mexer os cordelinhos nesta nova fase, pois!
Sinceramente, não me parece que Trump e a sua corja sejam uns meninos de coro que se estejam oportunamente a aproveitar de uma situação inédita. Acho mesmo que isto é um esquema muito bem montado.
Numa altura em que há visíveis mudanças de paradigmas a nível da economia, seja pela informação a que temos acesso e pela mudança de atitude de muitos face à saúde, alimentação, energias renováveis, etc., seja pela questão de oportunismo e/ou chico-espertismo se tivermos em conta fenómenos como o AirBnB, Uber e outros que fortalecem a economia paralela... uma coisa é certa, os senhores do dinheiro, os tais 1%, vão fazer de tudo para manter o poder e o controlo. Por isso acho mesmo que isto é propositado e controlado ao milímetro.
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quinta-feira, 12 de janeiro de 2017
Política, comédia e actualidade
À medida que vou estando atento ao que se passa na Europa, em particular no UK, e nos EUA, sinto que ando apreensivo, por vezes triste e quase sempre morto de festa e regalado até mais não e uma coisa é certa, não falta material à malta do humor e da comédia para trabalhar.
O Trump, o Tea Party e a canalhada republicana e democrata nos EUA, o Farange e a May no UK e outros artistas espalhados por essa Europa fora, parecem andar determinados em dar calinadas, montar caldinhos e meter os pés pelas mãos.
De tanta gente interessante que anda por aí no mundo da comédia, seja a fazer stand-up, programas noticiosos humorísticos ou até talk-shows, estes são os meus preferidos...
John Oliver
O programa é o Last Week with John Oliver e é simplesmente fantástico! Ele é super divertido, bem disposto, genuino, frontal e atrás dele tem uma equipa que, para além de trabalharem muito bem a parte humorística, fazem jornalismo de investigação a sério.
Trevor Noah
Foi o escolhido para substituir o mítico John Stewart no Daily Show e apesar de ser excelente no papel, no início não foi pacífico para quem seguia o programa e principalmente assistindo ao trabalho que o John Oliver e a Samantha Bee têm vindo a fazer, antes no Daily Show com o John Stewart e depois, cada um com o seu novo programa. Mas o Trevor é um senhor, astuto, brincalhão, bem disposto, frontal e apesar de achar que os correspondentes não estão ao seu nível (nem ao nível da equipa anterior), ele está muito bem e encheu e de que maneira os sapatos do anterior pivot.
Samantha Bee
Era uma das correspondentes da equipa anteior no Daily Show e o seu novo programa é muito interessante. Ela é super divertida, acutilante e tem uma equipa de escrita de enorme gabarito. O programa é o Full Frontal with Samantha Bee.
Seth Meyers
O Seth é um curtido, porreiraço e para além da macacada típica de um talk show, levou o Late Night da NBC para caminhos muito mais sérios e interessantes, pegando no que ele fez durante muito tempo no SNL, como news anchor a avacalhar com tudo o que se passava na actualidade e no formato do Late Night with Seth Meyers, ele está muito bem.
Steven Colbert
Substituiu o mítico David Letterman no Late Show da CBS e trouxe o seu estilo do Steven Colbert Report da Comedy Central para um talk show, que já de si tinha muita sátira política. É um senhor com um centro de gravidade humorístico muito interessante e com muita experiência no domínio da ironia política. O programa é o Late Show with Steven Colbert.
Jonathan Pie
No UK temos este animal da sátira política. Com um estilo bem diferente dos comediantes americanos, é acutilante, mordaz e brutalmente honesto a roçar a ferocidade animalesca que os (maus) políticos da actualidade merecem ter a morder as suas canelas. Não tendo um programa num canal televisivo e fazendo principalmente espectáculos ao vivo, está presente no YouTube e no Facebook com vídeos muito interessantes.
O Trump, o Tea Party e a canalhada republicana e democrata nos EUA, o Farange e a May no UK e outros artistas espalhados por essa Europa fora, parecem andar determinados em dar calinadas, montar caldinhos e meter os pés pelas mãos.
De tanta gente interessante que anda por aí no mundo da comédia, seja a fazer stand-up, programas noticiosos humorísticos ou até talk-shows, estes são os meus preferidos...
John Oliver
O programa é o Last Week with John Oliver e é simplesmente fantástico! Ele é super divertido, bem disposto, genuino, frontal e atrás dele tem uma equipa que, para além de trabalharem muito bem a parte humorística, fazem jornalismo de investigação a sério.
Trevor Noah
Foi o escolhido para substituir o mítico John Stewart no Daily Show e apesar de ser excelente no papel, no início não foi pacífico para quem seguia o programa e principalmente assistindo ao trabalho que o John Oliver e a Samantha Bee têm vindo a fazer, antes no Daily Show com o John Stewart e depois, cada um com o seu novo programa. Mas o Trevor é um senhor, astuto, brincalhão, bem disposto, frontal e apesar de achar que os correspondentes não estão ao seu nível (nem ao nível da equipa anterior), ele está muito bem e encheu e de que maneira os sapatos do anterior pivot.
Samantha Bee
Era uma das correspondentes da equipa anteior no Daily Show e o seu novo programa é muito interessante. Ela é super divertida, acutilante e tem uma equipa de escrita de enorme gabarito. O programa é o Full Frontal with Samantha Bee.
Seth Meyers
O Seth é um curtido, porreiraço e para além da macacada típica de um talk show, levou o Late Night da NBC para caminhos muito mais sérios e interessantes, pegando no que ele fez durante muito tempo no SNL, como news anchor a avacalhar com tudo o que se passava na actualidade e no formato do Late Night with Seth Meyers, ele está muito bem.
Steven Colbert
Substituiu o mítico David Letterman no Late Show da CBS e trouxe o seu estilo do Steven Colbert Report da Comedy Central para um talk show, que já de si tinha muita sátira política. É um senhor com um centro de gravidade humorístico muito interessante e com muita experiência no domínio da ironia política. O programa é o Late Show with Steven Colbert.
Jonathan Pie
No UK temos este animal da sátira política. Com um estilo bem diferente dos comediantes americanos, é acutilante, mordaz e brutalmente honesto a roçar a ferocidade animalesca que os (maus) políticos da actualidade merecem ter a morder as suas canelas. Não tendo um programa num canal televisivo e fazendo principalmente espectáculos ao vivo, está presente no YouTube e no Facebook com vídeos muito interessantes.
segunda-feira, 9 de janeiro de 2017
Meryl, Trump and the force
Há pessoas assim, excelentes na sua profissão/arte e conseguem dedicar mais tempo aos outros do que a si próprias, gosto disso!!
Deste fantástico discurso retira-se tanta, mas tanta coisa boa, que nem consigo referir outra que não a que me é mais grata e familiar... "Take your broken heart, make it into art" - Carrie Fisher
Em relação aos trumps deste planeta, este ano será duro, exigente e de luta constante... and 'may the force be with us'!
Deste fantástico discurso retira-se tanta, mas tanta coisa boa, que nem consigo referir outra que não a que me é mais grata e familiar... "Take your broken heart, make it into art" - Carrie Fisher
Em relação aos trumps deste planeta, este ano será duro, exigente e de luta constante... and 'may the force be with us'!
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sábado, 17 de dezembro de 2016
Ray Donovan, Billions e séries boas
Adoro séries! Principalmente séries dramáticas tipo House e The Newsroom.
Recentemente apanhei um episódio marado da série Ray Donovan na televisão, enquanto investia 3 ou 4 minutos num zapping que se revelou altamente produtivo e fiquei siderado com o que vi. Ri-me com um capanga gordo a roubar um frango num supermercado e a fugir do segurança e logo a seguir levei um soco no estômago com o emaranhado de situações em que o gordo estava enfiado. Decidi ver tudo desde o início.
A série está muito bem realizada, tem excelentes actores, uma história interessante e situações que ainda não tinha visto na tv e se tentasse, não conseguiria imaginá-las...
Diria que tem um bom bocado de Shameless, um pedacinho de House of Cards e uma migalha da patine típica que Tarantino e Guy Ritchie emprestam às suas histórias.
Surpreendente, dinâmica, emocionante e prende do início ao fim de cada episódio. Bela série!
...e o 7º episódio da segunda temporada é uma pérola. Belíssimo!!
Outra que me deixou completamente à nora, de tão fantástica que se revelou, é a série Billions... Paul Giamatti e Damian Lewis!?!? ...nem é preciso dizer mais nada!
Recentemente apanhei um episódio marado da série Ray Donovan na televisão, enquanto investia 3 ou 4 minutos num zapping que se revelou altamente produtivo e fiquei siderado com o que vi. Ri-me com um capanga gordo a roubar um frango num supermercado e a fugir do segurança e logo a seguir levei um soco no estômago com o emaranhado de situações em que o gordo estava enfiado. Decidi ver tudo desde o início.
A série está muito bem realizada, tem excelentes actores, uma história interessante e situações que ainda não tinha visto na tv e se tentasse, não conseguiria imaginá-las...
Diria que tem um bom bocado de Shameless, um pedacinho de House of Cards e uma migalha da patine típica que Tarantino e Guy Ritchie emprestam às suas histórias.
Surpreendente, dinâmica, emocionante e prende do início ao fim de cada episódio. Bela série!
...e o 7º episódio da segunda temporada é uma pérola. Belíssimo!!
Outra que me deixou completamente à nora, de tão fantástica que se revelou, é a série Billions... Paul Giamatti e Damian Lewis!?!? ...nem é preciso dizer mais nada!
segunda-feira, 12 de dezembro de 2016
Sexo, educação e inadaptação
Numa altura em que certos conceitos, tidos como garantidos durante tanto tempo e tantas gerações, como casamento, família, sexualidade ou género, são postos em causa, discutidos e até pervertidos, chego à conclusão que a Educação, sendo normalmente super-hiper-mega importante, passa agora e nestas áreas a ser fundamental.
Que a ignorância gera receios e medos, todos sabemos. Que a falta de informação possa mexer tanto com a nossa paz de espírito, felicidade e adequação ao mundo e contexto individual e social em que nos inseridos, talvez seja uma noção recente.
Especialmente em questões de sexualidade, sexo, relações e intimidade, a Educação tem um papel fulcral no desenvolvimento de cada pessoa, como indivíduo e como parte de um grupo, de uma família e de uma comunidade.
Achei esta Ted Talk por acaso no YouTube e achei genial, lúcida, positiva, altamente transparente e por demais pertinente nos dias de hoje...
Deixo também outras coisas interessantes que vi:
Romantic Competence | Joanna Davila
The New Rules of Marriage | Jessica O'Reilly
Dating & Relationships | Dan Ariely
Já dizia William Shakespeare: "Expectations are the root of all heartache"
Que a ignorância gera receios e medos, todos sabemos. Que a falta de informação possa mexer tanto com a nossa paz de espírito, felicidade e adequação ao mundo e contexto individual e social em que nos inseridos, talvez seja uma noção recente.
Especialmente em questões de sexualidade, sexo, relações e intimidade, a Educação tem um papel fulcral no desenvolvimento de cada pessoa, como indivíduo e como parte de um grupo, de uma família e de uma comunidade.
Achei esta Ted Talk por acaso no YouTube e achei genial, lúcida, positiva, altamente transparente e por demais pertinente nos dias de hoje...
Deixo também outras coisas interessantes que vi:
Romantic Competence | Joanna Davila
The New Rules of Marriage | Jessica O'Reilly
Dating & Relationships | Dan Ariely
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domingo, 4 de dezembro de 2016
Poder, potência e power to the people
Julgando pelas séries e filmes americanos que tenho visto, como Aquarius, House of Cards e The People vs. OJ Simpson, em que faz impressão e mete nojo a lógica insidiosa, mesquinha e oportunista por trás da política, da advocacia e da imprensa naquele país... juntando ao que se passou nas eleições de Novembro e o que se tem visto depois...
...that country is not a super power... it's a fuckin' powder-keg!!
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terça-feira, 29 de novembro de 2016
Música, temas e recordações
Que a música tem magia, ninguém duvida. Agora, que a música de alguns artistas é transcendental e nos transporta instantaneamente para o rebuliço ou a calma das nossas memórias mais vívidas, isso já é relativamente subjectivo.
Quando ouço temas de certos artistas, como Norah Jones, Alanis Morisette, James Taylor, Paul Simon, Bob Dylan, mas também The Beach Boys, The Doors ou K's Choice, entro num frenesim de emoções que só mesmo sonhando lá chegaria. É imediato e é uma viagem absolutamente fantástica!!
Os primeiros acordes do piano de Norah Jones, as harmonias vocais de Simon & Garfunkle, a sensibilidade de James Taylor ou Martin Sexton, os arranjos dos temas de K's Choice ou Dave Matthews Band, os solos de órgão de John Lord no Made in Japan dos Deep Purlpe de Manzarek no In Concert dos The Doors, o riff do Creep ou Paranoid Android dos Radiohead, a frescura de qualquer tema de Alanis no álbum Jagged Little Pill, as vozes inconfundíveis de Phill Collins ou Dave Matthews, a rouquidão de Bob Dylan ou Bryan Adams, o baixo de John Deacon no Millionaire Waltz em simultâneo com o piano de Freddie Mercury e os estrondosos coros nos temas de Queen, o Dark Side of The Moon dos Pink Floyd, o som da Guitarra semi-acústica tocada pelo Clapton no Unplugged ou a banda que acompanha o Rod Stewart no concerto ao vivo da mesma série da MTV na década de '90, o vozeirão de Janis com os Kosmic, Big Brother ou Full Tilt, a envolvência do Gravity de John Mayer ao vivo ou em estúdio, a brutalidade do Don't Let The Sun Go Down On Me de Elton John, a leveza de Ben Harper com a sua voz e a lap steel guitar... tanta coisa boa que me vem à cabeça e aflora na pele quando oiço estas (e tantas outras) músicas...
A Música é fantástica!!
quinta-feira, 10 de novembro de 2016
House of Cards, Veep e a puta da loucura
Gostava de saber até que ponto a série House of Cards e forma como descreve com algum detalhe a maneira como os clãs e as famílias políticas funcionam em Washington trouxe à memória as famílias Clinton, Bush, Kennedy e outras... redundando numa expressiva votação em Trump, que, embora não o seja - longe disso, até - se afirma como um outsider anti-establishment...!?
Por outro lado, passamos da seriedade acutilante de House of Cards para a puta da loucura de Veep!
Por outro lado, passamos da seriedade acutilante de House of Cards para a puta da loucura de Veep!
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quarta-feira, 9 de novembro de 2016
Selfies, egocentrismo e lições morais
Já há muito que venho dizendo que o culto da mediocridade que se faz com as redes sociais, a reality tv, a música a metro, o entretenimento fácil, as séries pejadas de violência gratuita, os filmes manhosos de domingo à tarde (Adam Sandler e companhia), os smartphones, as selfies, os 5m de fama no YouTube e a main stream media vinha minando e embrutecendo a cabeça de muita gente.
É nas eleições americanas, no resultado do referendo do Brexit no Reino Unido, mas também no golpe de estado no Brasil, nas sucessivas eleições em França, Áustria, Hungria, Países Baixos e outros, com a direita a ganhar terreno, que se prova isto mesmo. A ignorância fortalece o medo, em certa medida dando a ideia de o vencer, mas que acima de tudo o medo fomenta a ignorância que se alastra a passos largos, quase exponencialmente.
Como refere o MEC na sua brilhante crónica de hoje no Público, a Democracia está a ganhar em todas as frentes. Sejam outsiders, anti-estabelecimento, anti-sistema, hacktivistas ou o que for. Não são só os republicanos nos EUA mas também os Anounymous um pouco por todo o lado. Esta vontade de afirmação, de luta, de impor uma nova ordem não vem só de cima, dos senhores do mundo, vem de todo o lado, da maioria dos habitantes deste planeta.
Já ninguém se contenta com pouco. Pouca gente se conforma com a sua vidinha mediana. A Maioria das pessoas quer mais e melhor... e já!
O peso da individualidade que recai sobre as pessoas que se afirmam nas redes sociais, vestindo a pele de comentador e 'treinador de bancada', consumindo informação de páginas, blogs e sites e do eventual programa de televisão, rotunda num estrondoso egocentrismo que se revela uma verdadeira arrogância e prepotência que toma conta de assalto da opinião de muitos. E toda a gente tem a sua, claro! Anda tudo a vomitar as suas postas de pescada e a julgar que se é mais e melhor por isso.
Seja como for, vivemos tempos estranhos mas interessantes.
Há uma lição a retirar disto tudo and we must deal with it!!
É nas eleições americanas, no resultado do referendo do Brexit no Reino Unido, mas também no golpe de estado no Brasil, nas sucessivas eleições em França, Áustria, Hungria, Países Baixos e outros, com a direita a ganhar terreno, que se prova isto mesmo. A ignorância fortalece o medo, em certa medida dando a ideia de o vencer, mas que acima de tudo o medo fomenta a ignorância que se alastra a passos largos, quase exponencialmente.
Como refere o MEC na sua brilhante crónica de hoje no Público, a Democracia está a ganhar em todas as frentes. Sejam outsiders, anti-estabelecimento, anti-sistema, hacktivistas ou o que for. Não são só os republicanos nos EUA mas também os Anounymous um pouco por todo o lado. Esta vontade de afirmação, de luta, de impor uma nova ordem não vem só de cima, dos senhores do mundo, vem de todo o lado, da maioria dos habitantes deste planeta.
Já ninguém se contenta com pouco. Pouca gente se conforma com a sua vidinha mediana. A Maioria das pessoas quer mais e melhor... e já!
O peso da individualidade que recai sobre as pessoas que se afirmam nas redes sociais, vestindo a pele de comentador e 'treinador de bancada', consumindo informação de páginas, blogs e sites e do eventual programa de televisão, rotunda num estrondoso egocentrismo que se revela uma verdadeira arrogância e prepotência que toma conta de assalto da opinião de muitos. E toda a gente tem a sua, claro! Anda tudo a vomitar as suas postas de pescada e a julgar que se é mais e melhor por isso.
Seja como for, vivemos tempos estranhos mas interessantes.
Há uma lição a retirar disto tudo and we must deal with it!!
Trump, brexit e medo
Ora bem... numa arriscada tentativa de tentar compreender o que raio se passou com as eleições americanas, só posso chegar a esta inusitada conclusão:
Quem realmente vence nesta noite, como aconteceu no Reino Unido com a vitória do Brexit, mas também um pouco por toda a Europa e com alguma relevância em países como na França e a família LePenn, mas também na Hungria, Países Baixos, Áustria e outros, é o medo! Quem sai destacadamente à frente, ainda que estatisticamente por uma margem relativamente pouco confortável, é a vontade de mudar 'só porque sim' e o receio da continuidade 'só porque já chega'.
A Hillary Clinton representa, aos olhos da maioria dos americanos, a imagem gasta e amarrotada do estabelecimento. Só assim se explica que tantos, que inicialmente votaram no Bernie Sanders, candidato também anti-estabelecimento, agora se tenham voltado para Donald Trump. Mas acontece que Trump não é só um outsider que tomou de assalto o Partido Republicano, um anti-estabelecimento. Trump é, principalmente, um anti-sistema! Senão, basta ver a sua postura ao avisar antecipadamente que não aceitaria os resultados caso perdesse as eleições, a sua briga constante contra as empresas de sondagem (nesta, se calhar até tinha razão, porque todas falharam!) e toda a sua forma de estar, de falar e de destilar veneno.
Donald Trump é o cúmulo do egoísmo, do egocentrismo, da má-educação, do desrespeito pelas regras, de uma total inadaptação a uma posição de base ou mediana numa qualquer hierarquia, da incapacidade de se retractar pelos abusos, disparates e mentiras que profere na sua verborreia habitual, enfim, a prova viva de que qualquer idiota pode chegar a Presidente dos EUA.
Mete medo!? Ah, pois mete! Porque este menino não venceu só as eleições, o Senado e a Casa dos Representantes, bem como o Supremo Tribunal, estarão sob o controlo de um Partido Republicano completamente esfrangalhado com o decorrer da campanha, desde as primárias até à noite das eleições. E o Tea Party, Ted Cruz e companhia ganham força com isto e alto lá, que esses, então, não são para brincadeiras e têm uma agenda muito bem definida. O Trump é um menino de coro ao pé de Ted Cruz.
No referendo do Brexit e nestas eleições americanas vence o medo, a ignorância, a mesquinhez, a xenofobia, o racismo e o chico-espertismo. Vencem aqueles que têm medo de perder o seu empregozito em vez de ficar do lado do que está certo e é justo. Ganha a vontade de mudar, mas mudar para pior, pois é mais que certo, porque estas pessoas não percebem um caralho de economia, de mercados, de princípios éticos e morais e do sentido da vida.
Que miséria franciscana!!
Haja coragem para viver num mundo que sucumbe ao peso das redes sociais, da desinformação geral, do entretenimento puro, dos 15m de fama, do culto da mediocridade e daquilo que já se sabe onde vai dar... os alemães e o 3º Reich deixaram bem patentes na História onde isto pode muito bem ir desembocar e é triste que não se tenha aprendido com o passado, triste.
Medo...
Quem realmente vence nesta noite, como aconteceu no Reino Unido com a vitória do Brexit, mas também um pouco por toda a Europa e com alguma relevância em países como na França e a família LePenn, mas também na Hungria, Países Baixos, Áustria e outros, é o medo! Quem sai destacadamente à frente, ainda que estatisticamente por uma margem relativamente pouco confortável, é a vontade de mudar 'só porque sim' e o receio da continuidade 'só porque já chega'.
A Hillary Clinton representa, aos olhos da maioria dos americanos, a imagem gasta e amarrotada do estabelecimento. Só assim se explica que tantos, que inicialmente votaram no Bernie Sanders, candidato também anti-estabelecimento, agora se tenham voltado para Donald Trump. Mas acontece que Trump não é só um outsider que tomou de assalto o Partido Republicano, um anti-estabelecimento. Trump é, principalmente, um anti-sistema! Senão, basta ver a sua postura ao avisar antecipadamente que não aceitaria os resultados caso perdesse as eleições, a sua briga constante contra as empresas de sondagem (nesta, se calhar até tinha razão, porque todas falharam!) e toda a sua forma de estar, de falar e de destilar veneno.
Donald Trump é o cúmulo do egoísmo, do egocentrismo, da má-educação, do desrespeito pelas regras, de uma total inadaptação a uma posição de base ou mediana numa qualquer hierarquia, da incapacidade de se retractar pelos abusos, disparates e mentiras que profere na sua verborreia habitual, enfim, a prova viva de que qualquer idiota pode chegar a Presidente dos EUA.
Mete medo!? Ah, pois mete! Porque este menino não venceu só as eleições, o Senado e a Casa dos Representantes, bem como o Supremo Tribunal, estarão sob o controlo de um Partido Republicano completamente esfrangalhado com o decorrer da campanha, desde as primárias até à noite das eleições. E o Tea Party, Ted Cruz e companhia ganham força com isto e alto lá, que esses, então, não são para brincadeiras e têm uma agenda muito bem definida. O Trump é um menino de coro ao pé de Ted Cruz.
No referendo do Brexit e nestas eleições americanas vence o medo, a ignorância, a mesquinhez, a xenofobia, o racismo e o chico-espertismo. Vencem aqueles que têm medo de perder o seu empregozito em vez de ficar do lado do que está certo e é justo. Ganha a vontade de mudar, mas mudar para pior, pois é mais que certo, porque estas pessoas não percebem um caralho de economia, de mercados, de princípios éticos e morais e do sentido da vida.
Que miséria franciscana!!
Haja coragem para viver num mundo que sucumbe ao peso das redes sociais, da desinformação geral, do entretenimento puro, dos 15m de fama, do culto da mediocridade e daquilo que já se sabe onde vai dar... os alemães e o 3º Reich deixaram bem patentes na História onde isto pode muito bem ir desembocar e é triste que não se tenha aprendido com o passado, triste.
Medo...
terça-feira, 8 de novembro de 2016
Lembranças, enredos e traições
"Remember, remember
The EIGHTth of November
The gunpowder treason and plot
I know of no reason
Why the gunpowder treason
Should ever be forgot!"
"So this is how liberty dies... with a thunderous applause"
The EIGHTth of November
The gunpowder treason and plot
I know of no reason
Why the gunpowder treason
Should ever be forgot!"
"So this is how liberty dies... with a thunderous applause"
quinta-feira, 27 de outubro de 2016
Sporting, lençóis e idiotas
Na linha de "you can take the girl out of the trailer-park but you can't take the trailer-park out of the girl"...
«Alan Ruiz proibido de estacionar Ferrari (vermelho) junto dos colegas em Alcochete (...) vermelho é cor proibida em Alvalade por determinação presidencial (...) todos os resquícios de encarnado estão a tentar ser eliminados dos locais afetos ao clube (...) "a questão dos extintores ainda está em análise" (...) Alan Ruiz desloca-se no Ferrari para a Academia, em Alcochete, mas não o estaciona no parque reservado à ala profissional (...) o argentino parqueia o carro do lado do setor do futebol de formação e onde os visitantes do centro de futebol leonino também podem estacionar os seus veículos (...) o jogador já foi aconselhado a mudar a cor do carro.»
- A Bola
Estou farto dos disparates de Bruno de Carvalho e a sua corja de mentecaptos e idiotas. Isto envergonha-me! Santa paciência, é demais!!
Desisto de apoiar o clube até que mudem os lençóis (ou as fraldas).
Por mim, o Benfica pode ganhar o tetra, o Porto voltar a ser campeão, o Braga ou o Guimarães...
Não há condições para que o Sporting seja um justo vencedor, mesmo que a equipa volte aos níveis do ano passado, jogue um futebol bonito e agradável e faça no campo por o merecer.
Que fartura desta gente!!
«Alan Ruiz proibido de estacionar Ferrari (vermelho) junto dos colegas em Alcochete (...) vermelho é cor proibida em Alvalade por determinação presidencial (...) todos os resquícios de encarnado estão a tentar ser eliminados dos locais afetos ao clube (...) "a questão dos extintores ainda está em análise" (...) Alan Ruiz desloca-se no Ferrari para a Academia, em Alcochete, mas não o estaciona no parque reservado à ala profissional (...) o argentino parqueia o carro do lado do setor do futebol de formação e onde os visitantes do centro de futebol leonino também podem estacionar os seus veículos (...) o jogador já foi aconselhado a mudar a cor do carro.»
- A Bola
Estou farto dos disparates de Bruno de Carvalho e a sua corja de mentecaptos e idiotas. Isto envergonha-me! Santa paciência, é demais!!
Desisto de apoiar o clube até que mudem os lençóis (ou as fraldas).
Por mim, o Benfica pode ganhar o tetra, o Porto voltar a ser campeão, o Braga ou o Guimarães...
Não há condições para que o Sporting seja um justo vencedor, mesmo que a equipa volte aos níveis do ano passado, jogue um futebol bonito e agradável e faça no campo por o merecer.
Que fartura desta gente!!
segunda-feira, 24 de outubro de 2016
Séries, zombies e sadismo na tv
Não sei quem é que gosta da série Walking Dead e tem seguido as várias temporadas. Tão pouco irei revelar spoilers, porque isso não se faz, mas assistir a mais episódios para além deste ponto é perverso.
Ok, trata-se de uma série que reflecte sobre as questões que assolam a sociedade ao quebrar-se completamente num cenário pós-apocalíptico. Há interesse nessa perspectiva e, para além de bons actores e personagens com interligações interessantes, embora com algumas reticências, tenho assistido até agora... epá, mas não pode valer tudo para alimentar suspence, expectativas e o interesse mórbido das audiências!!
Entendo ser importante não esquecer nunca que a humanidade é (também) capaz das maiores atrocidades sobre ela própria, animais e Natureza, mas isto é um absurdo! Não se pode chamar a isto de entretenimento ou arte e culturalmente tenho a certeza que nos empobrece, entorpece e nos torna mais estúpidos, ansiosos e frustrados.
Não encontro justificação artística, estética ou técnica para este nível de violência em televisão para além de um documentário sobre cenas reais de guerra, campos de concentração ou algo do género.
Cada um gosta do que gosta, pois claro... e não quero impôr a minha perspectiva a ninguém, mas fiquei mesmo mal disposto com os 15m que vi do novo episódio e sinceramente assusta-me este nível de sadismo .
A série Fear The Walking Dead vai pelo mesmo caminho... não consigo ver mais.
Ok, trata-se de uma série que reflecte sobre as questões que assolam a sociedade ao quebrar-se completamente num cenário pós-apocalíptico. Há interesse nessa perspectiva e, para além de bons actores e personagens com interligações interessantes, embora com algumas reticências, tenho assistido até agora... epá, mas não pode valer tudo para alimentar suspence, expectativas e o interesse mórbido das audiências!!
Entendo ser importante não esquecer nunca que a humanidade é (também) capaz das maiores atrocidades sobre ela própria, animais e Natureza, mas isto é um absurdo! Não se pode chamar a isto de entretenimento ou arte e culturalmente tenho a certeza que nos empobrece, entorpece e nos torna mais estúpidos, ansiosos e frustrados.
Não encontro justificação artística, estética ou técnica para este nível de violência em televisão para além de um documentário sobre cenas reais de guerra, campos de concentração ou algo do género.
Cada um gosta do que gosta, pois claro... e não quero impôr a minha perspectiva a ninguém, mas fiquei mesmo mal disposto com os 15m que vi do novo episódio e sinceramente assusta-me este nível de sadismo .
A série Fear The Walking Dead vai pelo mesmo caminho... não consigo ver mais.
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domingo, 23 de outubro de 2016
Casais, individualidades e partilha
"Por trás de um grande homem está sempre uma grande mulher"... claro e o contrário é igualmente válido... e nem é só entre casais!
No que diz respeito ao reconhecimento, notoriedade, sucesso e até ao estatuto de celebridade, pouco importa quem é que aparece mais vezes, mais tempo, à frente, atrás, ao lado ou até na sombra de alguém que se notabiliza e se afirma pelo seu valor. Cada pessoa tem o seu timing, o seu equilíbrio interior e o seu valor intrínseco, mas mesmo individualmente seremos sempre o resultado do investimento que as mais variadas pessoas - especiais, importantes e relevantes - fazem em nós.
O nível de cada pessoa é garantido por si e pelas suas características pessoais, de carácter e personalidade, sim, mas muito também pelo apoio e dedicação dos que cuidam de si... e "quando a gente gosta, a gente cuida", claro!
Pela minha parte, tenho muito a agradecer a quem vai tendo paciência, resiliência e capacidade para aturar e se moldar às minhas idiossincrasias e, apesar do meu reiterado mau-feitio e notória volatilidade, continua estoicamente a meu lado. É de valor!!
E já agora... a história de vida dos Robinsons é memorável e a cena com os Obama neste vídeo é deliciosa.
No que diz respeito ao reconhecimento, notoriedade, sucesso e até ao estatuto de celebridade, pouco importa quem é que aparece mais vezes, mais tempo, à frente, atrás, ao lado ou até na sombra de alguém que se notabiliza e se afirma pelo seu valor. Cada pessoa tem o seu timing, o seu equilíbrio interior e o seu valor intrínseco, mas mesmo individualmente seremos sempre o resultado do investimento que as mais variadas pessoas - especiais, importantes e relevantes - fazem em nós.
O nível de cada pessoa é garantido por si e pelas suas características pessoais, de carácter e personalidade, sim, mas muito também pelo apoio e dedicação dos que cuidam de si... e "quando a gente gosta, a gente cuida", claro!
Pela minha parte, tenho muito a agradecer a quem vai tendo paciência, resiliência e capacidade para aturar e se moldar às minhas idiossincrasias e, apesar do meu reiterado mau-feitio e notória volatilidade, continua estoicamente a meu lado. É de valor!!
E já agora... a história de vida dos Robinsons é memorável e a cena com os Obama neste vídeo é deliciosa.
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sábado, 22 de outubro de 2016
Doutores, engenheiros e suv's ecológicos
Os doutores e engenheiros de amanhã...
Enquanto andarem a empurrar-se em carrinhos de compras e não de Qasqais, X3, GLA's e V60's tá-se bem e o planeta agradece!!
Mas agora a sério. Sendo que a maioria deles irão acabar a trabalhar em supermercados ou call centers, isto já pode ser considerado uma espécia de estágio...
in Público 17.10.2016
Enquanto andarem a empurrar-se em carrinhos de compras e não de Qasqais, X3, GLA's e V60's tá-se bem e o planeta agradece!!
Mas agora a sério. Sendo que a maioria deles irão acabar a trabalhar em supermercados ou call centers, isto já pode ser considerado uma espécia de estágio...
in Público 17.10.2016
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segunda-feira, 17 de outubro de 2016
Stand-up comedy, ted talks e o poder do ser
Apanhei esta Ted Talk numa partilha no Facebook por uma amiga e em vez ver o vídeo imediatamente, decidi guardar para ver mais tarde (pois, que vindo de quem vinha só podia ser bom). Hoje, entre vídeos de excertos de stand-up comedy do Louis CK e episódios de várias séries que estou a seguir, decidi então ver a Ted Talk de Roger Breisch...
Entre outras coisas, que só depois de toda a gente ver é que me atreveria a comentar, fui surpreendido com uma das curiosidades que referiu: as palavras 'coragem' e 'coração' têm a mesma etimologia. Fiquei pasmado... era tão básico e tão óbvio que me deixara aturdido! E claro, faz sentido. Aquilo a que vulgar e comummente apelidamos de 'coragem', é de facto, na maioria dos casos, inconsciência e pura estupidez. Porque a verdadeira coragem tem de vir de dentro, é sentida e deve deixar-se que nos transforme e tome conta das nossas decisões e acções. Faz todo o sentido!
«Trata-se de uma ligação directa. O substantivo coragem, registado em português desde meados do século XVI, foi importado do francês 'courage', vocábulo cinco séculos mais antigo (herdeiro do latim 'cor', 'cordis' - “coração”) que começou a sua carreira justamente como sinónimo de "coração". Não do coração físico, designado em francês pela palavra 'coeur', mas do coração como “morada dos sentimentos”. Poucas décadas depois a palavra tinha passado por uma expansão semântica para nomear “estado de espírito” e “desejo" ou "ardor”. Coragem era força interior, um sinónimo de ânimo. Coragem compreende em português uma série de acepções positivas – e apenas uma negativa, de 'desfaçatez'. As principais delas são:
1. moral forte perante o perigo, riscos; bravura, intrepidez;
2. firmeza de espírito para enfrentar situação emocionalmente ou moralmente difícil;
3. qualidade de quem tem grandeza de alma, nobreza de carácter, hombridade.»
E como diz Roger Breisch na sua dissertação, haja coragem para conhecer e descobrir-nos a nós próprios, não como pensamos ou nos lembramos ser, mas como somos realmente... "poderosos além de qualquer medida".
Entre outras coisas, que só depois de toda a gente ver é que me atreveria a comentar, fui surpreendido com uma das curiosidades que referiu: as palavras 'coragem' e 'coração' têm a mesma etimologia. Fiquei pasmado... era tão básico e tão óbvio que me deixara aturdido! E claro, faz sentido. Aquilo a que vulgar e comummente apelidamos de 'coragem', é de facto, na maioria dos casos, inconsciência e pura estupidez. Porque a verdadeira coragem tem de vir de dentro, é sentida e deve deixar-se que nos transforme e tome conta das nossas decisões e acções. Faz todo o sentido!
«Trata-se de uma ligação directa. O substantivo coragem, registado em português desde meados do século XVI, foi importado do francês 'courage', vocábulo cinco séculos mais antigo (herdeiro do latim 'cor', 'cordis' - “coração”) que começou a sua carreira justamente como sinónimo de "coração". Não do coração físico, designado em francês pela palavra 'coeur', mas do coração como “morada dos sentimentos”. Poucas décadas depois a palavra tinha passado por uma expansão semântica para nomear “estado de espírito” e “desejo" ou "ardor”. Coragem era força interior, um sinónimo de ânimo. Coragem compreende em português uma série de acepções positivas – e apenas uma negativa, de 'desfaçatez'. As principais delas são:
1. moral forte perante o perigo, riscos; bravura, intrepidez;
2. firmeza de espírito para enfrentar situação emocionalmente ou moralmente difícil;
3. qualidade de quem tem grandeza de alma, nobreza de carácter, hombridade.»
E como diz Roger Breisch na sua dissertação, haja coragem para conhecer e descobrir-nos a nós próprios, não como pensamos ou nos lembramos ser, mas como somos realmente... "poderosos além de qualquer medida".
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quinta-feira, 13 de outubro de 2016
Bob Dylan, Nobel e converseta
" 'Cause the times they are a-changing..."
Bob Dylan, o primeiro músico a vencer um Nobel da Literatura, e é incrível a quantidade de conversa parva que se gerou à volta deste prémio... os cronistas, os bloggers e os tudólogos andam a fervilhar!
Não sei se é merecido ou não, pois o prémio Nobel em si não me diz muito, já a música e literatura de Dylan me dizem bastante.
Tanto o homem (Robert Allen Zimmerman) como o artista (Bob Dylan) terão os seus defeitos, mas a sua obra é de valor inquestionável, indelével e eterna.
...só espero que o Paul Simon um dia vença um destes também!
Bob Dylan, o primeiro músico a vencer um Nobel da Literatura, e é incrível a quantidade de conversa parva que se gerou à volta deste prémio... os cronistas, os bloggers e os tudólogos andam a fervilhar!
Não sei se é merecido ou não, pois o prémio Nobel em si não me diz muito, já a música e literatura de Dylan me dizem bastante.
Tanto o homem (Robert Allen Zimmerman) como o artista (Bob Dylan) terão os seus defeitos, mas a sua obra é de valor inquestionável, indelével e eterna.
...só espero que o Paul Simon um dia vença um destes também!
quinta-feira, 6 de outubro de 2016
What, The e Fuck
WTF!?
O que é que se passa com este mundo, quando um idiota ganancioso, mal educado, sexista, racista, troglodita, sem escrúpulos e incapaz de fazer outra coisa que não falar de si próprio, ver-se ao espelho ou num monitor através de uma câmara, que ganhou protagonismo a enganar meio mundo e como estrela de um programa de reality tv (The Apprentice) em que mostrava precisamente tudo aquilo que acabei de referir dele e mais... o que é que se passa quando um escroque deste calibre, que baseia a sua candidatura no 'agora é que importa, pouco interessa o que disse ontem' e vai mudando o discurso consoante o vento... o que é que se passa quando esta besta, péssima amostra de ser humano chega, muito provavelmente, a presidente dos EUA!?
Isto faz-me sentir duas coisas, a necessidade de reflectir sobre o que se passa à minha volta... e medo do que está para vir.
É daquelas coisas que me faz pensar sobre a televisão e o mundo do entretenimento, as redes sociais, os mídia, o cinema, a música, o que comemos e o que nos dão por intra-venosa, os telemóveis, os computadores, a internet...
Não mudando de assunto e falando de uma excelente série de comédia - Veep - aproveitando para tirar o chapéu à actriz Julia Louis-Dreyfus pelo seu brihante discurso de aceitação ao vencer o Emmy para Melhor Actriz em Comédia, deixo esta pérola que, tristemente, me deu tudo isto para pensar, hoje...
O que é que se passa com este mundo, quando um idiota ganancioso, mal educado, sexista, racista, troglodita, sem escrúpulos e incapaz de fazer outra coisa que não falar de si próprio, ver-se ao espelho ou num monitor através de uma câmara, que ganhou protagonismo a enganar meio mundo e como estrela de um programa de reality tv (The Apprentice) em que mostrava precisamente tudo aquilo que acabei de referir dele e mais... o que é que se passa quando um escroque deste calibre, que baseia a sua candidatura no 'agora é que importa, pouco interessa o que disse ontem' e vai mudando o discurso consoante o vento... o que é que se passa quando esta besta, péssima amostra de ser humano chega, muito provavelmente, a presidente dos EUA!?
Isto faz-me sentir duas coisas, a necessidade de reflectir sobre o que se passa à minha volta... e medo do que está para vir.
É daquelas coisas que me faz pensar sobre a televisão e o mundo do entretenimento, as redes sociais, os mídia, o cinema, a música, o que comemos e o que nos dão por intra-venosa, os telemóveis, os computadores, a internet...
Não mudando de assunto e falando de uma excelente série de comédia - Veep - aproveitando para tirar o chapéu à actriz Julia Louis-Dreyfus pelo seu brihante discurso de aceitação ao vencer o Emmy para Melhor Actriz em Comédia, deixo esta pérola que, tristemente, me deu tudo isto para pensar, hoje...
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terça-feira, 27 de setembro de 2016
Conversas, mulheres e multitasking
As conversas Seinfeldianas nem toda a gente as consegue ter, é preciso haver ambiente e pode requerer alguma capacidade a priori e preparação q.b.
É engraçado, que as mulheres normalmente gabam-se de uma característica tão sua, que é o multitasking - a capacidade de fazer várias tarefas em simultâneo e de dar atenção a várias coisas ao mesmo tempo - mas ficam meio à nora durante uma conversa que aborda vários assuntos que se entrecruzam, por vezes até de forma aparentemente displicente ou atabalhoada. Mas os homens, que por princípio são mais perfeccionistas e tendem a focar-se mais numa tarefa e assunto à vez, orientam-se muito bem misturando tópicos diferentes, até paradoxalmente opostos, como política, carros desportivos e cinema, desporto, culinária e mulheres com mamas grandes ou até sexo, bicicletas de montanha e móveis do IKEA.
Na série Seinfeld, que se baseava num grupo de quatro amigos solteiros que não faziam nada de especial e ao mesmo tempo tinham aventuras inacreditáveis que roçavam um pouco de tudo (e todos), usualmente passavam tempo a conversar num dinner ou no apartamento do Jerry... a confusão instalava-se e era conducente à maluqueira. Não havia fio condutor a não ser o que valesse apena ser abordado... tudo e sem tabus!
Costumo ter conversas Seinfeldianas com amigos homens, ao vivo, num chat ou por mensagem e nunca ninguém se queixa nem há quem se perca. Já as mulheres - namorada, mãe, amigas - vêm-se aflitas para acompanhar e amiúde lá vem o habitual "hã!? mas agora estás a falar de quê!?".
Ahahah, não é nada machista esta premissa ou observação, é apenas uma constatação de facto!
terça-feira, 13 de setembro de 2016
Séries, roadies e música
Comecei a ver uma nova série, Roadies. Não sendo brilhante, tem pormenores de argumento muito interessantes e é uma espécie de tributo à música, aos concertos e ao que se passa por trás dos bastidores de um palco e de uma tourné.
Cameron Crowe criou esta série na linha do seu filme Almost Famous.
Já descobri coisas interessantes sobre concertos e tournés que marcaram a história da música e que não fazia ideia, ouvi músicas que ainda não tinha ouvido e a série é bom entertenimento.
Já valeu a pena por este tema dos The Who a que nunca tinha dado a devida atenção, aqui em versão acústica...
Cameron Crowe criou esta série na linha do seu filme Almost Famous.
Já descobri coisas interessantes sobre concertos e tournés que marcaram a história da música e que não fazia ideia, ouvi músicas que ainda não tinha ouvido e a série é bom entertenimento.
Já valeu a pena por este tema dos The Who a que nunca tinha dado a devida atenção, aqui em versão acústica...
segunda-feira, 29 de agosto de 2016
Vida, filosofia e xadrez
A série Mr Robot continua a surpreender-me! A segunda temporada está absolutamente fantástica, muito melhor que a primeira.
Mistura-se um bom bocado de Fight Club com um pedacinho de Zeitgeist e um argumento pelos Anonymous; uma realização à David Fincher e uma edição à Quentin Tarantino, et voit la... 'Mr Robot' no seu melhor!
Ao 4º episódio da segunda temporada surge um interessante e enigmático jogo de xadrez jogado por apenas um jogador, contra si mesmo, como forma de se melhorar a si próprio.
«Leon: You know, back in the days of enlightment (Iluminismo), motherfuckers used chess as a means of self-improvement.
So what you're playng for, then? If there's no who, then what's the 'what'!? What's it for?
Elliot: Existence...
Leon: Dope! That's some high stakes right there.
Do you dream, Elliot!? Do you want to be here right now!?
(...) I mean here in a cosmic sense, bro.
Like... existence could be beautiful or it could be ugly... that's on you!!
Elliot: How do I know wich one is for me?
Leon: ...dream! You gotta find out the future you're fighting for!
If you like it, then it's beautifull... but if you don't, than you might as well fade right now!»
«Elliot: If I do close my eyes, what is it that I picture years from now?
Ray: Doesn't everyone need to understand that before they're ready to fight for their existence?
Elliot: The world I've always wanted... and you know what!? ...I would like very much to fight for it!»
Mistura-se um bom bocado de Fight Club com um pedacinho de Zeitgeist e um argumento pelos Anonymous; uma realização à David Fincher e uma edição à Quentin Tarantino, et voit la... 'Mr Robot' no seu melhor!
Ao 4º episódio da segunda temporada surge um interessante e enigmático jogo de xadrez jogado por apenas um jogador, contra si mesmo, como forma de se melhorar a si próprio.
«Leon: You know, back in the days of enlightment (Iluminismo), motherfuckers used chess as a means of self-improvement.
So what you're playng for, then? If there's no who, then what's the 'what'!? What's it for?
Elliot: Existence...
Leon: Dope! That's some high stakes right there.
Do you dream, Elliot!? Do you want to be here right now!?
(...) I mean here in a cosmic sense, bro.
Like... existence could be beautiful or it could be ugly... that's on you!!
Elliot: How do I know wich one is for me?
Leon: ...dream! You gotta find out the future you're fighting for!
If you like it, then it's beautifull... but if you don't, than you might as well fade right now!»
«Elliot: If I do close my eyes, what is it that I picture years from now?
Ray: Doesn't everyone need to understand that before they're ready to fight for their existence?
Elliot: The world I've always wanted... and you know what!? ...I would like very much to fight for it!»
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quinta-feira, 25 de agosto de 2016
Liberdade, igualdade e fraternidade
Em relação à cena que aconteceu numa praia francesa com uma senhora vestida de burka e três polícias facínoras, só tenho isto a dizer...
Acho que a única coisa que alguém pode ser obrigado a despir é um colete de barras de dinamite e a única coisa que alguém devia ser obrigado a vestir seria fatos-de-macaco com os labels das empresas e lobbies que representam, para todos os políticos e governantes. De resto, penso que cada um deve andar como quer e bem lhe apetece!!
Vivam os Estados laicos! Oui, oui!
quinta-feira, 18 de agosto de 2016
Filmes, toques e telemóvel
A série Aquarius está muito bem esgalhada. Bem escrita, com bons actores e muito bem realizada. Os cenários e ambiente dos 60's está fantástico. Só tem um problema... passo o tempo todo de cada episódio de 45m a julgar que o meu telemóvel está a tocar!
Ontem vi o filme The Nice Guys, passado na década de '70, e no que diz respeito à realização... absolutamente soberba! A história convence, os actores estão excelentes e é uma macacada constante. Fartei-me de rir!! ...e de vez em quando lá julgava que o meu telemóvel estava a tocar!
Outro filme que me deixa ansioso com a porcaria do toque to telemóvel é o Matrix (todos os três).
Ontem vi o filme The Nice Guys, passado na década de '70, e no que diz respeito à realização... absolutamente soberba! A história convence, os actores estão excelentes e é uma macacada constante. Fartei-me de rir!! ...e de vez em quando lá julgava que o meu telemóvel estava a tocar!
Outro filme que me deixa ansioso com a porcaria do toque to telemóvel é o Matrix (todos os três).
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quarta-feira, 10 de agosto de 2016
terça-feira, 9 de agosto de 2016
Perspectivas, fotografias e viagens no tempo
«...a relentless collector of magical moments» - Stephen Wilkes
Este fotógrafo, como tão bem explica nesta TED Talk, consegue captar espaço e tempo numa observação privilegiada sobre paisagens, locais, animais, pessoas e atitudes, transformando uma fotografia numa verdadeira viagem no tempo, bem mais abrangente que qualquer fotografia já o era até aqui.
O resultado, o processo e a forma apaixonada como aborda o seu trabalho, é algo absolutamente fantástico!!
Este fotógrafo, como tão bem explica nesta TED Talk, consegue captar espaço e tempo numa observação privilegiada sobre paisagens, locais, animais, pessoas e atitudes, transformando uma fotografia numa verdadeira viagem no tempo, bem mais abrangente que qualquer fotografia já o era até aqui.
O resultado, o processo e a forma apaixonada como aborda o seu trabalho, é algo absolutamente fantástico!!
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quinta-feira, 4 de agosto de 2016
Bourne, licores e manifs
Ontem, ao ver o novo filme do Bourne, lembrei-me desta...
Um tipo com um cocktail molotov de Licor Beirão vai para a manif e grita:
- "o que é que se explode aqui!?"
Um tipo com um cocktail molotov de Licor Beirão vai para a manif e grita:
- "o que é que se explode aqui!?"
domingo, 10 de julho de 2016
Tugas, francius e galináceos
Esta piadola é da minha autoria, tem já muitos anos e funciona como uma private joke entre amigos, mas HOJE, com o devido ajuste, ganha uma nova dimensão e gostaria de a partilhar convosco...
"O que é que a galinha tuga diz para o galo francês?
(...em voz de galináceo e BEM ALTO...)
- POK, POK-POK... PO'CARAAALHO!!"
LOOOOOOOOL :))
domingo, 12 de junho de 2016
Chá? ...café? ...caracóis!?
Noutro dia reparei que as mesmas pessoas que acham ridículo e até gozam com a forma delicada como alguns pegam numa chávena para beber chá ou café, acabam por fazer praticamente a mesma coisa a comer caracóis.
quinta-feira, 9 de junho de 2016
Rituais matinais, fruta e pequeno-almoço
Quando me levanto de manhã, após o inevitável copo de água com limão, dou início à rotina matinal com um belo dum duche. Na minha banheira tenho champô de manga e gel de banho de chocolate. Segue-se o desodorizante com cheiro de coco e lima, seguido de água de colónia com essências de frutos secos e só então, depois de cumprido todo o ritual da casa-de-banho, vou comer qualquer coisa. Chego à cozinha e só tenho pão com manteiga... porra!!
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quarta-feira, 8 de junho de 2016
Culpa, egoísmo e blogs
Chamaram-me a atenção para este post e fiquei a pensar na questão da culpa, da forma como nos prendemos e limitamos por e com ela. Do que li, gostei e até respondi...
O sentimento de culpa muitas vezes anda de mãos dadas com a expectativa, da ideia pré-concebida ou a priori estigmatizada do que se pensa, do que se decide e se executa… ou não… o que é em si e à partida, extremamente limitador, castrador até.
Vivemos num país profunda e culturalmente afectado pela chamada “moral católica”, que ensina pelo artifício do receio, do medo e da culpa que se deve ter das coisas, do mundo e do que se vê; mas também pela fé que se deve nutrir pelo que acaba por ser inatingível, mas que (alguns) acreditam estar lá, algures, ou até neles próprios.
O ser humano erra, perde-se, anseia e pode deixar-se ficar, ou não, nessa nebulosa de reflexões que invariavelmente levam à culpa e ao vago assumir das nossas falências e limitações. Mas isso, ainda que tendencialmente numa primeira abordagem, não será única e, de facto, podemos e devemos passar por cima dessa sensação de vazio que nos prende por dentro e libertar-nos positivamente de algo que só está na nossa cabeça (e no peso da nossa educação).
A ideia de livre-arbítrio, da individualidade e do quão fugaz é a nossa passagem pela vida, devem guiar-nos no sentido de sermos verdadeiramente egoístas e a procurar o que nos faz realmente feliz, sem culpabilização de pensamentos e acções. E para se ser feliz há que ter antes paz de espírito, algo apenas alcançável pelo discernimento e pela libertação face à culpa. Este é o verdadeiro e positivo Egoísmo que a Ética nos apresenta como o ‘bom guia para a Felicidade’.
“A nossa liberdade termina onde começa a dos outros” e não devemos controlar ninguém através do sentimento de culpa.
Pensar e reflectir é sempre bom, mas deixar-nos cair nesse ciclo-vicioso da tentação pela culpa deixa-nos manietados face às reais hipóteses de sermos mais, melhores e de estarmos bem… connosco e com os outros.
O sentimento de culpa muitas vezes anda de mãos dadas com a expectativa, da ideia pré-concebida ou a priori estigmatizada do que se pensa, do que se decide e se executa… ou não… o que é em si e à partida, extremamente limitador, castrador até.
Vivemos num país profunda e culturalmente afectado pela chamada “moral católica”, que ensina pelo artifício do receio, do medo e da culpa que se deve ter das coisas, do mundo e do que se vê; mas também pela fé que se deve nutrir pelo que acaba por ser inatingível, mas que (alguns) acreditam estar lá, algures, ou até neles próprios.
O ser humano erra, perde-se, anseia e pode deixar-se ficar, ou não, nessa nebulosa de reflexões que invariavelmente levam à culpa e ao vago assumir das nossas falências e limitações. Mas isso, ainda que tendencialmente numa primeira abordagem, não será única e, de facto, podemos e devemos passar por cima dessa sensação de vazio que nos prende por dentro e libertar-nos positivamente de algo que só está na nossa cabeça (e no peso da nossa educação).
A ideia de livre-arbítrio, da individualidade e do quão fugaz é a nossa passagem pela vida, devem guiar-nos no sentido de sermos verdadeiramente egoístas e a procurar o que nos faz realmente feliz, sem culpabilização de pensamentos e acções. E para se ser feliz há que ter antes paz de espírito, algo apenas alcançável pelo discernimento e pela libertação face à culpa. Este é o verdadeiro e positivo Egoísmo que a Ética nos apresenta como o ‘bom guia para a Felicidade’.
“A nossa liberdade termina onde começa a dos outros” e não devemos controlar ninguém através do sentimento de culpa.
Pensar e reflectir é sempre bom, mas deixar-nos cair nesse ciclo-vicioso da tentação pela culpa deixa-nos manietados face às reais hipóteses de sermos mais, melhores e de estarmos bem… connosco e com os outros.
terça-feira, 31 de maio de 2016
Cid, faux pas e caniches
Por falar em José Cid e transmontanos...
Páginas no FB com milhares de 'likes'!?
Abaixo-assinados!?
Manifestações no dia de concerto de José Cid, entretanto cancelado!?
Mas anda tudo doido!?!? Tenham tacto!! O homem mandou uma boca, só isso... e foi em 2010!!!
Os franceses chamam-lhe 'faux pas', um passo em falso... uma gafe!! Com tanta opinião, juízo de valor, arroto de posta de pescada, anedotas e piadolas, alguém faz ideia do que é ser alentejano, músico e sportinguista!? É assim uma espécie de 'trifecta' do demo. Passa-se o tempo a ouvir boquinhas de tudo quanto é lado.
Há que saber rir de nós próprios e levar estas coisas na boa. Disto tudo, como é bom costume e apanágio do tuga, só se safam as piadas humorísticas bem esgalhadas nas redes sociais. Refiro-me, claro está, às que fazem rir e não ofendem!
Haja paciência para gente com postura e comportamento de 'caniches de apartamento'... ts ts ts
Páginas no FB com milhares de 'likes'!?
Abaixo-assinados!?
Manifestações no dia de concerto de José Cid, entretanto cancelado!?
Mas anda tudo doido!?!? Tenham tacto!! O homem mandou uma boca, só isso... e foi em 2010!!!
Os franceses chamam-lhe 'faux pas', um passo em falso... uma gafe!! Com tanta opinião, juízo de valor, arroto de posta de pescada, anedotas e piadolas, alguém faz ideia do que é ser alentejano, músico e sportinguista!? É assim uma espécie de 'trifecta' do demo. Passa-se o tempo a ouvir boquinhas de tudo quanto é lado.
Há que saber rir de nós próprios e levar estas coisas na boa. Disto tudo, como é bom costume e apanágio do tuga, só se safam as piadas humorísticas bem esgalhadas nas redes sociais. Refiro-me, claro está, às que fazem rir e não ofendem!
Haja paciência para gente com postura e comportamento de 'caniches de apartamento'... ts ts ts
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quinta-feira, 26 de maio de 2016
Janis, pérolas e coisas místicas
Aqui há semanas descobri uma série da década de '90 que não conhecia! Sim, ainda há séries que me conseguem escapar... Esta tinha um elenco impressionante, contando com James Franco, Jason Segel, Seth Rogen, Linda Cardellini, entre outros, e uma banda sonora memorável.
Freaks And Geeks (1999)
Hoje, ao ver o segundo episódio, apanhei uma música que me deixou siderado! Não só pela qualidade mas porque depois de usar o TuneFind e o Shazam - ferramentas preciosas para um melómano - percebi que era um tema de Janis Joplin que ainda não conhecia...
'Maybe' do álbum I Got Dem Ol' Kozmic Blues Again Mama!
Depois de algumas voltas à procura do que poderia ainda não ter dela com as várias bandas por onde passou, como a Big Brother and the Holding Company (1966-68), os Kozmic Blues Band (1969-70) e os Full Tilt Boogie Band (1970), deparei-me com algo absolutamente delicioso!!
Estou neste momento a CURTIR MILHARES enquanto oiço The Pearl Sessions. Uma colectânea de demos, takes alternativos e conversa de estúdio durante o processo de gravação do álbum Pearl, que foi lançado em 1971, três meses depois do falecimento de Janis, que, para quem não conhece, é só dos melhores álbuns de música de sempre!!
Há muito tempo que uma cena destas não me acontecia... coisa rara desde que deixei de comprar CD's. Que puta de curtição!!
Freaks And Geeks (1999)
Hoje, ao ver o segundo episódio, apanhei uma música que me deixou siderado! Não só pela qualidade mas porque depois de usar o TuneFind e o Shazam - ferramentas preciosas para um melómano - percebi que era um tema de Janis Joplin que ainda não conhecia...
'Maybe' do álbum I Got Dem Ol' Kozmic Blues Again Mama!
Depois de algumas voltas à procura do que poderia ainda não ter dela com as várias bandas por onde passou, como a Big Brother and the Holding Company (1966-68), os Kozmic Blues Band (1969-70) e os Full Tilt Boogie Band (1970), deparei-me com algo absolutamente delicioso!!
Estou neste momento a CURTIR MILHARES enquanto oiço The Pearl Sessions. Uma colectânea de demos, takes alternativos e conversa de estúdio durante o processo de gravação do álbum Pearl, que foi lançado em 1971, três meses depois do falecimento de Janis, que, para quem não conhece, é só dos melhores álbuns de música de sempre!!
Há muito tempo que uma cena destas não me acontecia... coisa rara desde que deixei de comprar CD's. Que puta de curtição!!
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segunda-feira, 16 de maio de 2016
Internet, redes sociais e comédia espontânea
#detestohashtags
quinta-feira, 12 de maio de 2016
Música Indie, séries e talkshows
Sendo um voraz consumidor de música Indie, hoje, ao ver um episódio da série New Girl, fiquei completamente extasiado quando no final aparece este magnífico tema. É o tipo de música a que costumo chamar de 'feeling good tunes'...
...e aqui há tempos conheci outros projectos que também me surpreenderam bastante. Apanhei estes temas interpretados ao vivo no talkshow Conan:
...e aqui há tempos conheci outros projectos que também me surpreenderam bastante. Apanhei estes temas interpretados ao vivo no talkshow Conan:
quarta-feira, 11 de maio de 2016
Começar, continuar e nunca parar
As cenas das gravações com a banda toda, os pormenores da produção do álbum 'on the fly' e contrariando a lógica do mercado, a guerra entre analógico e digital e até uma nova perspectiva face à realidade da indústria da música hoje em dia - os hits, o facto de tudo soar ao mesmo, o "barulho das luzes" e a genuinidade ou falta dela - as gravações em cima do joelho e tocadas ao telemóvel para testar uma nova composição acabadinha de fazer, os copos, as conversas, o ambiente da partilha de ideias, os escritos por todo o lado, de onde vem a inspiração e que forma ganha, o pormenor do 'splitter' e principalmente aquela cena do bar, que mostra precisamente como algumas pessoas, nomeadamente eu, vêm a música quando a ouvem. É uma cena mágica, com a qual me identifico bastante! E por fim a frase que marca o filme, "a música torna tudo melhor".
Este filme foi uma bela surpresa! Deixou-me com vontade de fazer música...
terça-feira, 10 de maio de 2016
Espirros, t-shirts e manteiga da adivinhação
Normalmente não ligo muito ao tempo e aproveito o que a Natureza e a pouco escrupulosa forma de estar no mundo das sociedades ditas avançadas nos trazem. Faça chuva ou faça sol, frio ou calor, adapto-me a tudo, mas, sofrendo de alergias, gosto de ter a noção de quando chegam as primeiras chuvas no Outono e de quando se aproxima a Primavera… para me precaver e não dar em doido durante um processo de espirração desenfreada ou evitar as maganas das enxaquecas da sinusite.
Costumo controlar isso, não com os relatórios da distribuição do pólen no ar ou os alertas da meteorologia mas com a manteiga. Não é nada ao nível de adivinhar o futuro com ossos de galinha, borras de café ou um telefonema para o programa da manhã da Maia. Sabendo se a manteiga se pode guardar cá fora ou dentro do frigorífico, lá me vou inteirando de como está a coisa, mas este ano isto anda tudo esquisito. Já tirei a manteiga e voltei a colocá-la no frigorífico dezenas de vezes! Há uma semana andava de t-shirt dentro de casa e hoje voltei a ir buscar os aquecedores à arrecadação e a vestir uma blusa de malha polar. O tempo anda doido e a dar connosco em maluquinhos!
Costumo controlar isso, não com os relatórios da distribuição do pólen no ar ou os alertas da meteorologia mas com a manteiga. Não é nada ao nível de adivinhar o futuro com ossos de galinha, borras de café ou um telefonema para o programa da manhã da Maia. Sabendo se a manteiga se pode guardar cá fora ou dentro do frigorífico, lá me vou inteirando de como está a coisa, mas este ano isto anda tudo esquisito. Já tirei a manteiga e voltei a colocá-la no frigorífico dezenas de vezes! Há uma semana andava de t-shirt dentro de casa e hoje voltei a ir buscar os aquecedores à arrecadação e a vestir uma blusa de malha polar. O tempo anda doido e a dar connosco em maluquinhos!
segunda-feira, 9 de maio de 2016
Futebol, bola e outro campeonato
Já há muito tempo que não falava de futebol, mas hoje apraz-me aflorar este tópico.
Sinceramente, esta época divide-me! Primeiro porque me mostra que o futebol ao nível das instituições e dos seus mais altos representantes mete nojo, e depois, porque acho que esta temporada, a nível desportivo, foi fantástica!! Basta ver o quanto mudou o futebol do Sporting, com um novo paradigma o Benfica volta a ser campeão (tri-campeão e duas vezes seguidas campeão com treinadores diferentes), o Arouca fez uma época brilhante, o Braga portou-se muito bem e outros também estiveram acima das expectativas. Pena que o Porto se tenha deixado ir abaixo, porque o campeonato português está mais competitivo, com mais jogadores portugueses nos planteis, 11's iniciais e em destaque e se não fossem as abéculas que mandam no SCP e no SLB, isto tinha sido muito mais interessante e bom de assistir.
A equipa do Sporting deixa-me orgulhoso, o JJ fez um belo trabalho e a equipa do Benfica e o RV merecem igualmente ser campeões. Acho até que o RV, com quem não simpatizo por aí além, teve uma atitude digna do princípio ao fim e suportou muita coisa que nem todos conseguiam aturar (veja-se outros que não aguentaram a pressão de um clube grande).
Como adepto da equipa de futebol do Sporting e alguém que adora futebol, não dou ainda os parabéns a ninguém, pois ainda não terminou, mas fica aqui a minha expressão de simpatia para com as equipas de ambos os clubes, jogadores e staff técnico de Sporting e Benfica... e quanto a dirigentes e comentadores, bem podem ir comer um cão cheio de pulgas!!
Sinceramente, esta época divide-me! Primeiro porque me mostra que o futebol ao nível das instituições e dos seus mais altos representantes mete nojo, e depois, porque acho que esta temporada, a nível desportivo, foi fantástica!! Basta ver o quanto mudou o futebol do Sporting, com um novo paradigma o Benfica volta a ser campeão (tri-campeão e duas vezes seguidas campeão com treinadores diferentes), o Arouca fez uma época brilhante, o Braga portou-se muito bem e outros também estiveram acima das expectativas. Pena que o Porto se tenha deixado ir abaixo, porque o campeonato português está mais competitivo, com mais jogadores portugueses nos planteis, 11's iniciais e em destaque e se não fossem as abéculas que mandam no SCP e no SLB, isto tinha sido muito mais interessante e bom de assistir.
A equipa do Sporting deixa-me orgulhoso, o JJ fez um belo trabalho e a equipa do Benfica e o RV merecem igualmente ser campeões. Acho até que o RV, com quem não simpatizo por aí além, teve uma atitude digna do princípio ao fim e suportou muita coisa que nem todos conseguiam aturar (veja-se outros que não aguentaram a pressão de um clube grande).
Como adepto da equipa de futebol do Sporting e alguém que adora futebol, não dou ainda os parabéns a ninguém, pois ainda não terminou, mas fica aqui a minha expressão de simpatia para com as equipas de ambos os clubes, jogadores e staff técnico de Sporting e Benfica... e quanto a dirigentes e comentadores, bem podem ir comer um cão cheio de pulgas!!
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sexta-feira, 6 de maio de 2016
Trump, trampa e outro planeta
Hoje acordei a pensar nas probabilidades de dois possíveis cenários, ainda que separados pelo tempo: Donald Trump vencer as eleições e eu conseguir mudar-me de armas e bagagens para um dos planetas descobertos esta semana pela NASA. ...hum... acho que vai ser difícil arranjar uma empresa de mudanças que leve a minha tralha até TRAPPIST-1.
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sexta-feira, 22 de abril de 2016
Sono, copos e disparates
Ando muito dividido, entre teoria e prática!
A teoria que refere que o corpo humano se regenera celularmente a cada 7 anos completamente e que se dormirmos 8 ou mais horas por dia o nosso potencial de regeneração se gasta mais depressa, e a prática de que se dormir pouco passo o tempo todo em modo zombie.
O que será melhor? Viver menos tempo mas com mais qualidade, ou, viver mais mas constantemente irritado e com mau-feitio!? ...meio-cheio ou meio-vazio??
Em relação à lógica do copo, essa desmonto-a já em 30 segundos:
- se alguém enche o copo até meio, está meio-cheio;
- se alguém enche o copo até cima (ou até mais de meio) e o entorna ou o bebe até ficar a meio, está meio-vazio.
E hoje, durmo e sonho com disparates ou vou fazê-los até às tantas!?
terça-feira, 19 de abril de 2016
Jornalistas, pseudo-jornalistas e a porcaria da Humanidade
Em Houston, nos EUA, um repórter estava a trabalhar em directo para o seu canal e interrompeu a reportagem para salvar um homem de se afogar no seu carro que estava a ser 'engolido' pelas águas das cheias.
Em Bruxelas, aquele idiota não salvou ninguém enquanto filmava com o telemóvel e relatava o que via à porta do aeroporto, momentos após o rebentamento das bombas dos terroristas suicidas.
Parece que o jornalismo a sério ainda ganha aos pontos face ao pseudo-jornalismo dos 'treinadores/comentadores de bancada' armados em repórteres para as redes sociais e até para alguns canais de tv, a troco de 30 dinheiros. Afinal nem tudo está perdido!!
terça-feira, 12 de abril de 2016
Modernices, amadores e gente parva
Mas porque raio é que a TSF encomenda um "estudo desportivo" à Eurosondagem sobre quais as possibilidades para a frente de ataque do Benfica frente ao Bayern?? Porra, queixam-se dos 'treinadores de bancada' (e das selfies e dos blogs e dos tweets e dos comentários no FB...) mas fomentam esta porcaria e dão voz aos idiotas!
Só há um treinador, os outros, sócios, adeptos, meros simpatizantes ou curiosos, são todos espectadores e deviam cingir-se a essa condição!
Irritam-me estas 'modernices' do culto da mediocridade e do incentivo ao diletantismo... bah!!
quinta-feira, 24 de março de 2016
Páscoa, padralhada e oportunistas sacanas
Isto hoje está bonito, está!
Semana da Páscoa, ligo a TV para ver as notícias e assisto a duas reportagens sobre padres, vá lá... manhosos: um, director de uma Casa do Gaiato que comprou um Porsche com dinheiro da associação e outro, director de um lar onde tratam (muito) mal os velhotes... que facínoras!, são uns maganos!!
Ainda sobre as notícias na TV... aquilo que temia e já tinha visto em sketches e tiras cómicas na net tornou-se realidade: um brasileiro (*), funcionário do aeroporto de Bruxelas, preferiu filmar, com o telemóvel todos os pormenores no momento imediatamente após o atentado, em vez de AJUDAR AS PESSOAS MAGOADAS, ENSANGUENTADAS E EM DESESPERO!! Esse idiota desgraçado, armado em cameraman e jornalista wannabe devia ser preso! E os canais de televisão multados por passar essas imagens. Incrível, o ponto a que chegámos como civilização viciada na tecnologia e no "agora"!
(*) ser brasileiro, aqui, apenas serve o propósito de destacar o facto de se entender facilmente o que o tipo diz enquanto filma tudo e mais alguma coisa, tipo "meu Deus, olha só... ninguém ajuda!?" ...mas largar a merda do telemóvel, tá quieto!!
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