O blog que vai bem com meia dose de migas de espargos, uma caneca de Mokambo e um rebuçadinho de mentol.
quarta-feira, 25 de junho de 2014
Casa de banho, duche e apontamentos
segunda-feira, 26 de maio de 2014
Televisão, linguagem corporal e chicos-espertos
quinta-feira, 15 de maio de 2014
Dicas subversivas, carros e coletes
sexta-feira, 9 de maio de 2014
Morte, amor e ironias da vida
A propósito da morte estúpida do irmão de um grande amigo - todas as mortes são estúpidas mas é pior quando parte alguém tão novo, cheio de vida e coisas boas para dar e ainda por cima por acidente...
Quando se ama a presença enche-nos e torna-nos leves e a ausência vaza-nos mas deixa-nos pesados... é um dos paradoxos e ironias estranhas da vida.
quinta-feira, 8 de maio de 2014
Vida, amor e viagem
"Solteiros 3.0: o amor deixou de ser para sempre?
O solteiro 3.0 muitas vezes nem se chegou a casar e aterra sem pára-quedas numa espécie de meia-idade prematura, cheio de energia e alegria, como se tivesse renascido da uma morte lenta
O mais provável é que nunca tenha sido para sempre. Não me refiro ao amor de pais aos filhos, esse doce sentimento familiar que raramente se corrói e subsiste a males e desgraças. Nem do amor ao próximo e aos animais. Falo do amor que nasce da paixão e fica quando ela não resiste. Estaremos perante um novo paradigma social, face à nova onda de relações assentes em contratos a termo?
Não me parece. A mudança a que estamos a assistir é condicionada e aparente. Condicionada, porque os nossos comportamentos só estão mais visíveis, mais transparentes e mais fáceis — socialmente esta mudança está a ser mais aceite. Aparente, pois há um século a esperança média de vida era de 50 anos e hoje ronda os 80. Vivemos mais! Portanto, muitos dos que achavam que amavam para sempre, simplesmente não viviam tempo suficiente para descobrirem que talvez não. O mesmo efeito acontece com a saúde: as doenças cardiovasculares só chegaram ao topo das causas de mortalidade porque as pessoas passaram a viver tempo suficiente para o provar, uma vez resolvido o problema das infecções.
Este é obviamente apenas um dos vértices da questão. Porque o argumento mais importante é que hoje as pessoas resistem menos a viverem num amor morto, numa relação que transforma o lar numa casa mortuária feliz, onde a câmara ardente se vive com a tranquilidade de quem se habituou à ideia que basta sobreviver. O tempo dessa condescendência já passou e, em parte, graças à tecnologia que vai denunciando as pequenas infidelidades e as grandes deslealdades. E uma vez descobertas, já ninguém aguenta. Até porque o solteiro 2.0 — o divorciado de há duas décadas — era um marginalizado social de que não há memória. O solteiro 3.0 muitas vezes nem se chegou a casar e aterra sem pára-quedas numa espécie de meia-idade prematura, cheio de energia e alegria, como se tivesse renascido da uma morte lenta. Mais do que tolerados, já são socialmente normais. Bem vistos, até, por terem tido a coragem de querer voltar a viver e a celebrar essa vontade em animados festins de grupo.
Essa celebração é saudável, porque é autêntica e genuína. Porque tudo o que faz querer viver mais e sorrir melhor vale a pena. Mas substituirá no longo prazo a necessidade de um amor que fique? Julgo que não.
Será o amor para sempre impossível? Não. Provavelmente só é muito difícil, como tudo o que vale a pena. Porque o mais fácil é apaixonar-nos. Complicado é manter-nos apaixonados, interessados. Não é obviamente em câmara ardente que se segura um amor para sempre, mas duvido que seja com renovação de roupagem que nos fazemos vestir de felicidade. Precisamos de saber dar aos outros como se fosse a nós mesmos e interessar-nos por quem amamos como se fosse conosco. Porque só assim nos mantemos interessantes, precisos, parceiros, nossos. Porque essa é a característica patente nas relações que duram: nas relações familiares, quase sempre imortais.
Embora fundamental, este altruísmo para com quem amamos não chega. Precisamos de saber renovar, de aprender e dar de novo, de começar tudo como se fosse hoje a última vez. Como se fosse a primeira vez, num rastilho com cheiro a pecado até o aroma ser doce outra vez. Porque um amor sem altos e baixos é como um deserto: adormecemos na monotonia de uma paisagem sem cor."
in P3, por Pedro Barbosa • 07/05/2014
sexta-feira, 25 de abril de 2014
Vozes, nozes e a praça cheia
Extremamente orgulhoso da noite de ontem, dos meus companheiros de banda e demais artistas envolvidos num espectáculo todo feito com a prata da casa - artistas/agentes/associações culturais e empresa locais!
Pela minha parte, agradeço o carinho de muita gente próxima que se fez notar antes, durante e depois e o calor absolutamente fantástico de um praça cheia de gente interessada num espectáculo diferente e sempre connosco do princípio ao fim. Levarei esta noite sempre comigo!
Obrigado
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Abril, praça cheia e gente viva
De um punhado de imagens que possam efectivamente representar o que é a liberdade de um povo, talvez esta seja das melhores.
Há opressão, há coacção, há direitos conquistados que se vão perdendo, há uma nova espécie de fascismo no ar - por vezes sente-se!, no trabalho, no desinteresse pela causa pública, na ganância e egoísmo galopantes, nas notícias, na programação televisiva, sub-repticiamente até na internet e nas redes sociais, mas ainda há liberdade - com consequências, mas sempre as houve - para ter opinião, para nos exprimirmos, para sair à rua e até para dizer basta ...seja lá quando isso for!
A verdadeira revolução não será televisionada, não fará as capas dos jornais, não será recompensada de outra forma que não a de vivermos livremente, dentro de nós e com os que nos rodeiam. Há que limpar a cabeça de toda a merda com nos enchem e bombardeiam diariamente, separar o acessório do fundamental e perceber o que é realmente importante... ser-se livre vem sempre com uma responsabilidade e necessária maturidade acrescidas. É urgente ser-se gente, crucial ser-se emocional e pertinente ser-se desobediente!
Viva a Liberdade!! 25 de Abril SEMPRE!!!
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quarta-feira, 2 de abril de 2014
Sitcoms, viagens no tempo e bocadinhos bem passados
E foi o fim de uma fantástica viagem no tempo, durante 208 episódios e 9 temporadas. Mais uma série estranhamente marcante que acabou e com um final à altura! Depois de Seinfeld, Scrubs, Dharma & Greg e Boston Legal, agora foi o fim de How I Met Your Mother. Fica um vazio estranho e a ideia de que já não se vai fazer outra assim, but what the hell, it's only a sitcom!
terça-feira, 1 de abril de 2014
Mentiras, máscaras e palhaçadas
Quando me perguntam porque não gosto do Carnaval e do Halloween e porque não prego partidas no 1 de Abril, só tenho um comentário…
Numa altura em que vivemos demasiado tempo no mundo da ilusão e do artificial, em que investimos tanto na virtualidade das relações e valorizamos tanto o acessório em detrimento do fundamental, faço os possíveis por não me mascarar, mentir ou deixar de dizer o que penso e sinto. E se houvesse pelo menos um dia do ano em que não se mentisse, ninguém usasse máscaras e fossemos verdadeiramente genuínos uns com os outros? Isso é que era de valor!
segunda-feira, 31 de março de 2014
Telemóveis, tarifários e avacalhanço
quinta-feira, 27 de março de 2014
Passarada, ansiedade e a invernia que não acaba
segunda-feira, 24 de março de 2014
A vida, a ideia e a ilusão
A comida não é o que aparece na publicidade, muitas vezes nem no label da embalagem; alguns dos maiores negócios fazem-se sob a capa de ser "amigo do ambiente"; as modelos e os modelos não são nada do que aparecem nas revistas com tanto photoshop que é aplicado; há os que não envelhecem à custa do botox, silicone, lipoaspirações e milhares de produtos anti-envelhecimento; já ninguém tem pelos... em lado nenhum!; as luzes dos stands iludem quando compramos carros e motas; os trailers de filmes enganam, exageram, contam pedaços importantes da história e estranhamente ficam disponíveis largos meses antes da produção estar concluída; os livros vendem histórias gastas e enaltecem-se plagiadores; a música já não é bem música e vende quem monta o melhor espectáculo, pouco importando se canta mal - há softwares que ajustam desafinações em tempo real num concerto, quanto mais em estúdio! - e sabe-se lá quem escreve as letras ou de que falam... pouco importa com o barulho das luzes; as notícias dos jornais, rádio e televisão vêm de quatro ou cinco fontes noticiosas, pertencentes a dois ou três grupos de empresas, que se organizam para só deixar sair o que dá jeito aos poderosos; a justiça tem um preço e é parcial para quem a compra; os políticos são quase todos boys ou velhos do restelo; os concursos de televisão já não são por equipas, são individuais e achincalha-se quem perde; as telenovelas abusam nas mensagens publicitárias e enchem-se de causas bacocas; as revistas só mostram o que as pessoas têm, raramente o que são; os casamentos são fachadas e os casais não se esforçam por comunicar e resolver problemas que muitas vezes são apenas grãos de areia numa engrenagem que podia ser bem oleada; não há tempo para as crianças, que passam o dia inteiro ocupadas com trabalhos e tarefas como se fossem adultos e as poucas brincadeiras que têm "trancam-nas" em casa ,normalmente à volta do computador, da consola ou do telemóvel/tablet; os flirts ganham contornos via sms, mais descarados e muitas vezes pouco respeitadores (cortejar é prática em extinção!); os relacionamentos multiplicam-se pelas redes sociais, mesmo quando nunca estivemos presencialmente com aqueles "amigos" e nessas redes sociais as pessoas revelam-se com disparates, de forma desadequada e muitas vezes exageradamente, como raras vezes o fariam numa mesa de café com 20 pessoas a ouvir, quanto mais as centenas atentas na internet...
Estranho mundo, este!
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
Redes sociais, redes reais e mau feitio
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
Ironia, compras e carrões para alguns
O que é que está errado neste filme!?
Carros de luxo? Sorteios?
Puta que os pariu!!
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
Conversa manhosa, telefonemas e figurinhas
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
Ano velho, novo e surpresa
Indeed, plan to be surprised!


