segunda-feira, 20 de junho de 2011

Guerra, Amor e a Besta

Muito se poderá dizer (e disse!) sobre esta imagem, mas eu aposto sem dúvida na versão Make Love Not War e da melhor forma de acalmar a besta humana ser através de simples actos de solidariedade, simpatia e carinho...

















Já diziam os Beatles: "and in the end, the love you take is equal to the love you make"

ou o John Mayer "I believe that my lives gonna see the love I give return to me"


foto retirada da internet através do Google

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Vingança, justiça e distopias

V For Vendetta, já aqui por demais abordado, é um filme brutalmente fantástico e estrondosamente lindo que nos ensina a pensar pelas nossas cabeças, a criticar e a duvidar o que está estabelecido, a sermos melhores pessoas e livres sem nunca cederem naquele centímetro (inch) de dignidade que nos carateriza como seres humanos! Uma obra prima da ficção distópica, com conteúdo e cinematografia absolutamente incríveis que em nada compromete a banda-desenhada original.
É o meu filme preferido e convido toda a gente a assistir!!

"Remember, Remember the Fifth of November
The Gunpowder Treason and Plot
I know of no reason why the Gunpowder Treason
Should ever be forgot"
(Guy Fawkes)

Deixo-vos aqui a carta da Valerie para apreciarem.

Este post serve principalmente para nos lembrar que estamos vivos, que não nos deixamos abater pelas crises e que valemos e somos mais do que os nossos governantes pensam!

terça-feira, 14 de junho de 2011

Catarata, temperatura infernal e a besta furiosa

Se há situações caricatas e grotescas que se dão no nosso metier comum, no nosso domínio, na nossa casa, a cena da água quente é uma delas… passo a explicar! Entra-se na banheira, já com a água a jorrar, quase quente, fazemos os devidos preparativos com a cortina para não inundar a casa de banho e posicionamos o chuveiro no suporte da parede; regulamos a água para uma temperatura óptima e dedicamo-nos ao acto de banhar propriamente dito. Mesmo sem que alguém nos esteja a pregar uma partida na cozinha, sem haver ninguém para puxar o autoclismo e sem termos deixado uma máquina a lavar, o chuveiro teima em gozar connosco e, quase sem pensar, deixamos que a água aqueça enquanto nos ensaboamos no fundo da banheira como se não houvesse amanhã, com a água a dar-nos pelas pernas, quase só nos pés, e damos conta de estar a ficar quente demais... está a ficar quentinha, pois está… está mesmo quente, porra, e agora!? Quem é que passa esta catarata de esguichos contínuos, teimosamente esquentados para chegar à torneira e voltar a temperar este repuxo endemoninhado!? Tenta-se com o braço, queima as costas! Tenta-se com os pés mas não há destreza suficiente para tal manobra. Tenta-se todo o tipo de movimentações circenses mas sempre sem sucesso e pensa-se “tu queres ver que vou ter de sair da puta da banheira e dar a volta por fora da cortina para dar conta desta besta furiosa!?” e nisto, a besta furiosa és tu!!

domingo, 12 de junho de 2011

Fada do Lar, cuecas e alegria

Isto está bonito, está!
Hoje cheguei ao ponto de ter de usar um par de calças que não usava à anos, meias de cores diferentes (cinzento vs azul) e cuecas!! Caramba, tirando para jogar futebol, já não usava cuecas desde os meus 14 ou 15 anos. Este fim-de-semana deixei a parte chata para o fim... na lida da casa, de facto, não há alegria!

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Manhãs, pequenos-almoços e bombas açucaradas

Ontem direccionaram-me a seguinte questão: "mas que tipo de 33 anos é que come Chocapic ao pequeno-almoço e ainda por cima com açúcar!?"

Resposta óbvia: Eu!

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Manhãs, braguilha e clientela atenta

Porra!! Mas porque é que saio de casa com a braguilha aberta!? - coisa que acontece frequentemente.
Algures entre pôr a camisa para dentro, apertar o cinto e calçar-me, devo esquecer-me do fecho ou dos botões e depois são clientes meus que me avisam, o que, invariavelmente, me deixa com cara de parvo e começar a manhã com cenas tristes deixa-me - normalmente - meio... aparvalhado! O que vale é que estou MESMO bem disposto! Hoje nada me vai mandar abaixo. Bring it on!!

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Crianças, poder e mudança

Esta já vem tarde, tendo em conta que seria excelente no dia da criança - pelas razões óbvias numa primeira análise da imagem mas também pelas mais recônditas - mas vem mesmo a tempo se pensarmos que podemos ser crianças a vida toda. Como diz o Palma: "nunca é tarde para se ter uma infância feliz!"


quinta-feira, 2 de junho de 2011

Agulhas, palhas e bacalhau

Agulha num palheiro?
E que tal uma espinha minúscula que magoa para caraças, numa garfada enorme de bacalhau com natas a ferver!?

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Polens, pepinos e urnas

Wake up and smell the polens, evita o pupino e pensa bem em quem vais votar, que isto está tão negro que é difícil (*) pensar sequer em voto útil ou voto consciente. Um dó li tá, desperta e dá força à criança que há em ti, pois os adultos são gente muito estranha!




Post Scriptum: (*) difícil mas não impossível... aliás, acho que nunca foi tão óbvio para quem é de esquerda!

terça-feira, 24 de maio de 2011

Tourada, festa e discussão

Depois de mais uma discussão no Facebook, entre amigos e gente interessante que começo agora a conhecer, volto a fazer um post sobre touradas porque acho que é um assunto que não se pode deixar cair.

As Touradas e tudo o que envolve a Festa Brava, desde a criação do touro, à idolatria do animal, ao espectáculo da demonstração de virilidade, às roupas, às gentes envolvidas, à logística e toda a iconografia dão sempre azo a debates inflamados mas sinceramente acho que não vale a pena criar-se uma discussão para gerar ofensas pessoais, até porque se perde tempo com negativismo e os touros continuam a sofrer. Percebo perfeitamente o que sentem os aficcionados e vou contar-vos uma história:
Um tio meu, verdadeiro gentleman à inglesa, tipo Steed da série 'Vingadores', uma vez foi ao futebol. A muito custo, porque não era coisa que apreciasse, de todo, mas lá se decidiu depois de tanto convite. Assistiu a um jogo entre o Lusitano e o Juventude em Évora e chegou, no calor do momento, a chamar os piores nomes ao árbitro e aos jogadores da equipa contrária (à dos seus companheiros, não interessa qual). Depois de uma tarde intensa entre homens, de muita discussão inflamada e de alguns quilómetros percorridos a voltar para casa e disse à minha bisavó, irmã dele: "não sei o que aconteceu, o que se apoderou de mim, mas foi algo muito forte que não quero voltar a sentir porque não era eu que ali estava, não era eu!"

Moral da história:
Percebo que haja emoções, sensações e até razões (estranho, mas aceito) que dêem cabimento a tal espectáculo, mas se com uma argumentação lúcida e administrada de forma pacífica um aficcionado pela tourada não consegue perceber o disparate que faz ao dar força a uma barbárie destas, então não há nada a dizer e não há que respeitar! Se depois de nos apercebermos que somos viciados em algo – droga, adrenalina, seja o que for – não mudamos o nosso comportamento, então estamos seriamente enfermos e nestas coisas não há família, não há amigos, não há interesses, é uma questão de natureza universal, e os valores universais não podem ser relativizados e estou-me completamente cagando para o que possam pensar de mim, posso bem com isso. Touradas é para acabar com elas (ponto)

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Pseudos, cremes e lights

Epá, então não comprei manteiga light no supermercado!?!? Bah!!!
Quando vou às compras, coisa que faço a muito custo se for sozinho, costumo comprar alguns artigos em grandes quantidades, de forma a dar para muito tempo, evitando as visitas mais amiúde. A manteiga de marca Pingo Doce, que é boa e bem mais barata que as outras, tem embalagens muito semelhantes nas versões "com sal", "sem sal" e "light" - coisa que só aprendi com esta experiência - e sem querer trouxe duas embalagens de manteiga light, que é uma bela bosta e mais parece um creme manhoso de barrar, tudo menos manteiga!
Sou daqueles que pede sandochas e tostas místicas acompanhadas da pergunta da praxe: “é mesmo com manteiga ou vai barrar isso com margarina?” e detesta cremes de barrar, pseudo-manteigas, e especialmente coisas light!! Apercebi-me num recente estudo que quase todos os produtos light são piores para a saúde que os originais. Tudo bem que ajudam a manter a linha – so they say – mas matam aos bocadinhos! É como o tabaco, emagrece mas enche-nos os pulmões de morraça! Juntando isto aos desodorizantes com alumínio e álcool, champôs com SSL, peixe com mercúrio, frangos com nitratos, porcos com esteróides, vacas com anabolizantes, verduras e frutas com químicos, cereais trangénicos e outras coisas mutantes, isto está bom é para morrer de cancro!

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Antes, agora e depois

Quer se queira quer não, vive-se antes, durante e depois. Não vale a pena evitar riscos, curtir receios ou ficar à espera do melhor momento. Pode não se viver bem, a bem ou da melhor forma. Pode não se ter chama ou intensidade, sentido ou direcção mas vive-se!

É fácil acomodarmo-nos e viciarmo-nos no conforto do "agora", seja influenciado por receios do futuro ou por influências do passado, mas passado e futuro são importantes. O que quero vir a ser e, como tal, aquilo em que me torno - preferencialmente na melhor versão de mim mesmo - forjam-se no passado e no futuro, naquilo que experienciei e no que está por vir agora, e agora, e agora, e agora, e agora, e mesmo mais tarde.

Tendo por base a dança do ANTES, que me deu o traquejo e jogo de cintura com que desenvolvo o AGORA, torno-me melhor para DEPOIS.

Já dizia a personagem de Morgan Freeman no filme Shawshank Redemption: "get busy living or get busy dying", como se "being comboftably numb is working peacefully towards one's demise".

Tudo é sobrestimado, o verdadeiro equilíbrio fica algures no fio da navalha e essa é a questão principal!

Vivo no presente mas também vivo no passado e no futuro, vivo em todo o lado! Sem pressões, sem ansiedades. Alimento-me de coisas que fizeram ou poderão fazer-me bem e mal, para sentir melhor o presente, porque esse sim, deve ser projectado para agora, sem dúvida, mas não somente ao sabor do vento. Se calhar porque viver só para o momento pode revelar inconsciência e inconsistência, pois se assim não fosse, que sentido faria a leitura de um livro, o visionamento de um filme, seguir uma série, acompanhar uma equipa de futebol, conversar e debater ideias opostas ou consequentemente engrenáveis? Para quê, se só interessaria o agora!?

Mais idiota ainda seria reler ou rever algo que nos deu prazer e conhecimento anteriormente. Se fosse tudo para agora, fazíamos o que nos dava na real gana. Seriamos profundamente egoístas e eternamente desorientados. Deixar-nos-íamos ir no momento, confiando mais em qualquer outra pessoa do que em nós, ou até mais em nós do que nos outros todos.

Aproveitar cada minuto e abraçar todas as sensações e emoções faz todo o sentido, mas não é a mesma coisa do que viver à toa, sem norte, à deriva. Queiramos ou não, deixamos rasto, impressões - por vezes indeléveis - nos outros e marcamos a diferença até em acções simples e aparentemente pouco ou nada relevantes.

O presente é feito de uma mistura tangencial e exponencial entre passado e futuro. O presente não existe, é pura ilusão! Faz-se e acontece à medida que vai sucedendo, por vezes quase em catadupa e viver exclusivamente para ele, de forma "cega", será um vício estranho de consequências imprevisíveis que nos pode deixar a leste de nós próprios ou dos outros, aqueles que significam tanto e que merecem mais e melhor de nós.

Agora sim, claro, mas antes e depois também.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

terça-feira, 26 de abril de 2011

Páscoa, Carnaval e 25 de Abril

Bom dia e bem-vindos à semana da desmoição do borrego e de mais doses massivas de política nojenta.

Páscoa ontem, carnaval todos os dias e 25 de Abril SEMPRE!!!

domingo, 24 de abril de 2011

Abril, revolução e frases famosas

"Meus senhores, como todos sabem, há diversas modalidades de Estado. Os sociais, os corporativos e o Estado a que chegámos. Ora, nesta noite solene, vamos acabar com o Estado a que chegámos!"

Salgueiro Maia

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Abril, eleições à vista e frases famosas

A frase mais famosa das últimas décadas em Portugal foi substituída por:

"onde é que estavas e em que estado te encontravas quando votaste PS pela última vez?"